Milho - Fonte de vida e saúde

aliados da saúde
Milho - Fonte de vida e saúde

Um dos cereais mais cultivados do mundo, atrás apenas do trigo e do arroz, o milho é um dos principais alimentos da América Latina, onde surgiu.

O milho, como todo cereal, é rico em carboidratos.  Além disso, o milho contém minerais importantes à saúde, como ferro, fósforo, potássio e zinco — e as vitaminas B1, B2 e E.

No Brasil, o enriquecimento da farinha de milho com ácido fólico tornou-se obrigatório desde 2002, na proporção de 150 mcg para cada 100 g de farinha.


Os resquícios mais antigos de plantio de milho são do México, com mais de 7000 anos. Já na América do Sul, o Peru abriga os registros mais velhos, que datam de 1000 a.C.

Cristóvão Colombo descobriu a planta na América e a levou para a Espanha de onde rapidamente se espalhou para outras partes da Europa, para a África, Índia, China e Oriente Médio. Naquele tempo,  Colombo encontrou não somente milhos amarelos e brancos, os mais comuns hoje em dia, mas também espigas vermelhas, azuis, pretas e rosas.

De qualquer forma, o milho sempre foi um alimento importante nas civilizações americanas de todos os tempos, principalmente entre os maias, incas e astecas.

Hoje o Brasil figura entre os maiores produtores do mundo, ao lado dos EUA, China, México e Rússia. No entanto, somente 5% da produção são destinados à alimentação humana: o restante é utilizado como ração para animais.

Uma vantagem do milho em relação aos outros cereais é que, durante a industrialização, ele não perde a casca, onde estão grande parte das fibras e dos nutrientes.

Esse cereal também contém zeaxantina e luteína, duas substâncias antioxidantes que contribuem com a saúde dos olhos — prevenindo catarata e degeneração macular —, e que também diminuem o risco de desenvolvimento de certos tumores.

Para obter tais benefícios, o ideal é consumir o alimento in natura, substituindo outra fonte de carboidrato na refeição. Na pipoca, por exemplo, o milho perde vários nutrientes por causa do calor

Como Conservar
O ideal é cozinhar o milho no dia da compra, já que as espigas são bem sensíveis. Se não for possível, conserve-as na geladeira dentro de sacos plásticos sem remover a casca.
Também é possível cozinhar o milho e guardá-lo cozido, retirando os grãos com auxílio de uma faca.

Dicas de Preparo
Antes de utilizar o milho, retire a palha e eventuais fios. Ele pode ser cozido em água fervente e sal, até os grãos ficarem macios e inflados (espete com um garfo para ver o ponto de cozimento).
Pode ser servido com manteiga ou ter os grãos retirados com a ajuda de uma faca rente à espiga, para a preparação de diversos pratos.

Ideias para Servir
Bolo de milho, pamonha, curau, canjica, bolinho, suflês... É possível preparar uma infinidade de pratos saborosos com milho verde.

Com seus subprodutos, como o popular fubá, é possível preparar broas, pães e biscoitos e o saboroso cuscuz.
A farinha de milho dá boas farofas, polenta e angu.

Como Escolher
Ao comprar espigas frescas, observe se são mantidas em temperaturas mais amenas no mercado ou na feira, porque são sensíveis. Se não estiverem sob refrigeração, devem estar sob abrigo de luz.
As melhores espigas são aquelas que têm palha verde e não totalmente seca.
Se os grãos são robustos e suculentos, ao apertá-los levemente devem soltar um líquido esbranquiçado, sinal de que estão frescos.

Entre os milhos em conserva, prefira os que são conservados somente em água e sal ou os congelados.

Melhor Época do Ano
A melhor época para comprar espigas de milho verde é de janeiro a maio. Quando ao milho seco, não há diferença: são encontrados no mercado o ano todo.


Topo