Óleo de coco - Mitos e verdades sobre o tratamento da vez

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Óleo de coco - Mitos e verdades sobre o tratamento da vez

Na alimentação ou na hidratação da pele e do cabelo, o óleo de coco já virou febre, principalmente entre os famosos.

O mundo dos produtos naturais não está livre de modismos. Atualmente, o óleo de coco aparece na lista de itens de beleza de famosas como Angelina Jolie, Gisele Bündchen entre outras. 

Para tirar dúvidas, especialistas respondem sobre alguns dos benefícios atribuídos ao óleo de coco para saber quais são os mitos e verdades deste produto para a beleza.



Precisa ser 100% óleo de coco
VERDADE: 
Muitos produtos vendidos como naturais são misturados com óleo mineral, o que pode anular todos os benefícios do produto derivado do coco. Segundo a dermatologista Juliana Neiva, somente o óleo de coco orgânico possui vitamina E, que tem poder antioxidante e ácidos graxos que garantem a hidratação. O óleo 100% natural é rapidamente absorvido pela pele, deixa a região aquecida e mais macia --e não só lubrificada.

Hidrata até as regiões mais secas do corpo
VERDADE: 
Calcanhar grosso, joelhos e cotovelos ressecados? Sim, até isso o óleo de coco resolve. A esteticista e cosmetóloga Roseli Siqueira indica esfoliar estas regiões com o produto combinado ao açúcar, remover, passar o óleo novamente e manter por cerca de cinco minutos. Para melhores resultados, o procedimento deve ser feito duas vezes por semana no primeiro mês e depois uma vez por mês para manter a hidratação.

É um dos melhores hidratantes para o cabelo
VERDADE: 
Wesley Nóbrega, cabeleireiro do Studio W Higienópolis, recomenda que o óleo nunca seja utilizado sozinho e sim combinado a máscaras de hidratação por 15 a 20 minutos e removido após o processo. Todos os tipos de cabelo podem usar o produto, basta não passar o óleo na raiz e experimentar a quantidade ideal de acordo com a necessidade de hidratação dos fios. Quanto mais seco, mais óleo.


Pode aumentar a oleosidade da pele e do cabelo
MITO: 
Todos os tipos de pele e de cabelo podem fazer uso do óleo de coco para maior hidratação, segundo Roseli. Wesley ainda afirma que o óleo só vai deixar o cabelo mais pesado, mas que não estimula uma maior produção da oleosidade natural dos fios. O segredo, tanto para aplicação na pele quanto para o cabelo, é sempre remover o produto após a utilização.

Ajuda a emagrecer
VERDADE: 
Segundo a nutricionista Maiara Fidalgo, aliar o óleo de coco a uma dieta de baixa caloria potencializa em sete vezes a redução gordura abdominal, aumenta a saciedade, reduz a liberação exagerada de insulina, melhora o funcionamento do intestino e acelera a queima de gordura. Além disso, reduz a compulsão por carboidratos, especialmente doces.

Pode usar até no café
MITO: 
Uma das famosas utilizações do óleo de coco é colocá-lo no café. Maiara afirma que ele pode ser utilizado em outras preparações, tais como refogados e grelhados, mas que não traz benefícios estéticos se acrescentado à bebida.

Todo mundo pode consumir como alimento
VERDADE: 
Como alimento, o óleo de coco não possui contraindicações, desde que consumido nas quantidades recomendadas. A nutricionista da rede Mundo Verde, Thaís Souza, indica consumir 1/2 colher de sopa por dia e aumentar gradativamente a quantidade até duas a três colheres de sopa diárias.

Fonte: UOL - Beleza


Adesivos para emagrecer - Médicos alertam para o perigo

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A busca por um corpo perfeito e magro é uma das conquistas mais desejadas pela mulher. Entretanto, o caminho nem sempre é fácil. Dietas e uma rotina de atividades físicas são os procedimentos mais comuns e eficazes.

Além destes, há quem tome medicamentos e, agora, os adesivos que prometem queimar gordura milagrosamente sem a necessidade de muito esforço começam a ser oferecidos pela internet.      

Os médicos já deram o alerta, afirmando se tratar de um procedimento muito perigoso. E a própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já proibiu algumas formulações.

Entretanto, algumas fórmulas similares continuam à venda. Não só prometendo a queima de gordura como, também, tratar de outros problemas, como por exemplo o Mal de Parkinson.


Na opinião dos profissionais, é possível se preocupar com o que é oferecido no mercado, uma vez que sempre há o surgimento de medicamentos ou produtos novos que costumam atrair pelos benefícios aparentes que oferecem.

Hoje, existem muitos medicamentos que prometem ajudar no emagrecimento. No entanto, de acordo com especialistas, para que ele seja comercializado se faz necessário registro com comprovação científica de sua eficácia.

Além disso, estudos científicos para apontar que os benefícios oferecidos pelo remédio são maiores quando comparados com os riscos e que não haverá danos em longo prazo.  

No caso dos adesivos de emagrecimento, os médicos explicam que estes não cumprem nenhuma dessas exigências. Por conta disso, sua comercialização é considerada irregular.

Propaganda enganosa

Segundo nutricionistas, a ideia dos adesivos do emagrecimento é queimar gordura através da pele, fazendo com que hormônios cheguem às camadas de gordura, destruindo-a.

De acordo com os médicos, a pele é uma via para introdução de hormônios que causa menos danos ao organismo quando comparado ao consumo de medicamento por via oral.
Por outro lado, eles não são capazes de destruir a gordura. Além disso, independente do hormônio, ele não pode ser usado de forma indiscriminada e muito menos sem prescrição de um especialista.

Sendo assim, o ideal antes de se aventurar a usar qualquer medicamento é não só certificar-se de que ele é legalizado e tem os resultados comprovados, como, também, pedir a opinião de um profissional.

Isso porque mesmo os remédios liberados, como os fitoterápicos, por exemplo, pode representar perigo à saúde por conta de sua fisiologia, causando reações diversas no paciente.

Fonte: Uol - Na telinha

Pressão Baixa - Saiba mais sobre a hipotensão

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Pressão Baixa - Saiba mais sobre a hipotensão

Saiba mais sobre hipotensão, popularmente conhecida como pressão baixa!

Tontura, visão turva, dor de cabeça, sudorese fria, sonolência, fraqueza e até desmaio são alguns sintomas da hipotensão, a popular “pressão baixa”.

Ao contrário da hi­­pertensão, que pode levar a consequências sérias como o infarto, raramente as pessoas com pressão menor do que 12 por 8 têm alguma doença séria associada. Em geral, os episódios estão ligados a fatores ambientais, como calor excessivo ou falta de hidratação.


A pressão baixa não é considerada uma doença em si, mas pode estar relacionada com doenças graves como infarto do miocárdio, embolia pulmonar, diabetes, doença de Addison e a síndrome de Shy-Drager, por exemplo.

De acordo com os critérios internacionais estabelecidos, os valores de referência desejáveis da pressão arterial estão ao redor de120mmHg x 80mmHg, ou 12cm x 8cm. Considera-se que uma pessoa está com pressão baixa, ou hipotensão arterial, quando esses níveis são menores do que 90mmHg X 60mmHg. É preciso ressalvar, porém, que pessoas saudáveis podem ter níveis assim baixos sem manifestar os sinais negativos da hipotensão arterial.

Causas
Uma das causas mais frequentes de diminuição da pressão arterial é denominada de hipotensão postural, que acontece quando as pessoas, ao mudarem subitamente a posição do corpo, sentem tonturas ou a visão turva, sensação que passa em alguns segundos. É o que ocorre quando alguém, depois de estar durante muito tempo agachado, ao levantar-se subitamente, sente-te tonto e a visão embaralhada, chegando a oscilar o corpo ou mesmo a cair. Todavia, isso nem sempre significa doença, e acontece principalmente em pessoas não condicionadas fisicamente.

Pessoas desidratadas, como as que recebem altas doses de diuréticos, também podem apresentar quedas de pressão ao mudarem subitamente de uma posição para outra.

As baixas de pressão arterial são também uma manifestação freqüente em pessoas convalescendo de doenças ou que permaneceram por muitos dias acamadas. Nestes casos, a freqüência cardíaca costuma subir de 15 ou mais batimentos por minuto devido à diminuição da pressão arterial.

Pessoas que recebem certos medicamentos para baixar a pressão arterial, ou portadores de doenças neurológicas, endócrinas, como diabetes,também podem apresentar queda de pressão, ao passarem da posição deitada, ou sentada, para ficarem de pé. Nestas situações, a queda de pressão provoca nenhuma ou apenas uma discreta elevação da freqüência dos batimentos do coração.

Sintomas
* Tonturas, vertigens ou desmaio
* Batimento cardíaco rápido ou irregular
* Náuseas e vômitos
* Sentir mais sede do que o habitual
* Visão embaçada
* Fraqueza
* Confusão
* Cansaço
* Pele fria e pegajosa
* Respiração ofegante
* Fezes negras
* Febre.


Diagnóstico
Os especialistas que podem diagnosticar pressão baixa são o Clínico geral e o Cardiologista. Ao procurar um médico, vá preparado para a consulta para facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

* Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
* Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
* Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O exame clínico e o levantamento da história do paciente são dados importantes para o diagnóstico da hipotensão, mas testes de laboratório podem fazer-se necessários para respaldar o diagnóstico. Em alguns casos, é necessário pedir um exame chamado MAPA (monitorização ambulatorial da pressão arterial). Outros exames complementares que podem ser solicitados:

* Eletrocardiograma (ECG)
* Ecocardiograma
* Teste de esforço
* Manobra de Valsalva
* Teste de inclinação

Tratamento
O tratamento da hipotensão arterial é determinado pelas características, gravidade e causas dos sintomas. Na ausência deles, em geral as pessoas saudáveis com pressão baixa não necessitam de nenhum tipo de intervenção terapêutica. No entanto, quando a hipotensão é determinada por uma doença de base, o objetivo do tratamento deve ser reverter, atenuar ou corrigir esse distúrbio.

Nos casos de queda brusca de pressão arterial, as seguintes medidas podem ajudar a controlar a crise: a pessoa deve deitar-se numa posição confortável e, se possível, com os pés mais elevados do que o coração e a cabeça; deve também ingerir bastante líquido, mas em pequenos goles e dar preferência a sucos de frutas, se estiver em jejum há muito tempo.

No entanto, se os sintomas persistirem por mais de 15 minutos, a pessoa deve ser encaminhada para atendimento médico de urgência sem demora.

Recomendações
* Levante-se com cuidado. Se estiver deitado/a, sente-se primeiro na cama e permaneça nessa posição por alguns minutos antes de ficar em pé;
* Beba bastante líquido para evitar a desidratação e a hipovolemia;
* Verifique se os medicamentos que está usando têm algum tipo de ação sobre pressão arterial;
* Pratique exercícios físicos regularmente: eles têm ação benéfica sobre a circulação sanguínea e a pressão arterial;
* Evite permanecer por longos períodos em ambientes muito quentes e úmidos;
* Procure um médico para avaliação clínica, se as crises de hipotensão se repetirem. A pressão baixa pode ser sinal de algumas doenças, que precisam ser investigadas e tratadas.

Fonte: Revista Seleções


Benefícios das algas para nossa saúde

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Benefícios das algas para nossa saúde

Há muito tempo as algas fazem parte da nossa alimentação, especialmente a dos japoneses. Algas são capazes de promover muitos benefícios à saúde quando aliadas a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. 

Dentre os diversos tipos de algas, podemos citar a clorela e a spirulina. Conheça um pouco mais sobre elas!

Clorela e Spirulina: O que são? Quais as diferenças? (Saiba mais)

Como já foi dito, tanto a clorela quanto a spirulina são algas, porém, apesar de serem parecidas, possuem suas diferenças, saiba quais:

 A clorela é uma alga verde, enquanto a spirulina é um tipo de alga azul esverdeada, mas suas diferenças não acabam por aí. A clorela é uma alga que apresenta 70% de sua composição pura clorofila, o que faz dela a maior fonte de clorofila (benefícios antioxidantes). 

Já a spirulina é rica em proteínas (possui 60-70% de proteínas em sua composição), apresentando teores mais elevados do que a carne de peixe (15-20%), sementes de soja (35%), ovos (12%), cereais (8-14%) e leite integral (3%), além de ser uma boa fonte de aminoácidos essenciais (aqueles que o nosso corpo não consegue produzir). Dessa forma, é uma excelente opção para complementar a alimentação de veganos e vegetarianos.

Vale ressaltar que as algas também são ótimas fontes de vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais, um tipo de gordura boa, como o ômega 3, que o nosso organismo não consegue produzir.

Além disso, estudos têm demonstrado que as algas podem produzir até 30 vezes mais óleo que a soja, sendo a clorela a que possui maior produtividade.

Quais os benefícios da Clorela e Spirulina 

Devido às suas propriedades nutricionais, essas algas podem ser classificadas como superalimento. Clorela e spirulina podem, então, proporcionar inúmeros benefícios à saúde, dentre eles:


  • Possuem boa digestibilidade.
  • Oferecem suporte ao sistema imunológico.
  • Possuem ação antioxidante, ajudando no combate aos danos causados pelos radicais livres, prevenindo, assim, o envelhecimento precoce e o surgimento de algumas doenças.
  • Ajudam a regular nosso apetite por promover sensação de saciedade.
  • Podem funcionar como aliadas no processo de perda de peso.
  • Possuem propriedades desintoxicantes.
  • Ajudam a regular os níveis de colesterol no sangue.
  • Estudos têm demonstrado ainda que o consumo de ômega 3 obtido de microalgas é benéfico para o desenvolvimento neural, além de prevenir problemas cardíacos, hipertensão, diabete, artrites, asma, esquizofrenia e depressão.
Clorela e Spirulina são desintoxicantes 
Essas algas possuem ação detox, ou seja, contribuem para eliminar toxinas. Clorela e spirulina fazem uma “faxina interna” no nosso organismo, ajudando a eliminar essas substâncias estranhas do corpo, que por sua vez se acumulam diariamente por meio da exposição à poluição, fumaça de cigarro, ao sol e má alimentação, que causam muitos prejuízos à saúde e ao bom funcionamento do organismo.

Clorela e Spirulina Emagrecem? 
Na verdade, sozinhas elas não promovem emagrecimento, porém, quando aliadas a uma alimentação balanceada e hábitos de vida saudáveis, podem contribuir com esse processo. Isso porque elas aumentam a sensação de saciedade e possuem ação detox, ajudando na eliminação de toxinas, que por sua vez podem ser um dos fatores que dificultam o emagrecimento.

Contra-indicações da Clorela e Spirulina 
Apesar dos diversos benefícios, spirulina não é indicada para gestantes, nutrizes, crianças e fenilcetonúricos (doença genética que torna incapaz a metabolização da fenilalanina).

Efeitos colaterais da clorela e sprulina
A clorela e a spirulina são produtos naturais e quando consumidos de maneira adequada e sem exageros não causam efeitos colaterais. Porém, em excesso podem causar alguns desconfortos gastrointestinais. Por isso, o ideal é consultar um nutricionista para verificar a melhor maneira, bem como a quantidade correta de clorela e spirulina que pode ser incluída na alimentação.

Fonte: Natue


Suplementos de Proteínas - Prós e Contras

Suplementos para ganhar massa muscular: quem precisa deles?

Produtos podem aumentar os resultados dos exercícios físicos, mas colocam a saúde em risco se usados sem necessidade ou orientação de um profissional — o que está se tornando cada vez mais comum.

Houve um tempo em que apenas fisiculturistas usavam suplementos de proteína --o chamado whey protein é o mais famoso deles--, mas hoje em dia seu uso é disseminado.

Supostamente, eles nos ajudam a ganhar músculos e evitam que os percamos à medida em que gastamos energia.

Sem dúvida, o marketing das empresas fabricantes está funcionando: quase 1 em cada 20 pessoas com idades entre 40 e 50 anos toma esses suplementos. Mas será que precisamos mesmo de mais proteína em nossas dietas? E esses suplementos ajudam mesmo a ganhar músculos?

Parece haver uma lógica em tudo isso: os músculos contêm proteínas, ou seja, proteína extra deveria gerar mais músculos. Então, com a ajuda do médico Stuart Gray, da Universidade de Glasgow, do Reino Unido o programa da BBC Trust me, I am a doctor ("Confie em mim, eu sou médico", em tradução literal) fez um experimento para descobrir se essa premissa está correta.

A BBC se concentrou na proteína de soro de leite (o whey protein), que era originalmente um resíduo da indústria do queijo.

Descrita frequentemente como uma forma de proteína de maior qualidade, contém todos os aminoácidos essenciais e é muito popular entre fisiculturistas e frequentadores de academias. E, cada vez mais, entre pessoas que estão preocupadas com a perda de massa muscular.

A equipe da BBC recrutou 24 voluntários com idades entre 20 e 67 anos e os colocou em um programa de oito semanas de levantamento de peso. Metade tomava uma batida de proteína de soro de leite, e a outra metade um placebo (ou seja, outra substância sem nenhum efeito).

Se é verdade o que dizem as propagandas dos produtos, os que consumiram proteínas deveriam ganhar mais músculos.

Os participantes se exercitaram três vezes por semana. Casa sessão consistiu em 9 repetições de cada um desses exercícios:

Prensa de pernas
Extensão de pernas
Flexão de pernas
Flexão de braço
Adução de ombros com barra
Remo sentado
Contração de bíceps
Extensão de tríceps (conhecido como francês)

Os pesos usados inicialmente correspondiam a 65% do máximo que cada pessoa pode levantar, aumentando gradativamente até 85% durante o programa de treinamento.

Depois de cada sessão, os participantes consumiram uma bebida com 20 gramas de proteína ou 20 gramas de maltodextrina (um carboidrato usado como placebo). Nem eles nem os pesquisadores sabiam quais bebidas cada um estava tomando.

Os resultados

No início e no fim do experimento, foram medidas a capacidade máxima de levantamento de peso de cada participante em cada exercício, sua massa magra (utilizando uma câmara de composição corporal), sua força nos joelhos (usando uma máquina de medição isocinética), e seus músculos das coxas (usando um escâner de ultrasom).

Após oito semanas de treinamento de resistência, todos os participantes ganharam força. Em média:

A capacidade de levantamento aumentou 33%
A força nos joelhos aumentou 31%
A massa magra aumentou 1%
A musculatura das coxas aumentou 4%

Mas não houve diferença estatística significativa entre os que tomaram proteína e os que tomaram placebo.

O que isso significa?
No experimento, tomar suplemento de proteína não teve nenhum efeito sobre a força e o crescimento muscular.
Isso está de acordo com muitos outros estudos realizados com adultos saudáveis, apesar de outras pesquisas terem mostrado efeito.

Todos os participantes do experimento completaram um diário de alimentação mostrando que, em média, consumiram 70 gramas de proteína por dia, de forma que todos eles ingeriram mais proteína do que o corpo de fato necessita.

Em uma margem de aproximadamente quatro horas, nossos corpos só podem usar entre 20 e 30 gramas de proteína, segundo a massa de cada indivíduo.

Desses, apenas alguns gramas podem ser utilizados para reparar os músculos. Qualquer proteína adicional se queimaria como energia, se acumularia como gordura ou seria expulsa por meio da urina.

Os indivíduos que não ingerem proteína suficiente em sua dieta por causa de uma doença, problemas de desnutrição ou têm massa corporal elevada (sem contar a gordura) podem sentir que suplementos de proteína os ajudam a ter mais músculos.

O que recomendam os especialistas?

Se você está saudável e sua dieta é equilibrada, não gaste dinheiro em proteína de soro de leite esperando ganhar músculos.

Se a preocupação é manter a massa muscular, o recomendado é fazer pelo menos duas sessões semanais de exercícios de resistência, que irão ajudar a gerar e manter força.

Fontes: BBC / Academia Wallstretfitness / ABRAN

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Diabetes - Fique por dentro dos mitos e verdades sobre a doença

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Ainda existem muitas dúvidas sobre a doença, muitos mitos que a cercam, e muitas verdades desconhecidas e questionadas. Vejam neste artigo quais os mitos e verdades mais comuns sobre diabetes!

Um total de 347 milhões de pessoas no mundo inteiro têm diabetes. Esse número deve crescer para mais de meio bilhão nos próximos 20 anos.

Uma das propostas mais polêmicas para solucionar o problema é que as empresas sejam taxadas por acrescentar açúcar a seus produtos.



 Diabetes - Fique por dentro dos mitos e verdades sobre a doença.
Diabético não pode comer nada com açúcar
MITO: 
Quando se está com a taxa de glicemia, o açúcar no sangue, muito acima do padrão, a recomendação médica é evitar ao máximo o açúcar. Mas, à medida em que o paciente consegue controlar a doença, ele pode, sim, consumir doces moderadamente. "Não existe proibição absoluta. Depois que a pessoa está com um controle bem feito, nada impede que coma um doce eventualmente. O ideal é que seja sempre de sobremesa, porque depois das refeições o açúcar não é liberado no corpo tão rapidamente", recomenda o endocrinologista Felipe Gaia

Não há restrições alimentares para os diabéticos além de evitar o açúcar
MITO: 
Além do açúcar, diabéticos precisam tomar cuidado com o consumo de carboidratos, encontrados em produtos como batatas, massas, pães, tortas e, em especial, os feitos com farinha branca. "Uso uma metáfora: o acúçar é um tijolo; o carboidrato é como uma parede feita de tijolos. O corpo desfaz essa parede para usar os tijolos", explica o endocrinologista Felipe Gaia. Assim como o açúcar, os carboidratos não estão completamente vetados da dieta, mas devem ser ingeridos com moderação

Diabetes, na fase inicial, não provoca sintomas
VERDADE: 
Na fase inicial da doença, o único indicativo é mesmo o exame de sangue. "Diferentemente de outras doenças, o diabetes não provoca dor. Até chegar às complicações severas, o paciente pode levar 10, 15 anos", afirma o endocrinologista Felipe Gaia. Por isso, é importante que os pacientes sejam bem orientados pelos médicos, para que não fiquem relapsos com o tratamento

Transplante de pâncreas pode curar o diabetes
PARCIALMENTE VERDADE: 
O transplante de pâncreas é uma cirurgia complicada, com riscos. Depois, o paciente vai precisar trocar a insulina por imunossupressores, para serem tomados durante toda a vida. E o órgão doado não costuma durar mais do que 10 ou 15 anos. Há ainda a dificuldade de se encontrar doadores. "Por tudo isso, o transplante só é indicado em último caso, para pacientes que estão fazendo o melhor tratamento possível, mas ainda assim têm muita flutuação da glicemia. Em geral, o transplante se faz para quem já está com os rins afetados; então, se faz o duplo transplante", afirma a endocrinologista Denise Franco

Comer doce demais pode causar diabetes tipo 2
MITO: 
O que faz com que a pessoa se torne diabética é o sedentarismo associado à obesidade e a uma inflamação discreta do tecido gorduroso. O componente genético também influencia. Não raro, uma pessoa obesa consome doces em excesso, mas não são eles que causam o diabetes. "Se uma pessoa come muito doce, mas faz exercícios, mantém sua cintura fina, é difícil que vá ter problemas com diabetes", afirma o endocrinologista Felipe Gaia


Todo diabético precisa tomar insulina
MITO:
Para quem tem diabetes do tipo 1 não há mesmo escapatória, já que o pâncreas não é capaz de produzir insulina. Mas para os pacientes diabéticos do tipo 2, que são 90% dos casos, a insulina pode ser dispensada se a doença for detectada e tratada no início. "Um diabético pode passar a vida inteira sem nunca precisar de insulina. Mas se o pâncreas for sobrecarregado e começar a 'falhar', a melhor solução é a insulina. Nesses casos, quanto antes, melhor", explica o endocrinologista Felipe Gaia

Diabetes é uma doença crônica que não mata
MITO: 
Embora atualmente os tratamentos médicos evitem as mortes por coma diabético, a doença afeta diversas funções do organismo que colocam a vida em risco. Ou seja, ela mata, mas de forma indireta. "Um diabético tem seis vezes mais chances de ter infartos e derrames, assim como tem mais câncer. Outra causa secundária de morte são as complicações renais", diz o endocrinologista Felipe Gaia

Atividade física ajuda quem tem diabetes
VERDADE: 
Durante os exercícios, o corpo usa a glicose como fonte de energia, ou seja, a atividade física tem um papel semelhante ao da insulina. Outra vantagem é que exercícios regulares levam à perda de peso, o que ajuda a melhorar o controle do diabetes. "A atividade física ainda contrabalança o estresse, um fator que agrava o quadro de diabetes", diz a endocrinologista Denise Franco

O estresse piora o diabetes
VERDADE:
Fatores de estresse podem, sim, piorar o quadro de diabetes quando já existe o problema, mas isso não significa que o estresse cause o diabetes. "O nível de açúcar sobe quando as pessoas ficam nervosas, assim como a adrenalina e o cortisol. Quando o pâncreas está comprometido, ele não aguenta essa elevação", explica a endocrinologista Denise Franco. Segundo ela, o estresse tem o potencial de desbalancear os sistemas endócrino, imunológico e neurológico

Diabéticos podem comer produtos diet à vontade
MITO:
"Ninguém pode comer nada à vontade", alerta a endocrinologista Denise Franco, diretora da Associação Diabetes Brasil. "Muitas vezes a gente nem recomenda o produto diet, como um chocolate, porque ele tem mais gordura, o que também faz mal", diz. Já um doce de frutas com adoçante costuma ser uma boa opção de sobremesa diet

Diabetes tipo 2 só aparece em adultos
MITO: 
Até pouco tempo atrás, o aparecimento do diabetes tipo 2 (que está ligado ao sedentarismo e hábitos alimentares poucos saudáveis) era registrado em adultos, sobretudo a partir dos 40 anos. Mas hoje está cada dia mais comum também em adolescentes e crianças. "Até 15 anos atrás, a gente definia que o diabetes da criança era a tipo 1. Agora, isso não é mais verdade", afirma a endocrinologista Denise Franco

Cirurgias de redução de estômago/intestino curam o diabetes
MITO: 
Embora a maioria das pessoas que passa por essas cirurgias registre melhora nos níveis de glicemia, se voltar a engordar, a doença retorna. "Por enquanto, o diabetes não tem cura. A pessoa vai ter de se preocupar sempre em manter a doença controlada", informa a endocrinologista Denise Franco. As cirurgias bariátricas também não ajudam pessoas cujo pâncreas já foi danificado e não produz mais insulina


Diabetes é genética
PARCIALMENTE VERDADE:
No diabetes do tipo 1 há um forte componente genético, explica o endocrinologista Felipe Gaia. Filhos de uma mãe ou pai diabéticos têm 10% de chances de também desenvolverem a doença. Quando se trata do tipo 2, há uma série de causas, entre elas o fator genético, que deixa a pessoa mais propensa a ficar diabética. "Mas quem se cuida, se alimenta bem e faz exercícios, tem uma relativa proteção", garante o médico

Chá de pata de vaca é bom para quem tem diabetes
PARCIALMENTE VERDADE:
Embora tenha o potencial de diminuir a glicemia, o chá da planta conhecida como pata da vaca é contraindicado como forma de tratar o diabetes. "Ele aumenta a secreção de insulina, mas é muito difícil fazer o ajuste para a dose certa quando se trata de um chá. Quanto do princípio ativo tem em cada xícara? Você também não tem como saber se o solo, por exemplo, influenciou na ação da planta", explica a endocrinologista Denise Franco

Existe uma categoria de "pré-diabéticos"
VERDADE: 
Essa denominação é recente, mas vem sendo usada por muitos médicos de 2010 para cá, diz o endocrinologista Felipe Gaia. Ela é utilizada para designar alguém cujos índices de glicemina e outros indicadores de diabetes ainda não atingiram o patamar para que o paciente seja considerado oficialmente um diabético, mas que estão muito próximos do limite. "É como um sinal amarelo, e piscando com força", diz Gaia

O diabetes do tipo 1 é pior que o do tipo 2
PARCIALMENTE VERDADE: 
O pâncreas do portador do diabetes tipo 1 não produz nenhuma insulina, o que torna o tratamento mais "trabalhoso", segundo o endocrinologista Felipe Gaia, consultor do SalomãoZoppi diagnósticos e da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. "Desde o início temos que fornecer insulina de forma a simular o trabalho do pâncreas", afirma. Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas ela não consegue atuar corretamente no corpo. "No começo do tratamento, e se a pessoa se cuidar sempre, basta emagrecer e fazer atividade física", diz. Mas, se o paciente não se cuidar, pode ficar com o pâncreas com a capacidade de produzir insulina totalmente comprometida, como o de um paciente do tipo 1

Diabetes pode causar cegueira
VERDADE: 
Embora o diabetes possa seguir muitos anos assintomático, uma das possíveis complicações de se ter a doença sem controle por um longo período é a cegueira. "O diabetes estimula o crescimento de vasos na retina, o que acaba levando a sangramentos. E também pode provocar o descolamento de retina", afirma o endocrinologista Felipe Gaia

Diabetes pode levar à impotência
VERDADE: 
Com o passar dos anos, o diabetes sem controle passa a afetar o organismo de várias formas. Por exemplo, danifica os rins, que não conseguem dar conta de uma quantidade tão grande de açúcar. O excesso de açúcar também afeta os vasos sanguíneos e os nervos, o que causa falta de sensibilidade nas extremidades. "Se afetar os vasos da região peniana, fica difícil encher o pênis de sangue e manter a ereção, assim como pode afetar a sensibilidade", explica o endocrinologista Felipe Gaia

Existe diabetes que só aparece na gravidez
VERDADE: 
Chamado de diabetes gestacional é a elevação dos índices de açúcar no sangue de mulheres que tinham taxas normais antes da gravidez. Os hormônios produzidos durante a gravidez dificultam a ação da insulina do corpo. Se a mulher já tem tendência, está acima do peso e tem mais de 35 anos, tem mais chances de que essa resistência seja elevada demais a ponto de se tornar um problema como o diabetes gestacional. ?Nas demais mulheres, o pâncreas aumenta um pouco a produção de insulina, porém, a pessoa não fica diabética?, diz o médico Felipe Gaia

Há diabetes que são mais difíceis de se controlar
PARCIALMENTE VERDADE:
"O diabetes é uma doença progressiva. Então, em alguém que tem o diagnóstico tardio, ou que não tratou adequadamente a doença desde o início, o controle vai ser mais complicado", explica a endocrinologista Denise Franco. A médica diz, no entanto, que mesmo para os casos mais complicados, a tecnologia tem ajudado bastante no tratamento: há vários tipos de monitores e sensores de glicose, bombas de insulina etc

Fonte: Uol - Saúde

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Câncer - 600 mil novos casos devem ocorrer no Brasil em 2016

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Câncer - 600 mil novos casos devem ocorrer no Brasil em 2016

Sendo a doença responsável por um dos maiores números de mortes no mundo, o câncer continua sendo um grande desafio, devido a suas várias origens.

No último dia 04 de fevereiro foi "comemorado" o Dia Mundial do Câncer. A data, instituída em 2005 pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), tem como principal objetivo fazer com que o maior número de pessoas ao redor do planeta fale sobre a doença..

Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), o Brasil deverá registrar neste ano quase 600 mil novos casos de câncer.

O aumento da expectativa de vida, a urbanização e a globalização são alguns dos fatores que podem explicar os altos números de incidência da doença. Por isso, a mudança do comportamento dos adultos e a disseminação de hábitos saudáveis desde os primeiros anos de vida são essenciais para reverter esse cenário e prevenir cerca de um terço dos casos estimados.

O câncer é uma doença multifatorial, o que significa que diversos fatores concorrem e podem se sobrepor, favorecendo seu desenvolvimento. 
O excesso de gordura corporal, por exemplo, pode estar na origem de boa parte desses novos casos. Estudos apontam evidências que relacionam o excesso de peso com o desenvolvimento de câncer de cólon e reto, mama (na pós-menopausa), ovário, próstata, esôfago e endométrio.

O tabagismo tem relação com vários tipos (pulmão, cavidade oral, laringe, esôfago, estômago, bexiga, colo do útero e leucemias). Fumantes chegam a ter 20 vezes mais chances de ter câncer de pulmão que não fumantes, 10 vezes mais chances de ter câncer de laringe e de duas a cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de esôfago. A manutenção do sucesso do Programa Nacional de Controle do Tabagismo deverá impactar na redução destes casos.
Seguir uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, não fumar e não consumir bebidas alcoólicas em excesso são as principais recomendações para manter o peso adequado e prevenir os cânceres relacionados ao sobrepeso e à obesidade.

Ainda de acordo com o INCA, o tipo de câncer com maior incidência no país será o de pele não melanoma – que se origina nas células basais e apresenta altos percentuais de cura, se for detectado precocemente - (175.760 casos novos a cada ano, sendo 80.850 em homens e 94.910 em mulheres), que corresponde a 29% do total.

Veja aqui artigo sobre o câncer de pele já publicado pelo blog!

A fotoproteção é fundamental para prevenir a doença e o aparecimento de manchas, pintas e sardas. Esta preocupação deve ser um hábito diário, independente da estação do ano, pois a radiação ultravioleta também atravessa as nuvens e está presente mesmo em dias frios ou nublados. O dano causado pela exposição solar em excesso é cumulativo. Portanto, é importante que as medidas e a conscientização sobre a proteção sejam adotadas desde a infância.

Excluindo o câncer de pele não melanoma, de comum incidência para ambos os sexos, os gêneros têm expectativas diferentes para o câncer. Os homens, segundo a pesquisa do INCA, devem desenvolver câncer de próstata, pulmão, cólon e reto. Entre as mulheres, as maiores incidências serão de cânceres de mama, cólon e reto e colo do útero.

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Fonte: Ministério da Saúde / Inca


Dieta detox - Dicas de alimentos para turbinarem sua dieta

aliados da saúde
Dieta detox - Dicas de alimentos para turbinarem sua dieta 

Não basta controlar a alimentação para cumprir uma dieta mais eficiente, além de fracionar as porções é preciso não exagerar na dose e escolher bem os alimentos.

Consumidos sozinhos ou como complementos de outros pratos, alguns alimentos têm o poder de reorganizar as funções do organismo e ajudar na desintoxicação.  Confie neles!


Coma respeitando um intervalo de três horas entre as refeições, sempre optando por alimentos leves e ricos em nutrientes e fibras, como frutas, sucos e ingredientes integrais.


Também não esquecer de ingerir de dois a três litros de água diariamente, com atenção especial após a atividade física. E também aumentar a atenção com a sua alimentação.

Fique por dentro de alguns alimentos que aceleram sua a dieta detox

1- Alimentos verde-escuros
Brócolis, couve e agrião têm altas doses de clorofila, minerais e vitamina E. Para variar o uso deles como salada, bata com água de coco e beba em jejum logo pela manhã.

2- Chás diuréticos
Eles ajudam a eliminar toxinas por meio da urina. O chá-verde acelera o metabolismo, e o de hibisco é ótimo para dar saciedade. Ambos são antioxidantes.

3- Gengibre
Além de ser anti-inflamatória, esta raiz tem ação termogênica, ou seja, acelera o metabolismo e a queima calórica. E é ótima para dar sabor refrescante a sopas e sucos.

4- Legumes diuréticos
Os tipos ricos em água são os mais presentes no cardápio detox, já que ajudam a hidratar o organismo e têm função diurética. A abobrinha italiana, a abóbora, o pepino e a berinjela são boas apostas.


5- Sementes 
Chia, linhaça e semente de girassol dão saciedade e estimulam o sistema digestivo. Tanto na versão em grão quanto em farinha, podem ser usadas no arroz, em sucos, saladas e até para fazer bolos.

6- Maçã / Pera
Além de ser anti-inflamatória e rica em fibras, a fruta atua como um detergente no organismo e garante saciedade. Os especialistas indicam comer uma por dia.

7- Oleoginosas
Castanhas, nozes e amêndoas são ricas em vitamina E e ômega-3, além de ter forte ação antioxidante. Vão bem das saladas às massas. Dica: faça um mix dessas três para um lanche da tarde nutritivo e prático.

8- Sucos inteligentes
Os sucos detox são muito nutritivos, pois combinam frutas, verduras e legumes funcionais. Mas eles devem ser consumidos sempre logo após o preparo.

9- Fibras
Elas ajudam a regular o sistema digestivo e o colesterol. Aveia e quinoa são exemplos com altas doses de fibra. Aproveite e troque as massas brancas pelas integrais.

Incluindo esses alimentos em sua dieta você emagrece com saúde e em muito boa forma. Para maiores informações consulte um médico e um nutricionista.

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Fontes: M de Mulher, Revista Manequim, Portal Só Nutrição


Vitamina D - Conheça tudo sobre a vitamina que vem do sol

Vitamina D - Conheça tudo sobre a vitamina que vem do sol
Vitamina D - Conheça tudo sobre a vitamina que vem do sol

Vitamina D, também conhecida como a vitamina do sol, você sabe a importância dela para nosso organismo?

Ter uma alimentação equilibrada e hábitos saudáveis são essenciais para a manutenção da saúde e prevenção de algumas doenças. Uma alimentação diversificada também é capaz de fornecer nutrientes importantes para o corpo, dentre elas a vitamina D.

Mas, você sabe o que é a vitamina D, para que serve? Quais os tipos e benefícios da vitamina D, alimentos fonte? Como evitar a falta de vitamina D, sintomas? Então, saiba mais:


A vitamina D é um micronutriente importante para o funcionamento adequado do corpo. Trata-se de uma vitamina lipossolúvel (que precisa de gordura para ser absorvida pelo corpo) que pode ser produzida pelo organismo através da exposição da pele aos raios solares, formando a pré-vitamina que no fígado é transformada em vitamina D. Sol é essencial para a produção dessa vitamina, mas ela também pode ser adquirida por meio da alimentação ou suplementação.

Vale lembrar que a exposição solar exagerada pode provocar o desenvolvimento de câncer de pele. Recomenda-se que para a produção de vitamina D cutânea a exposição solar deve ocorrer durante 5 a 30 minutos antes das 10 horas da manhã ou após as 15 horas da tarde, pelo menos duas vezes durante a semana.

A vitamina D é muito importante para que o organismo funcione de maneira adequada, já que está envolvida em diversos processos fisiológicos. Você deve estar se perguntando: para que serve vitamina D, certo?

Confira os benefícios da vitamina D para a saúde:




Saúde óssea: 
É responsável por regular a absorção de cálcio no organismo e fixar esse mineral nos ossos, sendo extremamente importante para a saúde desse tecido e prevenção de osteoporose.

Saúde cardiovascular: 
A deficiência de vitamina D pode estar relacionada com o aumento da incidência de problemas cardíacos, como enfarte, por exemplo.

Prevenção de doenças crônicas:
A vitamina D exerce um importante papel na prevenção e controle das doenças crônicas, como a hipertensão, pois melhora a função dos vasos sanguíneos, e diabetes, já que ajuda a manter os níveis de glicose no sangue e reduzir a resistência à insulina, sendo fundamental para reduzir o risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Gestação: 
Importante na gravidez, já que diminui o risco de aborto nos primeiros meses, além de ser fundamental para o desenvolvimento cerebral do bebê.

Sistema imunológico: 
A vitamina D regula a produção de células do sistema imunológico, por isso é essencial para o bom funcionamento do sistema e no combate à infecções.

Equilíbrio de minerais:
Participa da homeostase do cálcio e do fósforo, também importantes para a saúde óssea.



Prevenção de câncer: 
A vitamina D também pode estar envolvida na prevenção de alguns tipos de câncer.

Dor crônica: 
A vitamina D regula processos inflamatórios no organismo, além de contribuir para maior controle de dores crônicas, como dores nas costas ou dores generalizadas.

Existem basicamente dois tipos de Vitamina D, confira quais são:

Vitamina D3(colecalciferol): 
O organismo é capaz de produzi-la desde que nossa pele fique exposta aos raios ultravioleta. Esses raios são absorvidos e transformados em vitamina D3, e é essa forma conhecida como “vitamina do sol”. De acordo com estudo publicado na Revista de Nutrição sobre a biodisponibilidade de vitaminas lipossolúveis, entre elas a vitamina D, a síntese do colecalciferol pode sofrer alteração pelo maior volume de tecido adiposo.

Acredita-se que a retenção da vitamina D pode ser elevada em caso de obesidade, provavelmente pelo aumento das células de gordura. A conversão da vitamina D3 ainda pode ser limitada por conta da idade, pigmentação da pele e uso de protetor solar. A produção de vitamina D através da pele é extremamente eficiente e cerca de 30 minutos de exposição aos raios solares já é suficiente para exceder a vitamina D fornecida por fontes alimentares.

Vitamina D2 (ergocalciferol): 
Essa vitamina é de origem vegetal e encontrada em alguns alimentos, como cogumelos selvagens. Por ser pouco disponível nos alimentos, essa é a forma mais usada na formulação dos suplementos alimentares.



Apesar das duas formas das vitaminas D ajudarem a prevenir a deficiência e a carência desse nutriente, elas não são equivalentes, pois a vitamina D2 é menos eficiente quando comparada a vitamina D3, não sendo capaz de prevenir fraturas ósseas e outros tipos de doenças.

A fonte mais importante de vitamina D é a cutânea, em que ocorre a produção de vitamina D a partir da exposição da pele aos raios ultravioleta. 

Além dessa fonte, existem alguns alimentos com vitamina D como é o caso do fígado (de preferência orgânico), gema de ovo, leite integral e alguns peixes gordurosos, que apesar de não serem a principal fonte de vitamina D do nosso organismo podem contribuir para que as necessidades por esse micronutriente sejam supridas.

Os principais alimentos com vitamina D são de origem animal: arenque, salmão, sardinha e a gema do ovo são alguns exemplos. Algumas pessoas podem ter dúvida, mas não existem frutas com vitamina D. Com fontes alimentares restritas, não é tão simples atingir as recomendações diárias necessárias do nutriente, sendo recomendada a suplementação.

A suplementação de vitamina D é indicada quando houver carência ou deficiência e isso pode ser verificado através de um exame de sangue. A suplementação também é indicada para o tratamento de algumas doenças especificas, em idosos e em gestantes. Os suplementos de vitamina D podem ser encontrados na forma de gotas de vitamina D, comprimidos ou cápsulas de vitamina D, porém, seu consumo deve ser indicado por um médico ou nutricionista, que por sua vez irão estabelecer a quantidade certa para você.

Altos níveis da vitamina D no organismo podem causar calcificação de tecidos moles, como vasos sanguíneos, trazendo prejuízos a longo prazo, além disso a vitamina D é contraindicada para pessoas com hipercalcêmica, insuficiência renal ou cálculos renais.
Por isso, é recomendado fazer um acompanhamento com médico ou nutricionista para avaliar por meio de exames a necessidade do suplemento e a dosagem recomendada. 

A falta de vitamina D no organismo pode ser provocada por diversos fatores, como a baixa exposição solar, pelo consumo insuficiente de alimentos fontes de vitamina D ou por problemas na produção da vitamina pelo nosso organismo, resultando na vitamina D baixa.

A carência de vitamina D está associada ao desenvolvimento de diversas doenças, como:

Raquitismo e problemas ósseos: 
O raquitismo é uma doença muito comum na infância, que ocorre pela falta de fosfato de cálcio na matriz óssea. Nos adultos, a carência de vitamina D pode causar osteoporose e osteomalácia (amolecimento dos ossos).

Doença cardiovascular: 
Geralmente é causada por processo inflamatório. Como a vitamina D está associada à modulação da função imunológica, sua carência pode favorecer as doenças do coração.

Diabetes: 
A vitamina D pode estar relacionada às alterações na glicemia e na sensibilidade à insulina.

Câncer: 
A falta de vitamina D pode estar relacionada ao desenvolvimento de alguns tipos de cânceres em células que apresentam receptores de calcitriol (formativa da vitamina D) e que estão relacionadas ao equilíbrio do cálcio.

Além disso, a ingestão de bebidas alcoólicas e fibras pode reduzir a biodisponibilidade dessa vitamina, diminuindo a quantidade de vitamina D disponível para ser utilizada pelo nosso organismo. 


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Fonte: Natue


Açúcar - 7 Motivos para você deixar de consumir

Açúcar - 7 Motivos para você deixar de consumir

Veja o que acontece com o seu corpo quando você deixa de consumir açúcar, segundo compilação de vários estudos já realizados!

Pode ser difícil imaginar uma vida sem açúcar. Imagine ter que desistir do chocolate, daquele bolo maravilhoso, dos refrigerantes…, mas você precisa saber é que ele é o maior vilão da sua dieta.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de açúcar recomendado é o de 5% das calorias de uma dieta de 2.000 Kcal diárias. Aliás, você sabia que podem haver valores surpreendentes de açúcar em um alimento considerável saudável? Isso mesmo! Costuma acontecer com as frutas.

Mas o que realmente acontece com o nosso corpo se cortamos totalmente o açúcar da dieta?

Conheçam sete fatos interessantes que vão provar que vale a pena cortar o açúcar a partir de agora:

1 – Sua pele ficará visivelmente melhor

A ligação entre a dieta e a acne é um assunto debatido há muito tempo por especialistas, que sugerem que essa relação existe.

No entanto, os laticínios não são os únicos culpados. Alimentos que contêm muito açúcar também podem contribuir para uma pele ruim. Um estudo realizado em 2013 revelou que os alimentos com alto teor de glicose – que incluem refrigerantes, doces, bolo e chocolate – têm um impacto direto no surgimento e na gravidade da acne.

Isso porque eles são rapidamente absorvidos pela circulação sanguínea e desencadeiam a produção de hormônios, como a insulina que ajuda a glicose a ser absorvida pelo organismo. Sendo assim, quanto maior a taxa de glicose no sangue, mas insulina é liberada pelo organismo, o que aumenta a produção de gordura do sangue. Além da acne, disso pode levar ao colesterol alto e à obstrução de artérias, fazendo de você, um forte candidato a ter um acidente vascular cerebral (AVC) ou ataque cardíaco.

2 – Além de melhor, ficará visivelmente mais jovem

Comer uma grande quantidade de açúcar pode fazer sua pele envelhecer mais rápido. Em um estudo realizado pela Universidade de Leiden, os cientistas descobriram que pessoas com idade entre 50 e 70 anos, com alto nível de glicose no sangue, aparentavam estar muito mais velhos do que as pessoas em que o nível de açúcar no sangue era menor.

Para cada 180 gramas de glicose por litro no sangue dos participantes, sua idade aparente subiu cinco anos. Isso porque o colágeno e a elastina, responsáveis pela aparência mais jovem da pele, tornam-se mais rígidos com a ingestão regular de açúcar. O resultado é o aparecimento precoce de rugas, segundo disse o Dr. Ross Perry, um médico da clínica Cosmedics, em Londres, para o jornal Mail Online.

3- Suas noites de sono serão melhores

Dieta, sono e energia são interligados. Se você cortar o açúcar de sua dieta, rapidamente vai conseguir notar uma mudança no seu padrão de sono. Em um estudo realizado neste mês pelo Science Daily, que tinha o objetivo de examinar o impacto de diferentes grupos de alimentos sobre o sono, foi comprovado que o açúcar é o maior responsável pela má qualidade do sono. A gordura saturada e o açúcar diminuem o tempo gasto no “sono profundo”, ou seja, fazem você dormir pior.


4 – Seu coração será beneficiado

É o que diz o cientista cardiovascular James J. DiNicolantonio. Considerando o impacto do açúcar no risco de surgimento de doenças cardiovasculares, ele descobriu que o açúcar pode estar relacionado à hipertensão, assim como o sódio.

Uma pessoa que consome 25% a mais de açúcar do que é recomendado, corre um risco quase três vezes maior de desenvolver uma doença cardiovascular do que as que seguem a recomendação dietética.

5 – Você vai ficar de bom humor

Estudos revelam que alimentos ricos em açúcar impactam o humor das mulheres na pós-menopausa, e podem ser um fator de risco para o desenvolvimento de depressão. Isso porque o açúcar sendo facilmente absorvido pelo sangue, pode fazer você se sentir irritado e mal-humorado mais tarde. Enquanto que o maior consumo de lactose, fibras, frutas sem açúcar e legumes foi associado a uma menor chance do desenvolvimento de depressão.

6 – Sua memória ficará melhor

Uma boa notícia para os mais “esquecidos”: abandonar o açúcar faz muito bem para o seu cérebro. Pelo menos é o que fiz um estudo realizado pela Universidade da Califórnia. Segundo os pesquisadores, existe uma ligação entre uma dieta rica em açúcar e uma função cerebral prejudicada. Eles também verificaram que o aumento da administração de frutose teve um impacto particular sobre a memória dos animais testados. Sendo assim, cortar o açúcar vai fazer sua memória funcionar direitinho.

7 – Você irá perder peso

Está comprovado: a gordura não é o maior inimigo do peso, o açúcar é. Em uma revisão de estudos, publicado pelo The BMJ (British Medical Journal), cientistas analisaram sistematicamente a relação entre a ingestão de açúcar e a produção de gordura corporal em adultos e crianças.

Os dados sugerem que o aumento da gordura corporal ocorre com a ingestão de açúcares, que causam uma profunda alteração na produção de energia. Além disso, ao cortar o açúcar da dieta, você notará uma sensível melhora na digestão, isso porque o aparelho digestivo trabalhará melhor para processar todos os alimentos.

Fontes: Metro / Exame / Equilíbrio / Melhor com Saúde - Jornal Ciência


Emagrecer - Oito maneiras de reduzir a gordura na barriga


O Carnaval é uma oportunidade de ficar quatro dias de folga para curtir, sambar, praia, piscina, bronzear e com certeza está nos seus planos ter uma barriguinha sequinha.

Vamos enfrentar, quando a maioria das pessoas dizem que querem perder peso, o que elas realmente querem dizer é que elas querem perder gordura da barriga. Sua cintura tende a ser a parte do seu corpo que mais cresce se você não mantiver uma alimentação saudável.

Para ajudar, seguem algumas dicas para ajudar nesta tarefa, que às vezes é bem difícil:


1. Andar
Andar a pé é uma das formas mais simples e fáceis de exercício e, felizmente, é também uma ótima maneira de reforçar cintura.
Se você pode andar rapidamente por 45 minutos ou mais, o seu corpo começa a queimar suas reservas de gordura.

2. Alimentos simples que ajudam a reduzir a gordura da barriga
Alimentos que engordam barriga - marinadas, molhos, temperos e assim por diante.
Então, ao invés de manteiga na massa, use azeite de oliva; em vez de maionese, utilizar abacate cremoso; iogurte desnatado, creme com frutas, adicionar nozes ou pinhões e assim por diante.

3. Exercício
Ficar sentado por longos períodos de tempo faz com que seus músculos abdominais fiquem fracos e faz você ganhar peso.

4. Como vinagre ajuda a combater a gordura da barriga
Obesos que comem uma colher de sopa de vinagre por dia durante oito semanas, acabam diminuindo seus níveis de gordura corporal visceral.

5. Dormir, dormir, dormir
Numerosos estudos têm relacionado à falta de sono com excesso de peso, por
isso certifique-se de dormir o suficiente cada noite.

6. Coma mais alimentos de baixo IG
Quando você come alimentos que aumentam seus níveis de açúcar no sangue, o cortisol é liberado e isso está ligado com o excesso de gordura da barriga.
Então, coma alimentos com baixo IG como feijões, lentilhas e cereais integrais, em vez de batatas, arroz branco ou macarrão, para se certificar de seus níveis de cortisol estão normais.

7. Comer queijo para banir a gordura da barriga
Não muito queijo com alto teor de gordura, mas um pouco de queijo com pouca gordura ou iogurte, ou desnatado pode ajudá-lo a banir a gordura da barriga.
Isso porque, se o seu corpo não possui cálcio suficiente ele começa a armazenar mais gordura corporal.

8. Yoga ou Pilates reduz os níveis de hormônios de estresse que estão ligados há gordura na barriga. 
Muitas pessoas não sabem mais ter a barriga sequinha requer emagrecer, você pode recorrer a dieta rápida para emagrecer e para perder barriga.

Você pode ter a barriga mais sequinha tomando cuidados como:
Evitar alimentos flatulentos, aqueles que formam gases no estomago e incham a barriga. Inchaço também pode ser alto consumo de sódio e outra causa pode ser o intestino preguiçoso deixando sua barriga maior.

Para resultado a longo prazo é necessário acompanhamento profissional e mudanças de hábitos para não voltar a engordar. Isso se resume em reeducação alimentar e atividade física.

Artigo enviado por “Rosi Feliciano do blog dieta.blog

Barriguinha chapada - Dicas para conquistar um abdômen definido

aliados da saúde
Barriguinha chapada - Dicas para conquistar um abdômen definido

Fala sério, quem é que não sonha em ter um abdômen tipo modelo de comercial de tv, bailarina do Faustão, etc... 

Além de esteticamente bonito, ter uma barriga firme e tonificada traz enormes benefícios na estabilidade corporal, bem como na locomoção. 

Além de privilegiar o exercício aeróbico (consumidor de calorias, ajudando, portanto, a eliminar gordura abdominal) e o reforço muscular (que proporcionam a definição muscular), você deve seguir outras dicas que veremos abaixo.


Não são só os exercícios aeróbicos que ajudam a afinar o abdômen, e não é só para os mais jovens, mais para todos em condição de saúde, e que prezam pelo condicionamento físico e mental.


Confiram outros fatores que contribuem para que a barriga não fique inchada!

1 – Assegure um funcionamento pleno do intestino
Quando a digestão acontece corretamente e você assimila os alimentos de forma adequada, o seu sistema de defesa e sua qualidade de vida melhoram. Consuma um ou dois iogurtes por dia, ricos em lactobacilos vivos. Privilegie verduras e hortaliças, ricas em fibras, que contribuem para prevenir a prisão de ventre e favorecem um correto funcionamento intestinal.

2 – Hidrate-se corretamente, tomando entre 1,5 litro e 2 litros de água por dia

Distribua essa quantidade ao longo do dia. Não beba água em exagero só para cumprir a meta diária, pois isso poderá provocar uma distensão dos músculos abdominais e problemas digestivos.

3 – Privilegie alimentos integrais
A farinha branca ou refinada é pobre em fibras e nutrientes e pode causar inchaços abdominais.

4 – Troque o sal pelas ervas aromáticas e pelo limão
O sal aumenta o seu peso ao provocar o inchaço das células, que retêm água para diluir o excesso de sódio, contribuindo para a retenção de líquidos, particularmente no abdômen e glúteos. Procure temperar as suas receitas com ervas aromáticas e suco de limão.

5 – Controle a sua respiração
Ao inspirar e expirar, você pode exercitar os músculos abdominais. Aprenda a fazer respiração abdominal (por meio de técnicas de ioga). Assim você conseguirá utilizar os músculos peitorais, pélvicos e abdominais sempre que inspirar.


6 – Tome chás digestivos
Varie entre o verde, a hortelã etc.

7 – Coma tranquilamente

Quando se come muito rápido, se ingere ar “extra” juntamente com os alimentos. Este ar ocupa espaço no estômago e dificulta a digestão. Mastigue bem e alimente-se devagar.

8 – Descanse bem

Se não respeitar as horas necessárias de sono (entre seis e oito horas), você terá dificuldade para se manter alerta e ganhará quilos com mais facilidade. Pessoas que dormem muito pouco costumam ter ataques compulsivos de fome, ingerem alimentos mais gordurosos e demoram mais tempo até se sentirem saciadas.

Siga estas dicas e estará no bom caminho para um ventre liso e firme: de fazer inveja!


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