Perder peso dormindo - Isto é mesmo possível

Perder peso dormindo - Isto é mesmo possível
Perder peso dormindo - Estudos dizem que sim , é possível!

Se a questão é controlar o peso, normalmente recorremos a dietas e exercícios. Mas estudos científicos sugerem que, se o objetivo é reduzir as calorias, também devemos prestar atenção na quantidade de sono.

Uma pesquisa recente da universidade britânica King's College London revisou dezenas de pequenos estudos sobre a relação entre uma boa noite de sono e o apetite.

Embora nem todos sejam afetados da mesma maneira, a pesquisa conclui que, em geral, dormir menos de sete horas por noite leva as pessoas a comerem muito mais.

O programa da BBC Trust me, I'm a doctor ("Confie em mim, sou médico", em tradução livre para o português), realizou um pequeno experimento com quatro pessoas para testar essa teoria.

Confira quantas horas você precisa dormir de acordo com sua idade
O teste mostrou que os três voluntários que tiveram o sono interrompido diversas vezes durante a noite, graças a um bebê de brinquedo pré-programado para chorar regularmente, comeram mais do que o habitual no café da manhã e/ou escolheram alimentos menos saudáveis.

Em contrapartida, o voluntário sortudo que dormiu bem fez sua refeição como de costume.

Por quê?

Segundo os pesquisadores, uma noite de sono interrompido afeta dois hormônios-chave relacionados à fome.

Uma boa noite de sono pode ajudar a enfrentar melhor os dilemas de alimentação cotidianos
Por um lado, gera um aumento do hormônio grelina, que estimula determinados neurônios hipotalâmicos, provocando um aumento do apetite.

Por outro, suprime um hormônio chamado leptina, que normalmente emite um sinal que informa ao hipotálamo que o corpo já tem reservas suficientes, ou seja, que estamos saciados, e o apetite deve ser inibido.

Além disso, alguns estudos sugerem que, quando somos expostos à comida em um estado de privação do sono, há uma ativação maior em áreas do cérebro associadas com recompensa.

O surpreendente lado ruim de ser bonito

Isso pode fazer com que escolhamos alimentos com maior teor de açúcar e gordura, ao invés de outras opções mais saudáveis.

Todos esses fatores ajudam a explicar por que, a longo prazo, existe uma forte ligação entre dormir mal, aumento de peso e outros problemas de saúde, como diabetes tipo 2.

Assim, a recomendação dos médicos do programa da BBC é que, se você tem problemas para manter o peso ou para resistir à tentação de alimentos menos saudáveis, considere aumentar suas horas de sono.

Pode ser uma forma fácil, barata e agradável de fazer a diferença na dieta.



Água a fonte da vida - Sintomas que indicam que você precisa beber mais água

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Água a fonte da vida - Conheça sintomas que indicam que você precisa beber mais água

A água é a fonte natural da vida. Nós podemos ficar mais de 30 dias sem comer, mais apenas cinco dias sem beber água!

A água é fundamental para o funcionamento do nosso organismo. Você já testou sua capacidade de viver sem água?

Quando há algo errado em nosso organismo, muitos sintomas aparecem.Os sintomas são sinais do corpo que nos servem de alerta. A insuficiência de água, por exemplo, dá alguns sinais, como:


Dores de cabeça frequentes :
Se você sofre de dores de cabeça com frequência é muito provável que você esteja sofrendo de uma ligeira desidratação. Um estudo revelou que 1.36% das desidratações podem causar dores de cabeça.

Fome apesar de acabar de comer : 
Nosso corpo às vezes se confunde. Sentimos fome, ingerimos alguns alimentos, mas na realidade, nosso organismo está desesperado por água.

Boca seca : 
Quando você esta desidratado, seu corpo diminui a produção de saliva a qual contém propriedades antibacterianas. O resultado final é a boca seca.

Prisão de ventre :
Se você se alimenta bem e consome bastante fibras, mas continua com problemas de prisão de ventre, pode ser que esteja faltando água em sue organismo. Estudos destacam a importância da hidratação na prevenção da prisão de ventre.

Cãibras e dores frequentes :
A desidratação pode resultar um desequilíbrio em importantes minerais e eletrolitos em nosso corpo. Combata as cãibras ingerindo líquidos antes dos exercícios. Alem disso a falta de água pode provocar dores nas articulações, pois as junções e os discos de cartilagem são compostos por 80% de água, e são necessárias para os ossos não se esfregarem uns contra os outros a cada passo. Ao manter o equilíbrio de água nas articulações, o corpo pode absorver o choque produzido por movimentos bruscos em quedas ou corridas.

Pele seca e sem elasticidade : 
Muitas pessoas investem pesado em cremes, em um esforço de manter a boa saúde da pele. Mas saiba que apenas isso não basta, você precisa ingerir líquidos! Sem água o suficiente, nossa pele fica sem vida e seca, bem longe do que gostaríamos.

Tonturas : 
Nosso sangue é feito de quase 95% de água, e quando estamos desidratados nosso sangue diminui consideravelmente. Ás vezes, um efeito secundário deste baixo fluxo pode sentir tonturas ao ficar em pé. Isso se deve a uma queda na pressão arterial, que em alguns casos pode ser perigoso.

Urina de cor escura : 
A urina deve ter um tom claro, e qualquer coisa mais escura pode ser um motivo de preocupação.

Cansaço, mal humor e baixa energia :
Nosso cérebro é praticamente todo feito de água, por isso não é raro estarmos com o raciocínio lento quando estamos desidratados.

Palpitações fortes :
dos sinais menos conhecidos da desidratação são as fortes palpitações do coração. Experimentar estas palpitações pode dar um pouco de medo, mas uma das principais causas é uma combinação de desidratação misturada com cafeína.

Fonte:  R7 / Ministério da Saúde


Ser gordo e saudável é possível? - Alguns especialistas dizem que sim!

obesidade e vida saudável é possível conciliar!

Ser gordo e saudável é possível? Em recente polêmica sobre o assunto, especialistas se pronunciaram dizendo que sim, é possível!

Toda polêmica começou com uma campanha de uma marca de energéticos recentemente, ao publicar o vídeo de duas mulheres obesas, questionando a ditadura da magreza

"Cada dia é um novo dia para lutar contra ideias ultrapassadas, que só fazem com que as mulheres fiquem presas a um ideal de perfeição surreal", diz uma. "A gente batalha para que se enxergue beleza nas diferenças", fala a outra. 

A campanha viralizou e vários internautas passaram a criticar as modelos, dizendo que elas não eram saudáveis. O que levanta a questão: afinal, é possível estar acima do peso e ainda assim ter uma boa saúde? De acordo com especialistas ouvidos pelo canal de saúde do portal UOL, sim, é possível.

"Hoje em dia nós sabemos que existem os obesos metabolicamente magros e os magros metabolicamente obesos. Existem pessoas com um IMC (índice de massa corpórea) considerado normal, mas que têm o perfil metabólico semelhante a de um obeso", explica a endocrinologista e presidente da Abeso (Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), Cintia Cercato.
De acordo com a endocrinologista, isso ocorre, pois a obesidade é uma doença heterogênea, ou seja, não basta o cálculo do IMC para determinar a saúde do indivíduo. "Existe um tipo de obesidade que não está associado a um risco cardiovascular. Portanto, os exames de gordura no sangue, triglicérides, colesterol e resistência à insulina desses pacientes aparecem normais e eles são considerados saudáveis", afirma.

Ainda que a obesidade aumente as chances de ter alterações metabólicas, engana-se quem pensa que a quantidade de obesos metabolicamente saudáveis é pequena. Segundo Durval Ribas Filho, nutrólogo e presidente da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia), a prevalência desses pacientes é de 6 a 35% da população obesa. "O que favorece esse metabolismo não estar alterado, mesmo com o sobrepeso, é o fator genético. Algumas pessoas não têm tendência a acumular gordura visceral [que aumenta o risco de doenças cardiovasculares]. E os saudáveis, quando comparadas com outros obesos, têm adipócitos [células que armazenam gorduras] menores."


Se a pessoa com obesidade praticar atividade física, então, a chance de ser saudável é ainda maior.

Ser gordo e saudável é possível? - Alguns especialistas dizem que sim!

 "O sedentarismo é um fator de risco para doenças maior do que a obesidade em si. Obesos que são ativos fisicamente têm menor mortalidade do que magros sedentários. A obesidade é complexa e, muitas vezes, é difícil que a pessoa consiga emagrecer, portanto, é importante que os médicos incentivem a prática de exercício físico, já que deixar de ser sedentário reduz muito o risco de doenças", diz Cintia.
Discriminação

Segundo Filho, a sociedade sempre entendeu que obesidade é sinônimo da pessoa ser glutona e desleixada. "Estamos no século 21 e ainda hoje as pessoas pensam que todo obeso come muito e não faz atividade, enquanto todo magro come pouco e é ativo", afirma.

O nutrólogo ainda diz que os pacientes com obesidade não são acolhidos pela sociedade.
"Se uma pessoa chega em uma festa e conta para outra que tem diabetes, ela é acolhida, vão recomendar um refrigerante sem açúcar, por exemplo. Mas se o obeso começa uma dieta e fala para alguém em uma festa, ele escuta que tem que deixar a dieta para outro dia."
O mesmo preconceito acontece, segundo o presidente da Abran, para quem precisa de medicamento para tratar a obesidade. "Quando um paciente precisa de remédio para hipertensão ou diabetes, ninguém faz qualquer questionamento. Mas a sociedade critica quem precisa de remédio para emagrecer", exemplifica.

Para Cintia, as garotas da campanha foram criticadas, pois, na cabeça dessas pessoas, uma modelo acima do peso não pode ser bonita e estar em anúncio publicitário. “A gente vive essa questão do bullying, da falta de respeito com quem tem obesidade e da gordofobia. Essas pessoas precisam entender que é preciso tratar o obeso com respeito, porque, a obesidade, muitas vezes, não é uma questão de escolha do indivíduo”, explica.

Tratamento

Ainda que estar acima do peso não seja sinônimo de falta de saúde, a obesidade aumenta, sim, o risco de certas doenças como as cardiovasculares e as de ossos e articulações. “Por terem mais chances de desenvolver essas doenças, esses pacientes precisam ser avaliados constantemente por meio de exames. Não existe uma regra da frequência em que devem ser feitos, mas se o paciente já tem histórico de alguma doença na família, como diabetes, ele precisa, pelo menos uma vez por ano, avaliar a resistência à insulina”, afirma a endrocrinologista.

Caso apareça alguma alteração nesses exames, aí o tratamento recomendado é emagrecer. “Se a causa daquilo é o excesso de peso, melhor do que dar remédio para a diabetes ou para colesterol, é emagrecer”, diz Cintia.

O tratamento recomendado varia de caso a caso, mas a primeira abordagem, segundo a presidente da Abeso, é a mudança no estilo de vida, que consiste em uma dieta aliada à prática de atividade física. “No caso de um paciente obeso que já tenha alguma comorbidade [doenças que aparecem ou se intensificam com a obesidade], podemos lançar mão de tratamentos farmacológicos."

Nos casos de obesidade extrema e de pacientes que não conseguem emagrecer com farmacológicos e mudança no estilo de vida, a endocrinologista afirma que há a possibilidade da indicação de uma cirurgia bariátrica.

Fonte: Uol - Estilo de Vida - Saúde



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