Morango - As maravilhas da fruta da época fria

aliados da saúde
Morango - As maravilhas da fruta da época

Além de deliciosa e extremamente apelativa, devido a sua fama sedutora, a fruta é repleta de substâncias benéficas à nossa saúde.

Rica em fibras e vitaminas que podem auxiliar no tratamento de diversos males que vão de infecções urinárias ao envelhecimento da pele.

O morango concentra boas quantidades de vitaminas e minerais. Além da vitamina C, a fruta vermelhinha possui silício, manganês, potássio, magnésio, vitaminas do complexo B e vitamina K. Esses nutrientes são essenciais para o funcionamento do organismo, pois controlam desde a produção de hormônios até o funcionamento do coração e do cérebro


Delicado e de sabor marcante, o morango é a principal fruta que dá sabor a geleias e iogurtes no Brasil.

Morangos são excelente fonte de vitamina C: uma xícara (apenas 46 calorias) oferece quase 100% das necessidades diárias dessa vitamina que ajuda a fortalecer o sistema imunológico e tem ação antioxidante.  Além disso, o morango é fonte de folato e potássio.

In natura, é consumido  predominantemente no inverno e na primavera, quando temperaturas mais amenas permitem seu cultivo sem danos.

Originário da Europa e da mesma família das rosas, foi citado em versos do escritor Ovídio, o que atesta sua presença no cotidiano da humanidade há mais de 2.000 anos.

Na América, sempre foi cultivado na costa oeste, nos EUA e no Chile. No Brasil, os primeiros plantios surgiram em meados da década de 1960 e a produção vem crescendo consideravelmente, principalmente no Sudeste e no Sul.

O maior produtor da fruta no Brasil é Minas Gerais, com produção predominante ao sul do Estado, próximo à divisa com São Paulo.

Como outros vegetais avermelhados, o morango também é rico em compostos fenólicos, com destaque para as antocianinas e elagitaninas. As duas substâncias são importantes antioxidantes que protegem as estruturas celulares e previnem danos causados pelos radicais livres.

Além disso, possuem propriedades anticancerígenas e anti-inflamatórias. Por esse motivo, o morango tem sido associado a um menor risco de certos cânceres, a um potencial efeito cardioprotetor, e a redução de sintomas relacionados a doença reumatóide, aterosclerose e asma.

Quando cultivado da forma tradicional, o morango pode receber até 45 pulverizações de agrotóxicos. Por esse motivo, especialistas têm indicado o consumo do produto orgânico, cultivado sem os agroquímicos — este é um dos poucos alimentos orgânicos cujo custo mais elevado compensa o benefício.


Como Escolher
Por ser delicado e sensível, o morango deve ser pouco manipulado na hora da compra, o que é relativamente fácil, já que, no Brasil, geralmente é comercializado em caixinhas transparentes.
Observe a conservação das frutas e olhe bem a camada inferior dentro da caixa — às vezes as frutas amassadas e apodrecidas se escondem nessa área.
Escolha morangos com tamanho uniforme e vermelhos.

Melhor Época do Ano
Por serem de clima frio, encontram-se mais facilmente de julho a setembro, com melhor preço e qualidade.
Por ser uma fruta delicada, o cultivo do morango no Brasil sempre se limitou a poucas regiões de clima mais ameno, como no sul de Minas Gerais. No entanto, o plantio em regiões mais quentes e secas, como o Vale do Jequitinhonha e no norte de Minas, diminui a incidência de doenças e reduz o uso de agrotóxicos, um dos principais problemas desse tipo de plantação.

Como Conservar
Morangos frescos conservam-se bem em geladeira por até quatro dias após a compra.

Dicas de Preparo
Os morangos devem ser muito bem lavados antes de servir. Recomenda-se mergulhá-los em água com vinagre de 15 a 20 minutos para eliminar todas as impurezas.
Retire os cabinhos somente na hora de servir, para preservar mais nutrientes.

Ideias para Servir
O morango é muito versátil e faz parte de diversas receitas, como a famosa tortinha de morango e o cheesecake com calda de morango.
No entanto, fica delicioso servido puro, acompanhado de creme de leite batido.
Regar os morangos com azeite balsâmico antes de servir ajuda a realçar o sabor doce da fruta.

Uma combinação clássica e muito romântica é servir morangos como acompanhamento para uma taça de champanhe, que admito, é a minha forma preferida de consumir o fruto que também é denominado fruto do "amor".


Pimentão - Saiba por quê você deve incluir na sua alimentação

Pimentão - Saiba por quê você deve incluir na sua alimentação

Pimentão, saiba por quê você deve incluir na sua alimentação

Quando se fala de pimentão, a polêmica é eterna. Alguns adoram seu sabor proeminente, que sempre se sobressai em um prato. Outros não podem sentir o cheiro.

O fato é que as variedades de pimentão são usadas e apreciadas em todo o mundo, por seu sabor semelhante ao das pimentas, mas sem a ardência delas.


A história dos pimentões se confunde, de fato, com a das pimentas, já que fazem parte do mesmo gênero, chamado capsicum. Eles se originaram na América do Sul, onde foram encontradas sementes da planta de 7 mil anos atrás.

Espanhóis e portugueses se incumbiram de espalha-las no continente europeu e em outras partes da América e, por ser um vegetal versátil e adaptável a diversos climas, o cultivo se expandiu rapidamente em todo o Mundo.

O pimentão também se adaptou bem a diversas cozinhas: é bastante usado na culinária brasileira e portuguesa, na italiana e na mexicana.

Na Europa, é seco para dar origem à páprica, um condimento muito usado em cozidos típicos do leste europeu, como o húngaro Goulash. Os maiores produtores de pimentão são a China, Turquia, Romênia e México.

O pimentão é uma excelente fonte de vitamina C — fundamental para o sistema imunológico — e, quando maduro, é uma boa fonte de vitamina A — importante para a saúde dos ossos, da pele, da visão e do sistema reprodutivo. Vitamina C é um poderoso antioxidante que ajuda a combater radicais livres responsáveis por agredir células saudáveis.

O pimentão vermelho ainda contém licopeno, uma substância aparentemente relacionada a menor incidência de câncer de próstata, de colo de útero, de bexiga e de pâncreas.



Apesar de tantos benefícios, é preciso cuidado. Resultados recentes do Programa de Análise de Resíduos Agrotóxicos em Alimentos da Anvisa apontaram que o pimentão é o alimento com maior índice de agrotóxicos, com 65% das amostras com índices insatisfatórios.
Para evitar problemas, é preciso lavá-lo muito bem, com uma esponja, antes de consumi-lo.

Variedades
No Brasil, há três variedades mais comuns de pimentão, o verde, o vermelho e o amarelo.
Os três podem ser usados em diversas preparações, mas sabe-se que o verde é o de sabor mais proeminente e o amarelo, o mais suave.

A cor também pode influenciar a compra de acordo com a intenção do cozinheiro, já que, como todos sabemos, se come primeiro com os olhos.

Como Escolher
Ao escolhê-los, descarte os que apresentam machucados ou áreas escuras e fique com os que têm cor viva e pele lisa. O talo deve estar verde e o legume deve ser pesado para seu tamanho e firme — ao pressionar os dedos, não deve ceder.

Melhor Época do Ano
Os pimentões são encontrados em melhor qualidade e quantidade de outubro a janeiro.

Como Conservar
É possível guardar o pimentão na geladeira por até uma semana em sacos plásticos furados, nas prateleiras inferiores.
Se quiser congelá-lo, é possível fazê-lo cru, mas preferencialmente sem cortá-lo para não perder o sabor.

Dicas de Preparo
Há pessoas que reclamam do sabor forte do pimentão e ainda o consideram indigesto. Nesses casos, é possível retirar a casca do legume antes de usá-lo em alguma preparação e diminuir o desconforto estomacal.
Para isso, espete-o com um garfo e leve à chama do fogão até a casca chamuscar. Coloque o legume em um saco plástico e feche por alguns momentos: o processo vai ajudar a tirar a casca com uma faquinha. Outro modo é ferver o pimentão em água até a pele romper.

Ideias para Servir
O formato do pimentão permite recheá-lo com os mais diversos ingredientes. Uma das formas mais conhecidas é com um refogado de arroz com carne moída. Além disso, é possível preparar pastas do legume, para consumir como aperitivo ou adicioná-lo a molhos e cozidos para dar sabor.



Hepatites Virais - Informações e prevenção desta grave doença do fígado

aliados da saúde
Hepatites Virais - Informações e prevenção desta grave doença do fígado

Grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a hepatite é a inflamação do fígado.

Pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.

São doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas quando aparecem podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.


No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Existem, ainda, os vírus D e E, esse último mais frequente na África e na Ásia.

Milhões de pessoas no Brasil são portadoras dos vírus B ou C e não sabem. Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite.

Para saber se há a necessidade de realizar exames que detectem as hepatites observe se você já se expôs a algumas dessas situações:

- Contágio fecal-oral: condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos (vírus A e E);

- Transmissão sanguínea: praticou sexo desprotegido, compartilhou seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam (vírus B,C e D);

- Transmissão sanguínea: da mãe para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação (vírus B,C e D)

No caso das hepatites B e C é preciso um intervalo de 60 dias para que os anticorpos sejam detectados no exame de sangue.

A evolução das hepatites varia conforme o tipo de vírus. Os vírus A e E apresentam apenas formas agudas de hepatite (não possuindo potencial para formas crônicas). Isto quer dizer que, após uma hepatite A ou E, o indivíduo pode se recuperar completamente, eliminando o vírus de seu organismo.

Por outro lado, as hepatites causadas pelos vírus B, C e D podem apresentar tanto formas agudas, quanto crônicas de infecção, quando a doença persiste no organismo por mais de seis meses.

As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, ou seja, cada ocorrência deve ser notificada por um profissional de saúde. Esse registro é importante para mapear os casos de hepatites no país e ajuda a traçar diretrizes de políticas públicas no setor.



Alimentos que ajudam a manter o corpo em forma

aliados da saúde
Alimentos que ajudam a manter o corpo em forma

Quem não que deixar o corpo em forma, de preferência malhado e saudável?

Contudo deixar o corpo firme e tonificado não é tarefa fácil, mas alguns alimentos podem ajudar. 

Eles podem não apenas auxiliar na queima de gordura, mas também no aumento da massa magra. Mas, para isso dar certo, além de consumir entre 2.200 e 1.700 calorias por dia, dependendo do seu objetivo, é preciso se exercitar.


Confiram na lista acima e complementem com alguns dos que listamos abaixo alimentos que podem ajudar você a conquistar o corpo dos seus sonhos!

1- Peito de frango
Seu objetivo é tonificar e modelar o corpo alimentando os seus músculos. Quanto mais fortes e poderosos forem seus músculos mais calorias você irá queimar, e mais rápido. Por isso, você deve comer entre 15g e 20g de proteína por refeição. O peito de frango é ideal porque é pobre em gordura e rico em proteínas.

2- Carne de peru
A carne escura de peru tem baixa caloria e altos níveis de proteína. Além disso, contém duas vezes mais zinco e riboflavina que melhoram a aparência, são essenciais para a sua energia e ainda melhoram a saúde do seu sistema imunológico.

3- Cavala
Os peixes gordurosos como a cavala são muito nutritivos, pois possuem proteína e baixa caloria. Eles são repletos de Ômega 3 e 6, cálcio, selênio, magnésio, potássio, folato, niacina, vitaminas A, B12, C e K. Comer uma porção de cavala três vezes por semana garante um cabelo brilhante e uma pele saudável e tonificada.


4- Salmão
Você não é fã de cavala? Coma um filé de salmão grelhado. Igualmente rico em proteína, esse peixe possui gorduras boas e é ótimo para a saúde.


5- Atum
Este é um peixe que não poderia faltar na lista. Rico em proteínas, com poucas calorias e baixo teor de gordura. Seja grelhado ou o bom e velho enlatado, a boa notícia é que o atum deve estar na dieta de quem quer manter o corpo em dia.

6- Camarão
Dentre os frutos do mar, o camarão se destaca. Ele é ainda menos calórico que os peixes e é igualmente rico em proteína. O camarão também é uma fonte de selênio, que faz bem para a pele.

7- Ostra
Além de proteína, as ostras possuem cálcio, zinco, selênio, ferro (essencial para a produção de colágeno) e vitamina A. Isso tudo por menos de 20 calorias por concha.

8- Ovo
O ovo, em suas várias maneiras de prepará-lo, é uma opção versátil para manter os seus músculos em dia. Ele tem baixa caloria e muita proteína grande – basta lembrar que as gemas são bastante ricas em gordura saturada – bem como outros nutrientes como o selênio e o zinco. A parte branca do ovo, a clara, tem um teor muito mais baixo de gordura. Uma dica para quem quer perder peso é separar as gemas e fazer um omelete somente com as claras.

9- Carne magra
Não descarte um bom bife. É claro que ele precisa ser em uma versão mais magra, grelhado, ao invés de frito no óleo ou manteiga. A carne fornece proteína e ferro para seus músculos, mas sua ingestão deve ser limitada, pois possui gordura saturada. O ideal é consumir carne de uma a duas vezes por semana.

10- Queijo Cottage
Os produtos lácteos, como queijos, são boas fontes de proteína e cálcio, mas, cuidado, pois a maioria deles é rica em gorduras saturadas e deve ser consumido de forma limitada. Porém, o queijo cottage é uma exceção: possui baixo teor calórico e muita proteína. Espalhe o produto sobre torradas integrais ou adicione-o à omelete.


Fonte: Dra. Maria Candida J. Zacharias


Emagrecer - Nem sempre ter o peso que deseja traz felicidade

aliados da saúde
Emagrecer - Nem sempre ter o peso que deseja traz felicidade 

Às vezes tudo o que desejamos é ter o corpo perfeito, mais a pergunta é vale a pena cuidar somente da aparência?

Será que somente ter o peso ideal sempre traz felicidade!

É verdade que, de acordo com indicadores médicos, o peso ideal para cada pessoa deve ser estabelecido pelo seu IMC – Índice de Massa Corpórea (calcule o seu aqui). Mas também é verdade que, se a falta ou o excesso de peso não oferece risco à sua saúde, o peso ideal deveria ser aquele capaz de deixar o indivíduo feliz e satisfeito com o próprio corpo.

Personagens de revistas de celebridades, novelas, filmes e reality shows não são os melhores modelos para serem comparados com a população em geral. Infelizmente, porém, a realidade se mostra bem mais perversa.

A televisão, o cinema e as publicações de moda, por exemplo, destacam a magreza como a única saída possível para a felicidade. Mas será que existe o tal peso ideal? E será que ele é, realmente, o sinônimo de uma vida feliz?

Peso ideal x felicidade

Do ponto de vista psicológico, a questão é controversa. Mesmo entre os indivíduos que se encontram dentro de um IMC saudável, muitos continuam descontentes e insatisfeitos por estarem acima ou abaixo do peso dos modelos de identificação oferecidos pela sociedade.
"Infelizmente, às vezes nem um corpo saudável traz a satisfação pessoal que está relacionada à apresentação de cada um. Essa ideia da imagem é uma tentativa de garantir que a pessoa está no controle do próprio corpo", explica Gisele Lins Prado, psicóloga do Hospital Israelita Albert Einstein.
"Diante dessa maneira de enxergar a própria figura, a obesidade pode ser entendida como sinônimo de quem não têm força de vontade. Isso influencia a pessoa a supor que só pode ser feliz se for magra, o que é um engano, basta observar doenças como anorexia nervosa. Mais grave ainda é supor que o indivíduo fora do padrão de beleza seja alguém com uma possível falha no caráter", afirma a psicóloga.

Antes mesmo de perder peso, é importante que as pessoas "obcecadas com a própria imagem" busquem o tratamento para seus conflitos emocionais e as variações de humor que podem surgir por causa deles. Por mais trabalhoso que seja emagrecer, não faltam meios e tratamentos que ofereçam resultado rápido, quando realizados com dedicação. Já as aflições emocionais, embora demandem um investimento mais intenso, podem trazer benefícios bem mais duradouros.

Magreza x satisfação

Se a magreza realmente fosse um sinal de felicidade, pessoas anoréxicas – que são muito magras, mas incapazes de se sentir assim – não colocariam a própria vida em risco. A anorexia apresenta o maior índice de mortalidade entre os distúrbios alimentares, que incluem a bulimia nervosa e o transtorno compulsivo alimentar periódico. "A satisfação sempre vai depender de como a pessoa se vê. O importante não é o peso ou a medida, mas o sentido que o indivíduo dá para ele, para a sua apresentação pessoal e para si", acredita Dra. Gisele.


"Um grande risco é quando a pessoa passa a supor que todas as suas dificuldades são consequência do seu peso, o qual julga não ideal. Ela deixa de valorizar outras queixas e não percebe que as coisas não estão funcionando bem por outras razões. Nestes casos, mesmo depois de chegar ao que consideram o peso ideal, geralmente enfrentam alguma frustração, já que isso não era a única questão importante a ser resolvida."
A sombra

"Não há problema em querer estar bem, mas transformar o próprio peso em uma sombra não é saudável. Se isso se transforma em um sofrimento, é indicado procurar ajuda psicológica", explica a especialista.

Sintomas que mostram a necessidade de ajuda profissional:

O indivíduo se impõe a um isolamento social porque prefere não ser visto;

Deixa de investir em coisas da vida cotidiana – trabalho, família e amigos – para focar somente nos treinos da academia;

Faz tratamentos radicais de alteração de peso e esconde até das pessoas mais próximas.
Amigos e familiares notam mudanças importantes na forma de se relacionar com as pessoas.
Apatia e sentimento de angústia.

Tratamento

Avaliações psicológica e nutricional são bem-vindas. Dependendo dos sintomas, um diagnóstico psiquiátrico, com possível prescrição de medicamentos é o ideal.
"Primeiro é preciso acolher o adoecimento emocional, para depois iniciar o tratamento clínico, envolvendo nutricionistas e educadores físicos", sugere a psicóloga.

Fonte: Hospital Albert Einstein


Aspargo - Saiba mais sobre este legume exótico

aliados da saúde
Aspargo - Saiba mais sobre este legume exótico

Saiba mais sobre o aspargo, um legume considerado exótico e valorizado pela alta gastronomia

Delicado e com propriedades diuréticas, o aspargo, chamado na Roma Antiga “legume de deus” é valorizado como iguaria gastronômica e como medicamento há, pelo menos, 200 anos antes de Cristo.

Foi aproximadamente nesse período que os romanos domesticaram a planta. Seus antecessores gregos usavam o aspargo selvagem, especialmente para fins medicinais.


A planta tinha reputação de curar uma enormidade de males, de problemas cardíacos à dor de dente. E, de certa forma, os males do amor, já que era considerada afrodisíaca.

Não se sabe se por essa razão, ou por outros motivos, o aspargo desapareceu das mesas durante a Idade Média. Por volta do século 16, ele retorna com honras à cozinha européia: o aspargo foi uma das plantas “exóticas” que a princesa italiana Catarina de Médicis levou na bagagem quando viajou para se casar com Henrique 2º, futuro rei da França.

Um século depois, Luís 14, o “Rei Sol” francês, condecorou o seu jardineiro por ele ter descoberto um meio de cultivar o precioso legume o ano todo.

 Na mesma época, os franceses desenvolveram uma técnica para obter aspargos brancos, que é o utilizado para a fabricação de aspargo em conserva.

Perecível, frágil e extremamente sensível à desidratação, o aspargo é, até hoje, “comida de luxo”.

Mesmo nos locais com condições propícias ao cultivo, é um legume caro. No Brasil, mais ainda: as condições não são tão adequadas ao plantio e a produção nacional é bem pequena.

O aspargo, assim como a acelga, tem uma série de substâncias antioxidantes, como compostos fenólicos e flavonóides. Essas substâncias têm demonstrado uma ação protetora contra o desenvolvimento de doenças crônicas, como as cardiovasculares e o câncer.

Entre os antioxidantes encontrados no aspargo, os carotenóides beta caroteno, luteína e zeaxantina podem ter ação preventiva em alguns tipos de câncer, como o de mama, e diminuem o risco de doenças oculares como degeneração macular e catarata.

O aspargo também contém fitoestrógenos, substâncias com estrutura similar aos hormônios humanos que podem ter ação redutora nos sintomas da menopausa e algum efeito preventivo em câncer do tipo hormônio-dependente.

Os fitoestrógenos encontrados no aspargo são a isoflavona as lignanas – essas últimas, em maior quantidade.

Por ser fonte de vitamina C, o aspargo contribui para o bom funcionamento do sistema de defesas do corpo e a melhor absorção do ferro, essencial para o transporte de oxigênio e a formação de glóbulos vermelhos no sangue — e o aspargo também é fonte vegetal de ferro.

Outro nutriente importante do aspargo é o folato, essencial para a produção do material genético e que previne más-formações fetais. É indicada para todas as mulheres em idade fértil.

Entre os minerais, o aspargo fornece boa quantidade de potássio e manganês. O potássio atua como regulador da pressão e do pH sanguíneos e auxilia os processos digestivos e as contrações musculares — após atividades físicas muito intensas, a reposição de potássio no organismo ajuda na recuperação dos músculos. E o manganês, além de facilitar os processos metabólicos, tem ação antioxidante.

Fonte: Nestlé - Enciclopédia da Saúde



Envelhecer - Preocupação de 9 em cada 10 brasileiros

Envelhecimento  -  90% dos brasileiros se preocupam com chegada da idade 

Pesquisa realizada no final de 2015, revelou que a velhice é preocupação de 9 em cada 10 brasileiros.

Problemas de saúde, solidão e dilemas financeiros são temores que acompanham a chegada da maturidade. 

Otimistas, 23% dos brasileiros esperam viver até 96 a 120 anos de idade — bem mais do que a expectativa de vida atual, de 74,9 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar disso, só 9% da população não têm medo de envelhecer.

As conclusões são da pesquisa “Envelhecer sem vergonha — qualidade de vida não tem idade”, encomendada pela Pfizer ao Instituto QualiBest e divulgada no final do ano passado em São Paulo.

Em geral, quanto mais jovem é a pessoa, maiores são as preocupações com o avanço do tempo, mostrou o estudo. Foram entrevistados 989 brasileiros com mais de 18 anos, de todas as regiões do país.

Há um preconceito grande na sociedade contra o envelhecimento, e isso gera medos em muita gente. Mas à medida que as pessoas envelhecem, elas vão percebendo que boa parte do que imaginavam negativamente não é bem assim.

Existe um lado positivo de ter mais experiência de vida e ter mais tempo para fazer o que gosta, por exemplo — analisa a psiquiatra Rita Cecília Ferreira, responsável pelo Programa da Terceira Idade do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo.

Embora a saúde tenha aparecido como o item mais importante da vida na idade atual dos entrevistados (para 76% deles) e como a principal preocupação para o futuro, pouco tem sido feito pelos jovens para garantir o bem-estar na velhice. Entre a população de 18 a 25 anos, apenas 39% mantêm uma dieta saudável e 31% fazem atividade física.

Os mais novos sabem da importância de se cuidar, mas ainda não aliam a teoria à pratica. Os mais velhos veem o tempo passando e começam a se mexer para não pagar as consequências — diz Rita.

Fonte: Jornal Extra


Grão-de-bico - Consumo pode controlar diabetes e doenças do coração

aliados da saúde
Grão-de-bico - Consumo pode controlar diabetes e doenças do coração

Estudos mostram que o consumo regular de grão-de-bico, pode ajudar no controle do diabetes, e na diminuição do risco de doenças cardiovasculares.

O grão-de-bico beneficia o desenvolvimento de bactérias benéficas no intestino grosso — ele contém um amido que resiste ao processo de digestão e serve de “alimento” para essas bactérias, que competem com as bactérias que fazem mal, diminuindo o desenvolvimento destas últimas e favorecendo o sistema imunológico do corpo.

As bactérias benéficas também podem ajudar a absorção de certos nutrientes, como o cálcio, e oferecer proteção contra o câncer colo-retal.


Por muito tempo, acreditou-se que o grão-de-bico era originário do sudoeste asiático. Ele é a base da alimentação dos indianos, talvez por ser uma boa fonte vegetal de proteína em um país em que grande parte da população é vegetariana.

Mas, antes de ser adotado na Índia, o grão-de-bico já era cultivado no Oriente Próximo, como mostram os registros arqueológicos. Provavelmente, a leguminosa foi levada da Turquia à Índia, onde se difundiu rapidamente.

Na Espanha, foi introduzido pelos fenícios e tornou-se bastante popular durante o domínio árabe na península ibérica. Foram principalmente os espanhóis que trouxeram o grão-de-bico para o Novo Mundo, pouco depois do Descobrimento.

Chegou ao Brasil com os portugueses, que utilizam o ingrediente em vários pratos típicos, mas seu cultivo e seu consumo cresceram por conta dos imigrantes vindos da Espanha e do Oriente Médio.

Apesar de ser a quinta leguminosa mais cultivada no mundo (depois da soja, do amendoim, dos feijões e da ervilha), a produção no Brasil ainda é pequena para atender ao consumo interno e o país importa grandes quantidades de grão-de-bico do México e da Argentina.
A boa quantidade de fibras alimentares do grão-de-bico também ajuda a prevenir o câncer de colón e do reto, e a constipação intestinal. Além disso, o consumo de alimentos ricos em fibras nas refeições faz com que a pessoa se sinta saciada mais rapidamente, o que pode ajudar no gerenciamento do peso e no controle do colesterol e depressão.

Entre os principais componentes das proteínas do grão-de-bico está o aminoácido triptofano. No organismo, essa substância se transforma em serotonina, um neurotransmissor relacionado às sensações de bem-estar e prazer.

O fósforo tem um papel fundamental na saúde dos ossos e dos dentes e auxilia a regeneração dos tecidos. O manganês, além de facilitar os processos metabólicos, tem ação antioxidante.

A niacina, ou vitamina B3, atua na formação do material genético, permitindo o crescimento normal e saudável. O folato (vitamina B9) também é essencial para a produção do material genético e contribui para prevenir más-formações fetais.

Como Conservar
O grão-de-bico seco deve ser guardado em recipiente hermeticamente fechado, ao abrigo da luz, do calor e da umidade.

Quando cozido, o grão-de-bico pode ser colocado, depois de frio, em recipiente tampado e guardado na geladeira por cerca de três dias. Também pode ser congelado.

O grão-de-bico enlatado deve ser retirado da embalagem depois que esta for aberta e guardado na geladeira da mesma forma indicada para o grão-de-bico cozido em casa.

Idéias para Servir
Cozido e temperado com molho vinagrete, o grão-de-bico pode ser servido como salada. Também pode ser misturado com outros grãos e cereais integrais (arroz, trigo) para uma salada de grãos.

A salada de bacalhau é feita com o peixe já preparado e desfiado e grão-de-bico. Tempere com azeite, sal, pimenta e salsa picadinha.

Da culinária árabe vem o homus, purê de grão-de-bico batido com azeite, suco de limão e pasta de gergelim (tahine). E da israelense, o falafel, bolinho frito de grão-de-bico.

Sopas substanciosas são feitas com grão-de-bico, sozinho ou acompanhado de outros legumes. Ele também entra em cozidos de carnes, aves e legumes.

Dicas de Preparo
Para acelerar o cozimento do grão-de-bico, coloque os grãos em um recipiente, cubra com água e deixe na geladeira por cerca de oito horas.

Fonte: Nestlé - Enciclopédia da Saúde


Dores de cabeça - Sua alimentação pode ser uma das causas

aliados da saúde
Dores de cabeça - Sua alimentação pode ser uma das causas

Nossa alimentação pode ser a causa pela dor de cabeça que sentimos algumas vezes

O que comemos, as quantidades que comemos ou se ficamos muito tempo sem comer pode resultar em dores de cabeça.

A dor de cabeça é um problema que atinge quase todas as pessoas, pelo menos uma vez. O que muitas pessoas não sabem porém, é que a dor de cabeça, enxaqueca e cefaleias podem ter origem ou agravantes dependendo da nossa alimentação.


A dor de cabeça, conhecida em termos científicos como cefaleia, quando acontece de maneira simples não representa causa de doença específica, embora o sintoma possa existir para certos estados clínicos.

Pode ter diversas causas, sendo as situações de estresse uma das causas principais. A constante exposição aos raios solares também pode desencadear estas dores no cérebro.

Porém em alguns casos a alimentação e, dizem os dentistas,  que até o formato errado da mordida também pode ser estimulador para o quadro clínico de nível leve.

Abaixo estão algumas orientações, que quando seguidas, podem auxiliar na redução ou até eliminação do problema:

Não pule refeições, porque o jejum pode aumentar a probabilidade de uma dor de cabeça, realizar refeições de 3 em 3 hs.

Alguns indivíduos podem ter sintomas de dor de cabeça através do consumo de café, chá, chocolate e cacau. Porém, para outras pessoas a cafeína pode ajudar a reduzir as enxaquecas: prestar atenção no consumo desses produtos!

A utilização de alimentos fonte de ômega-3 ou mesmo sua suplementação pode ser benéfica.

Os alimentos abaixo estão envolvidos com vários tipos de dor de cabeça:

- Alimentos fermentados:
Alimentos como fígado de galinha, queijos envelhecidos como o cheddar, vinho tinto, arenque em conserva, chocolate, fava e cerveja;

- Alimentos contendo histamina:
Peixes escombrióides ou ósseos espinhosos, como atum, cavala ou dourado;

- Álcool:
Bebidas alcoólicas como champanhe e vinho tinto contém tanto fenóis como tiramina;

- Embutidos:
Salsicha, peito de peru, presunto, mortadela, salame, presunto, bacon, etc...

- Café, chá e bebidas contendo cola:
Podem provocar uma cefaleia de abstinência por cafeína. Permita que a abstinência se processe gradualmente;

- Castanhas:
Algumas contém vasodilatadores, podendo provocar as dores.

Atenção: 
O Ministério da Saúde adverte que todas as pessoas que sofrem com fortes dores de cabeça deve procurar um neurologista para traçar diagnóstico preciso e eliminar todos os fatores de riscos, que por vezes podem ser mortais, como os tumores cerebrais e a aneurisma.

Fontes pesquisadas: Hospital Albert Einstein / Ministério da Saúde / Revista Bem Estar



Acelga - Fonte de nutrição e saúde

aliados da saúde
Acelga - Fonte de nutrição e saúde 

A acelga é rica em antioxidantes, que ajudam a nos proteger de algumas doenças crônicas como as do coração e o câncer

Rica em carotenóides (beta caroteno, alfa caroteno, luteína e zeaxantina), a acelga oferece uma boa quantidade de substâncias antioxidantes. Estas substâncias têm uma ação protetora contra o desenvolvimento de certas doenças crônicas, como as cardiovasculares e o câncer.

Alguns estudos de laboratório, feito com animais, apontam que a acelga pode contribuir para o controle do diabetes, mas ainda não há evidências que comprovem esse efeito em seres humanos.

A acelga é rica em vitamina K, que regula os processos de coagulação do sangue. Além de ser encontrada em alguns alimentos, essa vitamina também é fabricada pelo próprio corpo, por bactérias da flora intestinal.

Em excesso, a vitamina K pode causar interações indesejáveis com medicamentos anticoagulantes; por isso, pessoas que tomam esses remédios devem conversar com seus médicos, se consomem regularmente muitos alimentos ricos nesta vitamina.

A acelga também é ótima fonte de vitamina E — uma porção de dela fornece mais do que 10% das necessidades diárias do nutriente. A vitamina E é dotada de uma importante ação antioxidante, que atua protegendo as membranas das células do corpo, especialmente as do sistema imunológico.

A acelga é boa fonte vegetal de ferro, essencial para o transporte de oxigênio e formação de glóbulos vermelhos no sangue. É boa fonte também de magnésio, que contribui para o bom funcionamento do sistema imunológico e é importante para o desenvolvimento dos ossos e dentes.

Finalmente, a acelga também oferece fósforo. Esses mineral desempenha um papel fundamental na saúde de ossos e dentes, contribui para o bom funcionamento do sistema imunológico e auxilia a regeneração de tecidos.

Muito comum na culinária Japonesa, a acelga pode ser consumida na forma de salada, usando suas folhas cruas, que também podem ser cozidas ou ainda refogadas. O caule pode ser cozido, frito ou usado em sopas de legumes. Suas folhas podem ser usadas ainda para preparar uma infusão usada na medicina popular.

Benefícios da acelga a nossa saúde

Sendo um dos alimentos mais completos para a nutrição, a acelga possui uma lista extensa e impressionante de nutrientes e, embora possa ser encontrada durante o ano todo, o inverno é a época em que ela possui melhores valores nutricionais.

Rica em vitaminas K, A, C e E, a planta promove a saúde dos ossos e da vista, além de agir como antioxidante, combatendo os radicais livres, que são responsáveis pelo envelhecimento precoce da pele. Além disso, previne a deficiência de ferro, aumenta a imunidade e possui ação anti-inflamatória, ajudando a reduzir sintomas de asma, artrite reumatoide e osteoartrite. A vitamina K é crucial, ainda, para o bom funcionamento do cérebro e do sistema nervoso, promovendo a saúde e combatendo problemas neurológicos.

O potássio, presente na planta, ajuda a manter a pressão arterial controlada, assim como a função cardíaca. É eficaz na prevenção da hipertensão arterial, aterosclerose e, além disso, rica em ferro, a acelga é fonte de energia.

Seu consumo auxilia ainda na diminuição dos sintomas da gastrite, na eliminação das toxinas do sangue e no combate à anemia e fraqueza. A planta possui ainda ácido siríngico e fibras, auxiliando no processo de regulação dos níveis de açúcar no sangue, sendo excelente para aqueles que sofrem com o diabetes.

Fonte: Enciclopédia da Nutrição - Nestlé


Obesidade e câncer - Dieta mediterrânea pode ajudar a prevenir

aliados da saúde


Segundo estudos realizados pela Universidade de Navarra, adotar dieta mediterrânea pode ajudar a prevenir a obesidade e o câncer

A principal estrela desse tipo de alimentação é o azeite de oliva, rico em antioxidantes e capaz de reduzir o colesterol ruim e de proteger o coração. 

Peixes, oleaginosas, laticínios, frutas e verduras também compõem a dieta originária da região do Mar Mediterrâneo.

Nos anos 40, o cientista americano Ancel Keys decidiu pesquisar a saúde cardiovascular e os hábitos alimentares de oito países, EUA, Finlândia, Holanda, Itália, Croácia, Sérvia, Grécia e Japão.

Mais de 12.000 pessoas com idade entre 40 e 59 anos foram avaliadas e uma aldeia em Creta surpreendeu – o índice de mortalidade nessa comunidade era o menor do mundo.

A análise sugeriu que a responsável por essa longevidade era a dieta da região, que ficou conhecida como “dieta mediterrânea”.

Os benefícios podem ir além da saúde cardiovascular. Um recente estudo da Universidade de Navarra, na Espanha, sugeriu que a alimentação mediterrânea pode até reduzir a incidência de câncer de mama.  A pesquisa, intitulada Predimed (Prevención com Dieta Mediterránea), foi publicada na revista científica da área médica JAMA.

O estudo avaliou 4.282 mulheres com idades entre 60 e 80 anos e, após cinco anos, constatou que aquelas que seguiram a dieta mediterrânea com azeite tiveram uma diminuição de 62% do risco de desenvolver câncer de mama quando comparados ao grupo que seguiu apenas uma dieta pobre em gordura. Entre todas as participantes, foram diagnosticados 35 casos da doença no período.

Para o oncologista Max Senna Mano, do Hospital Sírio-Libanês, mesmo que a pesquisa não seja conclusiva, já serve como um alerta para a importância da alimentação na prevenção de doenças.

“Talvez os óleos verdes tenham um papel na saúde além do que a gente sabe”, diz, referindo-se ao azeite de oliva consumido na dieta mediterrânea.

Segundo Mano, outro benefício desse tipo de alimentação é que ela proporciona baixo ganho de peso, por priorizar a gordura vegetal em vez da gordura animal. O médico afirma que a obesidade pode ser considerada como um dos fatores de risco para o aparecimento de tumores.

Um estudo conduzido por pesquisadores da London School of Hygiene &Tropical Medicine e do Farr Institute of Health Informatics apontou que um alto índice de massa corporal está associado ao desenvolvimento dos 10 tipos de câncer mais comuns, como de útero, de cólon, de mama, de tireoide e a leucemia.

“No meu consultório, eu sempre recomendo que as pessoas fiquem magras, façam exercícios físicos, uma dieta pobre em gorduras animais, baixo consumo de álcool e evitem o tabagismo”, diz o oncologista do Sírio-Libanês.

Fonte: Coração e Vida


Frutas, verduras e legumes - Brasileiros comem menos que o indicado

aliados da saúde
Frutas, verduras e legumes - Brasileiros comem menos que o indicado

Não é difícil perceber que frutas, legumes e verduras têm perdido espaço para os alimentos industrializados no prato do brasileiro. 

Um novo estudo confirmou essa tendência e mostrou que o problema é ainda mais grave justamente entre os mais jovens.

O trabalho, publicado na revista científica "Journal of Human Growth and Development", revisou 23 pesquisas feitas no Brasil sobre o tema entre 2005 e 2015. O resultado final mostra, por exemplo, que só 12,5% dos adolescentes consomem uma porção de fruta, legume ou verdura por dia, quando o ideal, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), seriam cinco porções (ou 400 gramas).

Entre os idosos a situação é um pouco melhor. Em algumas capitais, como Belo Horizonte e Florianópolis, até 40% deles têm um consumo adequado desses alimentos.

Além desse grupo, mulheres e pessoas de melhor nível socioeconômico são as que mais comem alimentos mais saudáveis. Mas, considerando todas as faixas etárias, os resultados não são bons.

Curiosamente, alguns estudos apontam que até 80% das pessoas estavam equivocadas sobre seu próprio consumo de frutas e legumes, acreditando que estavam ingerindo a quantidade ideal de alimentos saudáveis.

Pesquisa do IBGE de 2011 já havia apontado que 90% da população brasileira não consumia os 400 gramas diários de frutas, legumes e verduras preconizados pela OMS.

Segundo o nutrólogo Rubens Feferbaum, professor de pediatria da Faculdade de Medicina da USP e autor do estudo, o consumo inadequado está relacionado ao ganho de peso, o que ajuda a explicar por que mais da metade dos adultos no país está obesa.
"Quando você come frutas e verduras, ingere carboidratos mais complexos, com fibras, e acaba comendo menos carboidratos mais simples [feitos de farinha refinada, como pães brancos e bolachas]."
Outro estudo, publicado na revista científica "Plos One", mostrou ainda que o consumo de frutas e legumes, de fato, ajuda a perder peso, mas depende de quais frutas e legumes estamos falando.

A pesquisa acompanhou a dieta de mais de 117 mil pessoas entre 30 e 40 anos de idade no início do estudo durante um período de 24 anos.

Em geral, o consumo maior de "berries", como morango e amora, mostrou-se relacionado a uma perda de peso de 500 g. O de frutas cítricas, a uma perda de 112 g. Adicionar uma porção diária de tofu ou soja pode representar perda de até 1 kg, enquanto maçãs e peras levam a 560 g a menos. Batatas, ervilhas e milho não levaram a perda nenhuma.

Fonte: Folha de São Paulo


Prática de exercícios físicos - Nunca é tarde para começar a se exercitar

Prática de exercícios físicos - Nunca é tarde para começar a se exercitar

Passada a idade mais comum para o início da prática esportiva, vale a pena começar corrida, natação ou ciclismo? A resposta será sempre sim. 

O médico Nabil Ghorayeb afirma que pessoas com mais de 50 anos devem fazer exames e iniciar qualquer atividade física, deixando o sedentarismo de lado o quanto antes.

Várias pesquisas sérias mostram que em qualquer idade devemos praticar atividade física regular, sem ou com supervisão médica.

Evidentemente, desde que não haja contraindicação ortopédica ou de problemas do nosso organismo como DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), sequelas de AVC (acidente vascular cerebral), as poucas cardiopatias (obstrução, chamada também de estenose de válvula cardíaca), cujas pioras têm relação com exercícios físicos e mesmo outras doenças que têm limitações físicas como labirintite, reumatismo crônico, obesidade etc.

Para evitarmos o sedentarismo nos portadores dessas doenças, recomendamos procurar serviços públicos ou particulares de reabilitação. Para terem ideia, as pessoas portadoras de necessidades especiais, como por exemplo, os cadeirantes e outros passaram a ter como parte obrigatória de seu longo tratamento a atividade física regular.

A prática de exercícios físicos três a quatro vezes na semana conseguiu diminuir o risco de obesidade, diabetes e cardiopatias que se elevaram muito nesse grupo de pessoas.

A faixa de idade conhecida como máster e sênior passou a se interessar pela prática esportiva de uma maneira explosiva, e esse grupo depois de qualificada e competente avaliação médica especializada se beneficia enormemente na longevidade, melhor evolução das doenças, e ainda ganham o que todos desejamos, muito melhor qualidade de vida.



Vale a pena lembrar que os benefícios adquiridos desaparecem quase que completamente se a pessoa voltar à vida sedentária por qualquer razão que seja. Infelizmente não existe poupança de benefícios dos exercícios. Se parar, em poucas semanas perde-se o benefício adquirido, e deve-se atentar que no retorno, o reinício deve ser gradual e partindo de um novo começo, tudo isso para evitar lesões decorrentes da vontade de atingir logo o ponto de performance onde estava.

Fazer exercício de três a quatro vezes por semana é o indicado

Passou dos 40? Lembre-se de alguns pontos cruciais:

1 - Faça atividades físicas regulares sempre e tenha como foco atingir os benefícios pela regularidade e não pela intensidade, que apesar de incentivada por alguns, é a causadora mais frequente das lesões ortopédicas e até cardíacas.

2 - Pela faixa de idade é obrigatória uma avaliação clínica previa complementada pelos exames de eletrocardiograma e teste ergométrico simples com médico ao seu lado, caso não seja possível o
ergoespirométrico.

3 - Escolha a modalidade esportiva possível que lhe traz um mínimo de prazer.

4 - Suplementos, só com indicação nutricional. Hormônios só com clara e esclarecida indicação médica, e na dúvida faça segunda opinião sem constrangimentos, pois é absolutamente ética essa medida.

5 - Nunca utilize medicamentos que não sejam indicados por médico.

Fonte: Euatleta


Doenças do fígado - Bebidas para limpar o seu fígado naturalmente

aliados da saúde
Doenças do fígado - Bebidas para limpar o seu fígado naturalmente

O fígado é um dos órgãos mais importantes de nosso corpo já que cumpre funções que são vitais para a nossa saúde. 

Este órgão é o encarregado da desintoxicação, da regulação do metabolismo, da purificação do sangue, da síntese de proteínas plasmáticas, absorção e armazenamento de vitaminas, entre outros. 

Existem muitos fatores e hábitos que põe em risco a saúde deste importante órgão e como consequência afeta nossa saúde a nível geral. É importante estar alerta ante qualquer moléstia hepática, já que pode se converter em algo grave e difícil de ser controlado.


A saúde do fígado pode estar em constante risco se não prestarmos a atenção necessária, já que muitos dos hábitos que temos podem ser grandes causadores da saúde ruim e de seus problemas.

Vamos deixar aqui 5 bebidas que irão te ajudar a limpar o fígado de maneira natural, para que você se previna de muitas doenças.

Um suco, refresco ou ainda néctar é uma bebida produzida através do líquido extraído de quase todos os frutos, geralmente despejando-o em um recipiente.

Opcionalmente, o líquido pode ser coado antes do consumo. Certa quantidade de água também pode ser adicionada ao recipiente para a diluição do suco.

Por fim, geralmente adiciona-se uma dosagem de açúcar ou adoçante ao suco para deixá-lo mais saboroso, com dosagem variada de acordo com o gosto. Além dos frutos, sucos também podem ser obtidos pelo processamento de outras partes dos vegetais, tais como folhas, talos ou raízes.

É disponível no comércio o suco concentrado, que requer a adição de água para reconstituir o líquido ao estado (aproximado) do suco original.

Recentemente, tornou-se popular a combinação de sucos de diferentes frutas em uma única bebida.


Suco de maçã
Doenças do fígado - Bebidas para limpar o seu fígado naturalmente


A maçã é rica em fibras e contém ácido málico, um composto que ajuda a amolecer os cálculos intra biliares. Tomar o suco de maçã é ideal para limpar o fígado de uma forma natural e com isso prevenir qualquer tipo de infecção que possa te afetar.

Você vai precisar:

½ kg de maçãs

½ limão

Açúcar a gosto.

Água.

O que fazer?

Lave muito bem o quilo de maçãs e sem retirar a casca, corte em pedaços para por no liquidificador.

Adicione o suco de meio limão, açúcar a gosto e dois copos de água.

Bata muito bem todos os ingredientes e beba o suco.

Durante os dias de limpeza do fígado com suco de maçã, tente evitar o consumo de proteínas, produtos lácteos e frituras. O suco de maçã deve ser tomado durante seis dias, preferivelmente de jejum.

Chá verde

O chá verde é conhecido em âmbito mundial pelas suas propriedades e benefícios que possui para o organismo. Entre todas as suas propriedades, o chá verde está carregado de catequinas, um tipo de antioxidante vegetal que de acordo com diferentes estudos, possuem a capacidade de eliminar o acúmulo de gordura no fígado e promover a função hepática adequada.

O que fazer?

Tome infusões de chá verde, de maneira moderada. O ideal é consumir o chá em jejum, ou antes, de ir dormir. O chá verde em excesso pode apresentar efeitos secundários que afetam outras partes do nosso organismo.


Batida de toranja

Esta batida limpa o fígado, ajuda a desintoxicar o corpo e fortalece o sistema linfático. Ela não apresenta efeitos secundários, por isso pode ser consumida todos os dias sem maiores consequências para a nossa saúde.

Você vai precisar:

Duas toranjas grandes

Dois dentes de alho fresco

Um pedaço de raiz de gengibre fresco

Quatro limões

300 mL de água destilada filtrada

Uma colher ou tabletes de acidófilus

Duas colheres de azeite de oliva de primeira pressão a frio

O que fazer?

Em primeiro lugar você deve extrair o suco dos dois limões e das toranjas.

Aparte rale o gengibre e triture o alho para extrair seu suco.

No liquidificador, coloque o resto dos ingredientes e adicione os sucos, o gengibre e o alho.

Bata muito bem todos os ingredientes e consuma a batida antes de ir dormir.

Suco de mirtilos vermelhos

Os mirtilos vermelhos contêm propriedades depurativas e desintoxicantes ideais para limpar o fígado. Seu alto conteúdo em vitaminas, minerais e antioxidantes essenciais os convertem em um aliado excelente para a boa saúde, já que previnem o organismo de muitas doenças.

Você vai precisar:

Duas maçãs vermelhas grandes

Uma pera verde grande

½ xícara de mirtilos vermelhos frescos

Um caule de aipo grande

Um pepino pequeno

O que fazer?

Misture todos os ingredientes no liquidificador sem retirar a casca. Bata muito bem e logo depois consuma.

Você deve tomar o suco durante cinco dias consecutivos.

Suco de cenouras



A cenoura contém vitaminas e minerais, entre eles, a vitamina A, vitamina B, vitamina C, cálcio, fósforo e potássio. Seus compostos são depurativos e previnem o fígado de muitas infecções, já que ajudam a desintoxicar e eliminar aquelas substâncias que o corpo não precisa mais.

Você vai precisar:

½ pepino com casca

Quatro cenouras com casca

Um ramo de aipo

O que fazer?

Lave muito bem os ingredientes e corte-os em pedaços pequenos.

Bata muito bem todos os ingredientes até ter uma mistura homogênea.

Consuma seu suco de cenoura e repita seu uso durante sete dias.

Fonte: Revista Viva Saúde


Vinagre de maçã conheçam os benefícios - Ajuda até a emagrecer

aliados da saúde
Vinagre de maçã conheçam os benefícios - Ajuda até a emagrecer

Vinagre, seu uso vai muito além de temperar a salada!

As qualidades do vinagre vão além do uso na cozinha. O líquido, que é feito a partir da fermentação alcoólica de um carboidrato seguida da fermentação secundária por ácido acético, também é conhecido pelas suas qualidades medicinais há milhares de anos. O estudioso grego Hipócrates, que nasceu em 460 a.C., já exaltava as qualidades da substância em seus escritos.

Um de seus compostos mais importantes é o ácido acético, que atua na queima de calorias. “Além disso, promove a sensação de saciedade, dada a presença das quercetinas”, explica a nutricionista Camilla Coelho. “Elas atuam mais ou menos como as fibras, retardando o esvaziamento gástrico”, completa. Um trabalho publicado na revista Bioscience, Biotechnology and Biochemistry (2009) comprova: após observar 175 pessoas obesas que consumiram o vinagre diluído em água por 12 semanas, antes das refeições, concluíram que houve redução de 10% da gordura visceral e do peso corporal do grupo.

Ao longo dos anos, o vinagre tem sido feito por meio da fermentação de uma variedade de materiais, como melado, frutas, mel, batata, beterraba, malte, entre outros. Mas, entre tantos tipos, o feito de maçã se destaca por suas propriedades. O Vinager Institute é um dos responsáveis por promover a versatilidade do produto. É possível até listar 12 de seus benefícios para você fazer uso do vinagre não apenas na saladinha.

Os usos a seguir são reportados pela ciência e pela sabedoria popular. Confira:

1. Refresca o hálito

Alguns juram que fazendo bochecho de vinagre de maçã com água, é possível reduzir o mau hálito. Será?

2. Trata refluxo gástrico

Muitas pessoas acreditam que esse problema é causado por uma superprodução de ácido, mas é totalmente o contrário. O corpo não produz ácido suficiente. O tratamento consiste em tomar de uma a duas colheres de chá  de vinagre de maçã diariamente.

3. Alivia incômodo gastro-intestinal

Se você sofre de diarreia por infecção causada por bactéria, o líquido pode ajudar devido a suas propriedades antibióticas. Alguns especialistas também sugerem que a pectina encontrada no vinagre de maçã pode ajudar a acalmar espasmos intestinais. Basta misturar de uma a duas colheres de sopa do líquido em água ou suco de maçã e beber.

4. Previne indigestão

Se você está planejando “se acabar” em uma refeição que pode não cair muito bem, tente beber uma colher de chá de vinagre de maçã, misturada a uma colher de chá de mel em um copo de água morna. Beba 30 minutos antes da refeição.

5. Acaba com soluços

Há muitos “remédios” para “parar” soluços, segundo a sabedoria popular. Tente este da próxima vez em que tiver o incômodo: uma colher de chá de vinagre de maçã garganta abaixo!

6. Cuida do cabelo

Para os cabelos oleosos, o vinagre tem função de limpeza: enxágue o cabelo com uma mistura de duas colheres de sopa de vinagre em um copo de água.

7. Alivia dor de garganta

Logo que você sentir os primeiros sinais de dor de garganta, tente um dos dois métodos: misture ¼ de vinagre de maçã com água morna e gargareje de hora em hora; ou misture uma colher de sopa do líquido com água quente e um pouco de mel e beba.

8. Combate a coceira

Um pouquinho de vinagre aplicado com algodão é comumente recomendado para fazer com que uma mordida de mosquito pare de coçar. Vai arder, mas vai ajudar a acalmar a irritação.

9. Minimiza problemas na pele

Muitos que sofrem de problemas dermatológicos adoram vinagre de maçã por reduzir inflamação. Tente dar uma pincelada de vinagre nas áreas afetadas fazendo uso de algodão.

10. Diminui os níveis de glicose

O vinagre de maçã tem também propriedades para combater a diabetes. Muitos estudos têm mostrado seu efeito positivo nos níveis de açúcar do sangue. Um estudo de 2007 com participantes com diabetes tipo 2 descobriu que duas colheres de sopa do vinagre antes de ir para a cama abaixaram a glicose pela manhã de 4% a 6%.

11. Abaixa o colesterol e a pressão alta

Vários estudos com ratos têm mostrado os benefícios do vinagre para abaixar o colesterol e a pressão alta. Não há evidências de que pode funcionar nas pessoas, mas pesquisas continuam nessa área.

12. Auxilia na perda de peso

Há muito tempo, o vinagre tem sido usado parar ajudar na perda de peso. Embora esse efeito não tenha sido cientificamente comprovado, muitas pessoas insistem nessa prática. Um  pequeno estudo, em 2005, evidenciou que pessoas que comeram um pedaço de pão com pequena quantidade de vinagre se sentiram mais saciadas do que aquelas que não fizeram uso do vinagre. Ainda assim, sabemos que (infelizmente) não existe fórmula mágica para perder peso!

Fonte: Mother Nature Network


Topo