Demência - Estudo lista 5 regras para prevenir demência e Alzheimer

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"Demência é uma síndrome resultante do declínio progressivo da capacidade intelectual do indivíduo. 

Caracteriza-se pela perda da capacidade de memorizar, de resolver os problemas do dia a dia, o que interfere em seus relacionamentos e atividades sociais e profissionais" Dr. Ricardo Nitrini, Neurologista.

Uma revisão de estudos acadêmicos feita pela ONG britânica Age UK identificou cinco passos que podem ajudar idosos a manter a saúde do cérebro e reduzir os riscos de se desenvolver o Mal de Alzheimer e outras formas de demência
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Segundo a organização, cerca de 76% do declínio cognitivo - mudanças nas habilidades cerebrais, que incluem perda de memória - está associado ao estilo de vida do idoso e a outros fatores ambientais, como o nível de educação.

E essas mudanças nas habilidades cerebrais podem ser influenciadas por hábitos cotidianos.
"Ainda que não haja cura ou formas de reverter a demência, (os estudos) indicam que há formas simples e eficientes de reduzir o risco", declara Caroline Abrahams, diretora da Age UK, em comunicado da ONG.
"E mais, as mudanças que precisamos fazer para manter nossos cérebros saudáveis já se provaram boas para o coração e para a saúde em geral. Quanto mais cedo começarmos, melhores as nossas chances de termos uma vida saudável nessa etapa da vida."
Um dos estudos revisados pela Age UK - e realizado ao longo de 30 anos - percebeu que homens de 45 a 59 anos que seguiram ao menos quatro dos cinco pontos listados reduziram em mais de um terço seus riscos de perda cognitiva e de demência em relação aos demais.

Exercícios físicos regulares

Exercícios aeróbicos, de resistência ou equilíbrio se mostraram como o modo mais eficiente de evitar o declínio cognitivo entre idosos.

"Estudos sugerem que exercitar-se três a cinco vezes por semana, entre 30 minutos e 1 hora, é benéfico", diz a Age UK.
Uma das sugestões da ONG é que idosos que não tenham problemas de mobilidade incorporem caminhadas em suas rotinas - caminhar ao supermercado em vez de dirigir; usar escadas em vez de elevador; mesmo ao dirigir, parar um pouco mais longe do ponto final, para andar pelo menos parte do percurso; planejar caminhadas em lugares agradáveis no final de semana.


Dieta mediterrânea
Em levantamento publicado no ano passado, pesquisadores analisaram os hábitos alimentares de 17,4 mil pessoas com uma idade média de 64 anos. E as que tinham uma dieta que se aproximava da mediterrânea tiveram seu risco de deterioração mental reduzido em quase um quinto.

A dieta mediterrânea é rica em ácidos graxos ômega-3, encontrados em alguns peixes, nozes e linhaça -, além de incluir muitos vegetais e frutas frescos, que têm pouca gordura saturada. Tudo isso ajuda o sistema nervoso e o cérebro, além de ter efeitos positivos já identificados sobre a memória.

Não fumar
Os dados revisados pela ONG apontam um número significativo de casos de demência entre fumantes em comparação com quem nunca fumou.

Beber álcool com moderação
Beber em excesso também está relacionado a maior risco de demência - causando perdas de tecido cerebral sobretudo em partes do cérebro responsáveis pela memória e pelo processamento de informações visuais.

Ao mesmo tempo, o consumo moderado de álcool parece proteger o tecido cerebral, ao aumentar o bom colesterol e baixar o mau.

Prevenir e tratar a diabetes, pressão alta e obesidade
Um estudo global apresentado em setembro pela entidade Alzheimer's Disease International apontou que pessoas que sofrem de diabetes têm chances muito maiores de desenvolver demência.

O estudo não consegue precisar até que ponto a diabetes em si aumenta os riscos de demência, mas identificou que pessoas portadoras da diabetes tipo 2 - a mais comum - também têm mais probabilidade de sofrerem de obesidade e outros problemas de saúde que tendem a aumentar o risco de demência.

Fonte: Uol Notícias - Ciências e Saúde

Dietas - Elas devem ser adequadas para cada tipo de corpo

Corpo maça - Corpo pera - Corpo ampulheta - Corpo retângulo - Corpo triângulo  

Corpos diferentes, assim como roupas diferentes, necessitam de dietas diferentes!

Nutricionista explica como pessoas com diferentes biotipos devem se alimentar e indica alimentos integrais para os que têm gordura na barriga ou nos quadris

Nós mulheres, bastante interessadas em moda, sabemos que devemos vestir roupas adequadas ao nosso tipo de corpo. Existem também dietas mais adequadas para tipo, ou seja, tipo magro, mais atlético ou com uma maior concentração de gordura localizada.

Confiram:

CORPO TIPO MAÇÃ (GORDURA NA BARRIGA) OU CORPO TIPO PÊRA (GORDURA NOS QUADRIS):

A insulina quando estimulada em excesso, é o principal hormônio responsável pela deposição de gordura nas células. No entanto, uma maior ingestão de alimentos refinados tipo: pães com farinha branca refinada e doces, aumentam a glicose. Com esse aumento da glicose, a insulina também aumenta com o objetivo de colocar todo essa glicose formada para o interior da célula, transformando o excesso em gordura. Com o aumento da ingestão de fibras, a glicose e a insulina não aumentam de forma exagerada. Como primeiro passo para se livrar dessa gordura localizada, consuma mais alimentos integrais (frutas, verduras e cereais integrais) em substituição aos de farinha branca, procure fazer pequenos lanches entre o almoço e jantar, garantindo que essa glicose do sangue se mantenha estável. Para melhorar ainda mais, evite leite e derivados, pois são alimentos de mais difícil digestão.



CORPO TUBO (MAGRA E SEM CURVAS):

Este tipo de corpo precisa de uma dieta apropriada para o ganho de músculos. Deve-se unir uma alimentação hiperproteica junto a prática de exercícios. O consumo de carboidratos adequados antes do exercício é o indicado para que se tenha fonte de energia ao longo do treino e se evite utilizar os
músculos como substrato energético. Após a atividade, aumente a ingestão de alimentos ou suplementos proteicos como (carnes, frango, ovos, peixes, proteína do soro do leite etc). Ganhando massa muscular você melhora o seu metabolismo e a manutenção do seu peso.


CORPO ATLÉTICO:

A alimentação deve estar em sintonia com a atividade física. Tenha uma alimentação com um aporte adequado de alimentos antioxidantes que são essenciais para quem pratica atividade física, ou seja, frutas, verduras e cereais integrais. Este grupo de alimentos garante uma boa fonte de vitaminas, minerais e em especial os antioxidantes. Sabemos que o exercício físico é benéfico para o nosso organismo, porém ele também gera uma grande produção de radicais livres. Esses radicais livres devem ser combatidos, para que a longo prazo não gerem doenças e envelhecimento precoce.


Pratique sua atividade física, faça uma alimentação saudável de forma regular, defina sua dieta de acordo com seu biotipo e alcance a melhor forma para o seu corpo.


Osteoporose - Prática de exercícios físicos e alimentação previnem e tratam

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Osteoporose - Prática de exercícios físicos e alimentação previnem e tratam 

A Osteoporose não é uma doença para ser tratada apenas com remédios. Um estilo de vida saudável, no qual se incluem  uma alimentação equilibrada, aliada a prática de exercícios físicos, são grandes aliados da nossa saúde, inclusive dos ossos.

Dois dos principais remédios para prevenir e tratar a osteoporose não são comprados na farmácia: a alimentação e a prática de exercícios físicos.

Caracterizada pela diminuição da massa óssea do corpo, a doença aumenta o risco de fraturas e pode ser antecedida pela osteopenia, problema semelhante, mas de menor intensidade. Atividades físicas como corrida, musculação e pilates são fundamentais para qualificar a estrutura óssea novamente.

Para uma renovação dos ossos, são necessários dois tipos de estímulos: pequenos impactos sucessivos, alcançados quando a gente corre ou pula corda, por exemplo, e exercícios de força, como musculação, explica o profissional de educação física Rossman Cavalcanti.

Como não causam impacto no treinamento e, portanto, não fortalecem a estrutura dos ossos, atividades na água, como natação e hidroginástica, não funcionam para a prevenção, explica o profissional:

Esses exercícios podem até ser indicados para pessoas que já tenham a doença em estado avançado, pois não há riscos de fratura.

A doença é mais comum em idosos e alguns sinais podem ajudar o diagnóstico.

Diminuir a largura dos passos, andar sem equilíbrio e enfraquecer o aperto de mão são sintomas da osteoporose, alerta o fisioterapeuta Helder Montenegro, diretor do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral e presidente da Associação Brasileira da Coluna Vertebral.

Apesar de exercícios de impacto serem o melhor estímulo para tratar a doença, idosos com osteoporose em nível avançado têm dificuldades em realizá-los. Nesse caso, o ideal é investir em fisioterapia.

Fazemos exercícios de propriocepção, como no exemplo abaixo, que trabalham com a neurologia muscular e articular. São atividades simples, que estimulam o equilíbrio do idoso e trabalham os músculos laterais, explica o fisioterapeuta.

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Reposição de cálcio, remédio e vitaminas

Osteoporose e osteopenia devem ser tratadas com orientação médica, diz André Shecaira, ortopedista do Hospital Universitário da UFRJ:
Para a osteopenia, é necessário a reposição de cálcio e, na osteoporose, o paciente precisa de remédios que impeçam que células retirem o cálcio dos ossos.

Suplementos vitamínicos também estão no tratamento.

‘Tive que fazer exercícios como pilates’

Renata Cardoso, de 43 anos, empresária, tem osteopenia
“Aos 40 anos, descobri uma osteopenia grave, que já era quase osteoporose. O caso é atípico, porque eu ainda era nova. Sempre fiz corridas, mas tive que começar a fazer exercícios de força, como musculação e pilates, focando nos braços e pernas. Além disso, fiz reposição de cálcio, vitamina D. Incluí na minha dieta mais queijos e leite, e fui a um fisioterapeuta para ele montar minhas atividades. No último exame que fiz, já tinha melhorado muito o meu quadro clínico”.

Fontes: G1 / extra.com


A hipertensão e a genética - Quem tem os dois pais com hipertensão tem 60% de risco de adquirir

A hipertensão e a genética - Quem tem os dois pais com hipertensão tem 60% de risco de adquirir

A hipertensão e a genética! 

Do ponto de vista genético, quem tem o pai ou a mãe hipertensos tem 30% de risco de se tornar também. Quando a herança é bilateral, o risco sobe para até 60%.

Atualmente envolvido na preparação das diretrizes brasileira e latino-americana de controle da hipertensão arterial, o cardiologista Marcus Malachias, doutor em ciências da saúde, professor da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais e presidente eleito da Sociedade Brasileira de Cardiologia está revendo estudos recentes sobre a doença.



Entre os dados que vieram à tona agora, a equipe descobriu que a hipertensão não controlada pode reduzir em até 16 anos a expectativa de vida e é a maior causa de infarto do coração e derrame cerebral, as duas principais causas de morte no Brasil e no mundo. 

O que deve mudar nas diretrizes de controle da pressão arterial?
Há uma discussão internacional acerca de como tratar melhor o hipertenso, pois a hipertensão é a maior causa de infartos e derrames, as duas maiores causas de morte no mundo. É claro que devemos estimular a adoção de dieta adequada e exercícios físicos, mas hoje sabemos que poucos modificam radicalmente o seu estilo de vida. Por isso, indicamos mais precocemente o uso de medicamentos, que, segundo centenas de estudos científicos, têm comprovado benefícios em reduzir doenças e aumentar a qualidade e expectativa de vida.

Essa mudança de diretriz então seria em prol do uso de medicamentos mais precocemente?
O que queremos é alertar as pessoas para um diagnóstico mais precoce. A maioria dos hipertensos só inicia o tratamento após anos de instalação da doença, quando já estão em curso as agressões ao coração, cérebro, rins e artérias. Basta medirmos a pressão arterial em casa, no trabalho, na farmácia, no consultório. Deveríamos ter mais equipamentos de medida de pressão eletrônicos em locais que não o consultório, como temos termômetros e balanças. Ao observar valores elevados, o paciente deveria procurar o médico. Só o médico pode instituir o diagnóstico de hipertensão e determinar a melhor forma de tratamento e acompanhamento.

Uma vez aprovado, para quê servirá essa diretriz?
Os tratados médicos são, em geral, complexos e longos, dificultando a difusão e a aplicabilidade do conhecimento. Diretrizes são documentos mais simples e objetivos, que ensinam passo a passo como lidar com problemas específicos. Além disso, as diretrizes são como guias disponibilizados gratuitamente, publicados em várias revistas médicas, distribuídos largamente sob a forma de manuais e disponibilizados pela internet.


Por que com tanta campanha de melhor qualidade de vida, alimentação e exercícios a hipertensão é a maior causa de infarto do coração e derrame cerebral?
A hipertensão afeta mais de 30 % da população adulta e já acomete 5% das crianças e adolescentes. O crescente aumento de peso da população e a maior expectativa de vida têm feito com que a hipertensão atinja cada vez mais pessoas. Pesquisas nacionais e internacionais apontam que as pessoas, em geral, já compreendem que ter a pressão elevada aumenta as chances de doenças, mas pelo fato dela ser quase sempre assintomática, não provocar dor ou desconfortos, não têm disciplina no tratamento. Dados brasileiros apontam que 80% dos hipertensos não fazem o tratamento regular e contínuo. As causas são muitas. Muitos por descuido, outros por temerem efeitos colaterais dos medicamentos. Homens temem que os remédios interfiram na função sexual. Mulheres temem ganhar peso. São crendices que impedem o tratamento adequado.

O sal ainda é um grande vilão?
A ingestão excessiva de sódio é um problema mundial, causado pelo crescente consumo de alimentos prontos e semiprontos da vida moderna, muito ricos em sal e responsáveis por mais de 70% da quantidade diária ingerida. Quem consegue reduzir o consumo de sal pode necessitar de menos remédios para controlar a pressão arterial, mas, em geral, não é o suficiente, também são necessários medicamentos.

E a genética?
A herança genética é maior causa de hipertensão. Quem tem um dos pais com hipertensão, tem 30% de chances de se tornar também hipertenso. Se a herança é de pai e mãe, o risco é de 60%. Se a esta herança se somam ganho de peso, excesso de sal, estresse e sedentarismo, as chances de hipertensão são de quase 100%.

O que esperar de novos medicamentos?
Essa é a grande novidade. Os medicamentos antigos, realmente, apresentavam maiores percentuais de efeitos colaterais, o que dificultava a continuidade do tratamento. Os novos anti-hipertensivos são bem tolerados e comprovaram reduzir as chances de doença e morte. Outra boa notícia é que existem hoje dezenas de remédios eficazes, o que aumenta a possibilidade de individualizar o tratamento e encontrar a opção ideal. Os IECA são medicamentos que atuam em um dos principais mecanismos de regulação da circulação, destacando-se como uma das melhores opções para a maioria dos hipertensos.

Fonte: Jornal Extra / Sociedade Brasileira de Cardiologia


Beterraba com laranja - Suco rosa: Melhora em até 10% o desempenho físico


Deliciosa mistura de laranja com beterraba é rica em óxido nítrico e vitamina C. Bebida também pode ajudar na recuperação dos músculos

Mulheres que adoram fazer dieta em busca do corpo ideal, vivem adotando novas receitas em seus cardápios. Isso porque se encontra a necessidade de renovar os sabores e os benefícios dos alimentos.


Não basta apenas o alimento ser nutritivo e pouco calórico, ele precisa também ter outras vantagens, como ajudar a desintoxicar o organismo, acelerar o metabolismo, entre outras funções. O suco verde virou uma febre quando foi lançado, sendo adotado por mulheres em todo o mundo e que faz parte até hoje do cardápio da maioria delas. Agora é a vez de o suco rosa estar em alta. É a mistura basicamente de laranja com beterraba crua, onde ganhou destaque após a publicação de um estudo do professor Andy Jones, no “Journal of Applied Physiology”. Esse estudo mostra que o suco rosa melhora em até 10% o desempenho físico, além de ajudar na recuperação dos músculos.

Lançado na Europa, o suco rosa traz muitos benefícios a saúde, também sendo destaque entre as pessoas que buscam a boa forma. A beterraba é uma grande fonte do nutriente do óxido nítrico, que promove a dilatação dos vasos sanguíneos, melhorando a captura de nutrientes pelo corpo. Além disso, a mistura da beterraba com a laranja, fruta rica em vitamina C, combatem os radicais livres produzidos durante a prática do exercício físico.

O suco traz muitos benefícios, porém não é milagroso. A maioria das pessoas, muitas vezes, buscam maneiras mágicas achando que vão resolver todos os seus problemas. Não basta tomar o suco apenas uma vez, como também não adianta tomar suco rosa todos os dias se o seu almoço for um fast food.

O hábito de ingerir o suco deve estar dentro de um contexto de alimentação saudável e rotina de exercícios. Não há contra indicações ou cuidados especiais para tomar o suco rosa. O pico do óxido nítrico no corpo acontece cerca de três a quatro horas após a ingestão do suco. O ideal é consumi-lo tanto antes como depois dos treinos.

No entanto, ele pode ser consumido em qualquer horário do dia. Quando tomado até duas horas antes do exercício físico, melhora o aporte de oxigênio e nutrientes nas células musculares, melhorando o desempenho. Quando tomado depois, melhora a recuperação muscular, no aumento de massa muscular e na diminuição da fadiga.

Apesar de um gosto doce, o suco rosa possui um teor muito baixo de calorias. As fibras presentes na beterraba devem ser ingeridas cruas, pois o cozimento tende a diminuir tanto o número de fibras presentes, quanto de outros nutrientes, além de aumentar a concentração do açúcar natural da beterraba.

Diabéticos devem ter cuidado com a bebida, pois tanto a laranja quanto a beterraba possuem muito açúcar natural. Consulte um profissional antes do seu consumo. Uma boa opção para diabéticos, é utilizar chia ou linhaça no suco para diminuir a absorção do açúcar.

É possível ter os mesmos benefícios do suco rosa com outras misturas, combinando frutas ricas em vitamina C com outros alimentos fontes de óxido nítrico tais como: melancia, nozes, carnes vermelhas, salmão, espinafre, couve, soja entre outros alimentos que dão embaixo da terra.

De uma forma geral, esses alimentos absorvem muito óxido nítrico. No entanto, existem várias maneiras de combinar legumes e frutas, não é preciso apenas optar por um tipo de suco. O suco rosa pode ajudar, mas não faz milagre. É preciso ter uma alimentação saudável e uma rotina de exercícios para obter bons resultados.

Fonte: euatleta.globo.com

Emagrecer ou ganhar massa - Treino deve ser adaptado para cada objetivo

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Emagrecer ou ganhar massa - Treino deve ser adaptado para cada objetivo

Emagrecer ou ganhar massa muscular. Esta é uma dúvida de muitas pessoas que querem iniciar a praticar uma atividade física para melhorar sua qualidade de vida.

Não estamos aqui nos referindo é claro, àquelas pessoas que resolvem já por uma indicação médica, ou mesmo pessoal, para tratar de algum motivo específico, tipo emagrecer, ou algum outro tratamento de saúde, ou mesmo condicionamento físico.

Estudos apontam que a prática de exercício regular é fundamental para manutenção da saúde e de um peso saudável. As recomendações são de 150 minutos semanais para preservar o peso e 300 para a redução.

Mas, afinal, o que não devemos fazer quando começamos a treinar?

Descubra aqui o que é fundamental saber quando começar a se exercitar
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Adaptar a alimentação ao tipo e duração de treino se o objetivo é perda de peso. Quando iniciamos a prática de exercício físico, estamos aumentando nossas necessidades energéticas para a prática desta atividade.

Portanto, precisamos rever os objetivos que queremos alcançar (redução de peso/gordura corporal ou ganho de massa muscular), qual a quantidade e qualidade dos alimentos ingeridos para atender ao objetivo do treinamento.

Muitos praticantes aumentam a ingestão energética de forma desordenada podendo levar a ganho de peso.

 No início sentiremos mais fome, fazendo de cinco a seis refeições diárias. Os lanches intermediários são fundamentais para proteger a parte gástrica e sentir menos fome nas grandes refeições, facilitando o controle.

- Dê preferência a alimentos integrais e nas grandes refeições inicie pelas saladas, promovem mais saciedade e conseguimos comer menor quantidade de alimentos

- Metade do seu prato deve ser de saladas/legumes + proteína 1/4 do prato + cereais (arroz, quinoa, cuscuz, milho) ou hortaliça C (batata/aipim/inhame) 1/4 do prato

- Manter uma alimentação saudável ingerindo diariamente 5 porções de frutas/ verduras / legumes

- Evitar a ingestão de alimentos gordurosos, gratinados, empanados e fritos, preparações que utilizem manteiga/creme de leite/queijos

- Utilize carnes magras (mais peixe e frango) assadas/ grelhadas/ cozidas

- Reduza a ingestão de sal e não utilize saleiro à mesa, use temperos naturais para preparar os alimentos

Não devemos treinar em jejum, pois estamos pelo menos oito horas sem nos alimentar, com poucos nutrientes disponíveis. Para não reduzir o rendimento durante a prática esportiva é fundamental a ingestão de carboidratos, fonte básica de energia.

Treinar sem se alimentar, não pode!


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Barra de cereal após treino: alimentação é ideal para a recuperação muscular 
Se você acorda e vai imediatamente treinar, pode ingerir pequenas porções de carboidratos como frutas, barra de cereais, suco de frutas e associar duas castanhas do Pará ou três nozes (fontes de gorduras boas monoinsaturadas e polinsaturadas, ajudam a prevenir a hipoglicemia).

Se você tem um intervalo de uma a duas horas de quando acorda até o treino faça uma refeição maior, com carboidratos, proteínas e pouca gordura, cuidado também com a ingestão de fibras para não haver desconforto gastrointestinal, exemplos: leite (de vaca, soja, amêndoas, arroz) + sanduíche de queijo magro com geleia de fruta ou Iogurte com cereal (granola, aveia) e frutas.

Não se alimentar após o treino para limitar a ingestão calórica e acelerar a perda de peso é um grande erro para esportistas. Após o treino é o momento para a recuperação muscular, maior fluxo sanguíneo está direcionado aos músculos transportando mais nutrientes. Portanto, é o melhor momento para reposição dos nutrientes.

Os nutrientes importantes para recuperação muscular são carboidratos e proteínas. Pode ser utilizado shake de whey protein com dextrose ou fruta; sanduíche de queijo magro com peito peru ou sanduíche de atum; iogurte com maior teor de proteína com fruta e cereal ou uma barra de proteína.


Uso de suplementos


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O uso de suplemento alimentar só é indicado quando a alimentação não consegue cobrir as necessidades energéticas ou de nutrientes para determinada prática esportiva. Antes de pensar no suplemento é preciso adequar à alimentação. O suplemento, como o nome diz, é “o algo a mais” necessário para contribuir para a performance esportiva. Quando não conseguimos através da alimentação atender as necessidades de nutrientes podemos lançar mão dos suplementos alimentares.

O uso indiscriminado, sem adequação com o programa alimentar e o treinamento, pode trazer ganho de peso e riscos à saúde. Em nutrição e performance esportiva a máxima “quanto mais suplementos melhor” não é verdadeira! Existem suplementos específicos para um indivíduo dependendo da modalidade esportiva, fase do treinamento, tipo de treino, intensidade e duração.

E, nunca, que fique claro, nunca, iniciar por conta própria uma carga de execícios físicos, ou uso de suplementos sem o devido acompanhamento de um médico ou nutricionista.

Fontes: Euatleta.com / Academia Wallstreetfitness / Uol Esporte

Saúde do Homem - Hiperplasia benigna da próstata

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Enquanto uma das principais ameaças para a saúde das mulheres quando envelhecem são as glândulas mamárias, entre os homens o maior risco tende a se localizar em outra glândula, que possui o tamanho de uma noz: a próstata.


A hiperplasia prostática benigna ou hiperplasia benigna da próstata (HBP) é uma condição caracterizada pelo aumento do tamanho da próstata, não tendo nenhuma relação com o câncer da próstata.


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Conforme a idade de uma pessoa aumenta, também aumentam as chances desses órgãos adoecerem, afligidos por dois dos tipos de câncer mais frequentes nos sexos feminino e masculino: o mamário e o prostático, respectivamente. Felizmente, ambos podem ser tratados com sucesso se detectados a tempo.

Os especialistas indicam que a principal função da próstata consiste em secretar um líquido que faz parte da composição do esperma. Quando o indivíduo ronda a quinta década de vida, esta glândula cresce, e por ficar situada sob a bexiga e em frente ao reto, rodeando a uretra, ao aumentar de tamanho, pode chegar a comprimir a uretra e a pressionar a bexiga, produzindo problemas urinários.

O crescimento progressivo da próstata é natural, mas pode se tornar patológico, ocasionando a chamada hiperplasia benigna da próstata (HBP), uma afecção que provoca diminuição da força do jato, necessidade de urinar com mais frequência, sensação de vazio incompleto, jato interrompido e gotas residuais na urina.

Segundo os especialistas, quem sofre de HBP frequentemente se vê obrigado a se levantar de noite para urinar, e às vezes a necessidade é brusca e urgente.

A médica Carmen González-Enguita, chefe do Serviço de Urologia da fundação espanhola Jiménez Díaz, classificou a HBP como uma doença crônica que afeta 50% dos homens de mais de 50 anos e quase todos os maiores de 80 anos. "Podemos afirmar que é uma patologia que todos os homens sofrerão ao longo da vida."
"Se nada for feito, o problema se agrava na metade dos pacientes. Em 30% dos casos, a situação se estabiliza, e em 15% pode até melhorar. A decisão de iniciar um tratamento depende da gravidade dos sintomas ou da forma como a pessoa vive seu transtorno", ressaltou a especialista.
Segundo ela, a HBP pode ser tratada com remédios, com monoterapia ou combinados, destinados a melhorar os sintomas e a qualidade de vida do paciente e reduzir as chances de desenvolver complicações, como a retenção urinária aguda e a necessidade de cirurgia. Em alguns países também se usa a fitoterapia (plantas medicinais) com este propósito.
"A cirurgia, que consiste em cortar pequenos pedaços da próstata crescida ou até extirpar a glândula, é uma opção que pode ser adequada para homens cujos sintomas pioram, apesar do tratamento farmacológico, ou aqueles que sofrem complicações", destacou a médica.
"Todos os homens sofrerão hiperplasia"

Para González-Enguita, um dos maiores avanços no tratamento da HBP é o tratamento combinado de dutasterida com tansulosina, "pois reduz 66% do risco de retenção urinária aguda ou de cirurgia relacionada à HBP, comparada com a tansulosina usada como monoterapia", que é uma das opções farmacológicas mais comuns.

Em relação ao câncer de próstata, a médica reconheceu que não possui uma apresentação clínica característica. "Em algumas ocasiões, o diagnóstico se realiza a partir de uma revisão médica rotineira, estando o paciente assintomático, e outras vezes se manifesta por uma dificuldade miccional, como apresentar sangue na urina ou com sintomas secundários à extensão da doença fora da próstata, principalmente dor óssea."

"Embora não exista nenhuma causa desencadeante do câncer de próstata, a idade é o principal fator de risco da doença, já que, atualmente, a maioria dos casos é diagnosticada em pessoas maiores de 50 anos" explicou o médico Carlos Núñez, Chefe do Departamento de Urologia do MD Anderson Cancer Center, em Madri (Espanha).
Por esse motivo, os urologistas recomendam à população masculina realizar exames de próstata a partir dos 50 anos de idade e, nos casos em que há antecedentes familiares, a partir dos 45 anos.

Para o diagnóstico, os urologistas confiam no valor clínico da determinação do antígeno prostático específico (PSA), que consiste em um exame de sangue, e na colonoscopia, complementada por uma ultrassonografia, e com uma biópsia prostática, caso os meios diagnósticos anteriores deem indícios consistentes da presença da doença.

Segundo o urologista do MD Anderson, "uma das principais características deste câncer é que ele pode não provocar sintomas, sobretudo nas fases iniciais da doença, na qual o diagnóstico precoce é fundamental para obter a cura do paciente".
"Diante do mito de que o câncer prostático desencadeia problemas ao urinar ou maior frequência, muitos pacientes se surpreendem com o diagnóstico, pois não observaram nenhum sinal", analisou Núñez.
De acordo com ele, "enquanto o número de cidadãos que vai ao urologista cresce cada vez mais, o número ainda deve aumentar notavelmente e a consulta ao especialista deve se transformar em uma reunião anual fixa, já que os exames frequentes permitem que mais de 90% dos casos de câncer de próstata sejam detectados a tempo".

Últimos tratamentos, nova vacina

Quanto aos tratamentos, Carlos Núñez indicou que os avanços tecnológicos ocorridos nos últimos tempos, permitiram que os tratamentos sejam muito menos agressivos. "Por isso, em grande parte dos pacientes, consegue-se preservar a integridade do sistema urinário e da função sexual."

Quando a doença é localizada, os médicos contam com duas opções terapêuticas: a radioterapia e a prostatectomia radical, uma cirurgia para extrair a glândula prostática.
"Esta operação pode ser realizada mediante uma intervenção tradicional aberta, por via laparoscópica ou assistida por robô, sendo a probabilidade de cura assim como os efeitos sobre a ereção e a continência semelhantes em quaisquer dos três tipos de cirurgia", observou o médico Carlos Llorente, do Serviço de Urologia do Hospital Universitário Fundação Alcorcón (Espanha).
A radioterapia pode ser administrada por via externa ou implantando sementes radioativas dentro da próstata (braquiterapia). Também existem outras opções, como a crioterapia e a HIFU (Ultrassom com Foco de Alta Intensidade).

"O tratamento desses tumores localizados dependerá sempre da idade do paciente e da agressividade do próprio tumor", explicou Llorente.

O tratamento hormonal, que age bloqueando a produção de hormônios masculinos responsáveis por estimular o crescimento do tumor, é indicada para os casos em que o tumor já se encontra disseminado (metástases) ou porque o paciente sofreu uma recaída depois da cirurgia.

Outra opção é a quimioterapia, que permite um ligeiro mas significativo aumento na expectativa de vida dos pacientes com metástases, e que são resistentes ao tratamento hormonal. "Em todo este entrecruzado terapêutico, cabe ao urologista aconselhar a opção mais adequada para cada paciente e indicar-lhe outros especialistas se necessário", detalhou Llorente.

A Agência de Medicamentos e Alimentos (FDA) dos Estados Unidos aprovou a primeira vacina terapêutica contra o câncer de próstata. Ela destina-se a pacientes que deixaram de responder ao tratamento hormonal, nos quais reduz o risco de mortalidade e prolonga sua sobrevivência numa média de quatro meses.

O tratamento denominado Provenge, elaborado pela empresa Dendreon, estimula o próprio sistema defensivo para que ataque as células cancerígenas. Para isso, extraem-se os glóbulos brancos do paciente, que são tratados no laboratório com uma proteína geneticamente modificada para torná-los mais potentes frente ao tumor, e depois se reintroduzem no sangue do paciente.

Por utilizar os próprios leucócitos do paciente, a vacina não provoca os efeitos colaterais da quimioterapia empregada atualmente contra a doença.


Aloe Vera - Conheça mais benefícios da nossa Babosa

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A Aloe Vera ou Babosa, como é mais conhecida no Brasil, é bastante utilizada nos tratamentos de problemas de pele e dos cabelos. 

Esta planta é uma das mais conhecidas nos tratamentos utilizando-se a medicina natural no Brasil.  Contudo, não é apenas para problemas da pele e do couro cabeludo que ela é eficaz, é também um ótimo remédio natural contra outros problemas de saúde. 

Conheça mais alguns dos benefícios da Aloe Vera (babosa) para nossa saúde:



Usada na medicina tradicional indiana para tratamento de vários problemas de saúde como a constipação intestinal ou doenças de pele, a Aloe Vera é também bastante utilizada na cultura ocidental na indústria cosmética, farmacêutica e de bens alimentares.

Mas quais são os benefícios desta planta?

O Aloe Vera tem a capacidade de produção de duas substâncias para uso medicinal. O gel e o látex. O gel obtido através das células no centro da folha e o látex a partir das células logo por baixo da pele da folha.

A maioria das pessoas utilizam o gel como tratamento para problemas de pele, no entanto existem vários outros benefícios na utilização desta planta como doenças intestinais, remédio natural para a asma e úlceras de estômago.

O gel de Aloe Vera é a substância clara e gelatinosa encontrada na parte interna da folha da planta.

Esta planta é muito rica em vitaminas e minerais essenciais para o crescimento e bom funcionamento de todos os sistemas do organismo.

Contém vitaminas antioxidantes A, C e E, vitamina B12, ácido fólico e colina, minerais como cálcio, cobre, selênio, cromo, manganês, magnésio, potássio, sódio e zinco.

Fornece ainda compostos conhecidos como laxantes, analgésicos, agentes antibacterianos e antivirais.


Conheçam abaixo outras aplicações medicinais da aloe vera / babosa:

Tratamento de irritações de problemas da pele

Existem inúmeros relatos do uso desta planta no tratamento de psoríase, dermatite e feridas cirúrgicas.

O primeiro estudo remonta a 1935 e relata proporcionar alivio rápido em condições de queimaduras e regeneração da pele.

Em 2009 uma revisão de vários estudos demonstrou a sua eficácia no tratamento de herpes genital, inflamações, podendo também ser usado como agente antifúngico com segurança.




Hidratação do cabelo e couro cabeludo

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Com as suas propriedades nutritivas e a sua rica constituição em minerais e vitaminas ajudam o cabelo a manter-se forte e saudável.
Devido às suas capacidades antibacterianas e antifúngicas ajuda com problemas de caspa promovendo a regeneração dos tecidos em torno dos folículos pilosos.

Tratamento da constipação intestinal


As antraquinonas presentes no latex do aloe vera criam um potente laxante que aumenta o teor de água intestinal, tornando-o num remédio natural deste problema.

Facilita a digestão

O suco de aloe vera ajuda na digestão, normalizando e equilibrando o pH.
As suas capacidades curativas naturais reduzem a formação de fungos, podendo ser utilizado para restaurar o revestimento do estômago.

Estimula o sistema imunológico

As enzimas presentes na Aloe Vera quebram as proteínas que ingerimos tornando-as em combustível para todas as células do corpo.
O zinco, um mineral presente na aloe vera, é um componente estrutural essencial para uma enorme quantidade de receptores de hormonas e proteínas que contribuem para um melhor humor e uma equilibrada função imunológica.

Fornece antioxidantes e reduz a inflamação

A Aloe vera fornece um número surpreendente de vitaminas e minerais que ajudam a reduzir a inflamação e combater os danos dos radicais livres.

A vitamina A por exemplo, desempenha um papel fundamental na manutenção da visão saudável, função neurológica e uma pele saudável.

A vitamina C outra vitamina importante encontrada no aloe vera, protege o corpo contra doenças cardiovasculares, problemas de saúde pré-natal, doença ocular e até mesmo rugas da pele.

Tratamento da diabetes

Algumas evidências em humanos e animais sugerem que a Aloe vera é capaz de aliviar a hiperglicemia crônica.
Vários ensaios clínicos demonstram que os níveis de glicose e triglicerídeos no sangue diminuem nos tratamentos com esta planta.


Dicas de Saúde - Café da manhã fornece energia e favorece o emagrecimento

Tomar café da manhã traz energia, favorece a perda de peso e melhora fertilidade

Se você é daqueles que preferem  trocar o tempo de tomar café da manhã por uns minutinhos a mais na cama, está na hora de rever este hábito. 

Fazer a primeira refeição do dia adequadamente é essencial para a saúde, pois garante energia para a jornada, além de favorecer o emagrecimento e até aumentar a fertilidade. 

Por isso, de acordo com especialistas, nunca se deve “pular” o desjejum. E, tampouco, comer de menos, achando que isso ajuda na perda de peso, ou exagerar nas quantidades, na intenção de ficar mais satisfeito e consumir porções menores no almoço e no jantar.


Segundo a nutricionista Mariana Frank, consultora da Netfarma, o ideal é fazer algum tipo de refeição, por menor que ela seja, até 30 minutos após acordar.

Entre a última refeição do dia anterior e o café da manhã, passamos um longo período em jejum. Ao despertar, as células estão ávidas por nutrientes, explica a também nutricionista Samara Lopes, da Clínica Renewmed.

Desjejum completo

Todo desjejum deve ter fontes de carboidratos, proteínas, fibras, vitaminas e minerais. De acordo com Mariana, não existem alimentos proibidos, mas recomenda-se evitar itens muito gordurosos, como bacon e creme de leite.

Pular o café da manhã faz o organismo entender que o indivíduo está passando por uma privação alimentar. Com isso, ele passa a estocar gordura como fonte de energia para o futuro. Comer no início do dia, por sua vez, acelera o metabolismo e estimula o corpo a queimar mais calorias.


Acordar sem apetite é sinal de alerta

Pessoas que se exercitam pela manhã devem fazer um desjejum reforçado, e mesmo quem acorda sem fome não pode ficar sem comer. De acordo com a nutricionista Samara Lopes, a falta de apetite após levantar da cama é um sinal de alerta, pois indica que o organismo está cheio de toxinas.

Para começar bem o dia, o ideal é ingerir um bom antioxidante para que seja feita a bioconversão e eliminação de radicais livres produzidos durante o sono. 

Pode ser chá de gengibre ou chá verde ou branco, ou mesmo suco de limão sem açúcar. Depois de dez minutos, pode-se consumir uma fruta, uma fonte de proteína e cereais integrais, recomenda.

Um estudo publicado no ‘‘Clinical Science Journal’’ em 2013 mostrou que um café da manhã adequado pode aumentar a fertilidade, sobretudo em mulheres com ovários policísticos. 

Na pesquisa, cientistas da Universidade de Tel Aviv e da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel, comprovaram que fazer a refeição reduz os níveis de glicose durante o dia, e melhora a sensibilidade à insulina, o que influencia a ovulação.

Fonte: Extra

Osteoporose - Doença é problema também para os homens

Osteoporose - Doença é problema também para os homens

Homens não se enganem. A osteoporose também é um problema para vocês!

Apesar de ser em menor porcentagem, o sexo masculino não está livre da doença: 10% dos homens, na faixa dos 50 anos, também desenvolve o problema. 

"Certamente os números são maiores, pois a osteoporose no homem é sub-diagnosticada", enfatiza o dr. José Goldenberg, reumatologista do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).
A união entre fatores hereditários, hábitos pouco saudáveis e o inevitável envelhecimento podem trazer consequências, muitas vezes, irreversíveis. É o caso da osteoporose, que muitos acreditam ser tipicamente feminina. Isso porque, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30% das mulheres com mais de 50 anos são atingidas.


Embora tenha ossos mais fortes e largos, a combinação entre a perda natural de elementos minerais, baixa produção de hormônios masculinos (testosterona), histórico familiar e os maus hábitos de vida também afeta o sexo masculino, à medida que o volume da massa óssea é reduzido. "Com essas características, os ossos tornam-se mais finos e de extrema sensibilidade, com prejuízo de sua arquitetura. Dependendo do impacto, ficam mais sujeitos às fraturas", alerta o dr. Goldenberg.

A osteoporose no sexo masculino pode ser mais agressiva e perigosa do que no feminino, pois o pico de massa óssea (reserva de osso) ocorre entre 18 e 40 anos – mais tarde que na mulher, quando o pico fica entre 14 e 30 anos. Segundo o dr. Goldenberg, essa reserva tardia faz com que, depois dos 40 anos, o homem perca, a cada quatro anos, cerca de 10% do osso cortical, a camada mais externa e mais resistente, portanto a proteção.

Tipos de osteoporose

Osteoporose idiopática: atinge homens dos 20 aos 80 anos, com maior incidência depois dos 70 anos. Não há causa identificada para esse tipo da doença.

Osteoporose secundária: responsável por cerca de 30% a 60% das fraturas da coluna vertebral. Atinge homens de qualquer idade. Nesse caso, existem fatores de risco associados à perda e à modificação dos ossos.



Fatores de risco

Além do envelhecimento e do desgaste natural dos ossos, outros motivos podem ajudar a acelerar a doença, que atinge homens em qualquer idade.

São dois tipos de fatores de risco:

Fixos
  • Idade
  • Constituição corpórea
  • Raça/etnia
  • Histórico familiar

Modificáveis
  • Alcoolismo
  • Tabagismo crônico
  • Redução da taxa do hormônio masculino (testosterona)no organismo
  • Doenças reumáticas (artrite, por exemplo)
  • Transplante de órgão
  • Sedentarismo
  • Hipertireoidismo
  • Hiperparatireoidismo
  • Cirrose hepática
  • Doenças inflamatórias intestinais
  • Diabetes
  • Imobilização prolongada
  • Uso excessivo de medicamentos (como anticonvulsivantes, heparina, cortisona, hormônios tireoidanos, entre outros)

Prevenir é possível

A osteoporose deve ser prevenida. Os fatores de risco permanentes não podem ser evitados; entretanto, alguns cuidados ajudam a retardar o desenvolvimento da osteoporose, em razão dos fatores modificáveis.

Um ótimo caminho é começar pela alimentação balanceada, ingerir principalmente cálcio e vitamina D ou um banho de sol, pois ajudam a fortalecer e retardar a perda de massa óssea.

As atividades mais recomendadas são as que trabalham o equilíbrio, a resistência e o fortalecimento da massa muscular. Com isso, é possível prevenir quedas e eventuais fraturas

Outras formas de prevenção consistem em suspender o tabagismo, consumir moderadamente bebidas alcoólicas, café, chá e tomar medicamentos apenas com indicação médica. O mais importante é praticar exercícios físicos regularmente. “As atividades mais recomendadas são as que trabalham o equilíbrio, a resistência e o fortalecimento da massa muscular. Com isso, é possível prevenir quedas e eventuais fraturas”, sugere o dr. Goldenberg.

Essa doença demonstra poucos sintomas. Se não forem feitos exames preventivos para o seu diagnóstico, pode passar despercebida. “Quando ocorrem fraturas ou microfraturas, a pessoa sente dores agudas no local; assim, é possível desconfiar que o caso possa ser de osteoporose”, orienta o reumatologista. Outra forma de identificar a doença é quando a pessoa começa a ficar corcunda e perde altura progressivamente.

Tratamento sob medida


É possível descobrir a doença por meio da avaliação dos fatores de risco e de alguns exames, como o de densitometria óssea, que mede a massa óssea do possível portador. Com o resultado faz-se um pré-diagnóstico do grau de risco de fratura do paciente.

O tratamento é individualizado, dependendo de cada caso e deve sempre ser supervisionado por um especialista. “É possível prevenir e tratar a osteoporose, inibindo a perda de massa óssea ou estimulando sua formação, mas isso deve ser discutido apenas com o médico”, enfatiza o dr. Goldenberg.

Fonte: Hospital Israelita Albert Einstein
                    www.einstein.br


Emagrecimento - Conheça mitos e verdades sobre processo

aliados da saúde
Emagrecimento - Conheça mitos e verdades sobre processo

Emagrecer é o sonho de milhões de pessoas em todo o mundo, por isso a literatura sobre o tema emagrecimento é um assunto que nunca tem fim.

Neste processo, como é comum a temas polêmicos, existem muitas suposições que se tornam verdadeiras, após comprovadas cientificamente, e muitas outras que não passam de mitos.

Em meu processo de pesquisa por este tema, emagrecimento, encontrei, uma reportagem que procura desvendar justamente quais os mitos e verdades que envolvem o processo de emagrecimento, que vocês podem conferir abaixo!


Emagrecimento - Conheça mitos e verdades sobre processo:

Abdominal elimina barriga 
FALSO. Exercícios abdominais fortalecem a musculatura, mas pouco contribuem para que a cintura diminua. Atividade física aeróbica como caminhada, corrida, natação e ciclismo é a forma mais eficiente de eliminar a gordura do abdome

Beber muita água ajuda no acúmulo de líquidos
FALSO. O corpo precisa de água para ter eficiência em vários processos do organismo e até para o emagrecimento. Além disso, beber água ajuda no bom funcionamento dos rins e do intestino. Mas quando a ingestão de sal é excessiva, a sede aumenta e o líquido se acumula. Nesses casos, a eliminação é mais demorada e pode acontecer em algumas horas ou até dois dias

Drenagem linfática e outros aparelhos de clínicas de estética emagrecem 
FALSO. Não existe comprovação científica de que esses aparelhos (fornos, ultrassom, etc.) promovam o emagrecimento. E nem mesmo a mesoterapia escapa dessa conclusão, pois sequer é reconhecida pela endocrinologia como tratamento. Quanto à drenagem linfática, ela é eficaz na remoção do inchaço acumulado nas pernas ao longo do dia, principalmente em pessoas com problemas vasculares, venosos ou linfáticos. Mas apesar desses benefícios, essa massagem não elimina gorduras

Gordura derrete 
FALSO. A ideia de que a gordura derrete como manteiga na frigideira é equivocada. A gordura é oxidada (queimada), e o produto final dessa oxidação é gás carbônico (CO2) e água (H2O). Assim, o CO2 é eliminado por meio da respiração, e a água pela urina


Comer mais rápido é igual a maior consumo de comida
VERDADEIRO. Comer devagar, mastigando bem cada garfada, aumenta a sensação de saciedade, mesmo consumindo um prato menor. Um dos mecanismos de saciedade cerebral depende do tempo de enchimento e esvaziamento gástrico, período que corresponde a uma refeição de aproximadamente 20 minutos. Assim, comer devagar permite que o cérebro receba a mensagem de que o corpo está satisfeito

Produtos integrais são menos calóricos que os refinados 
FALSO Alimentos integrais têm quase a mesma quantidade de calorias dos refinados. A vantagem dos integrais é que eles possuem fibras, conferem maior sensação de saciedade e por mais tempo, fatores que propiciam menor consumo. E não é só. Alimentos ricos em fibras possuem índice glicêmico inferior ao dos refinados que, por possuírem alto índice glicêmico, são absorvidos rapidamente, provocando sensação de fome em menor espaço de tempo. Mas cuidado: não acredite na falsa crença de que alimento integral pode ser consumido à vontade

A melhor forma de perder peso é não consumir carboidratos 
PARCIALMENTE VERDADEIRO. Estudos comparativos entre diferentes tipos de dieta (pobre em carboidratos/ pobre em gorduras/dieta mediterrânea, rica em fibras e pobre em gorduras e calorias), revelaram que a dieta pobre em carboidratos e a mediterrânea oferecem melhores resultados, com maior perda de peso após 2 anos de tratamento. Além disso, a dieta mediterrânea reduziu níveis de triglicerídeos e glicose no sangue, fazendo-o de forma mais eficaz do que as demais dietas. Por outro lado, a dieta pobre em carboidratos melhorou os índices lipídicos. Considerando essas observações, a melhor dieta deve vislumbrar não só a perda de peso, mas benefícios adicionais, respeitadas as necessidades de cada um

Para perder peso é preciso evitar gorduras
FALSO. As gorduras devem fazer parte de 30% das calorias de uma refeição balanceada, principalmente as chamadas gorduras do bem. Apesar de serem os nutrientes mais calóricos entre todos, as gorduras são fundamentais à saúde, retardam o esvaziamento gástrico e prolongam a saciedade, facilitando assim o cumprimento de um plano de dieta

Comer menos e mais vezes emagrece
PARCIALMENTE VERDADEIRO. O processo de digestão dos alimentos acarreta gasto energético, mas ainda se questiona até que ponto esse maior consumo seria significativo


Alguns alimentos ajudam a queimar a gordura 
FALSO. Não existe nenhuma comprovação científica sobre a relação existente entre a ingestão de certos alimentos e gasto de energia

Exercitar-se no verão faz queimar mais calorias 
FALSO. O gasto energético inerente ao exercício independe da temperatura

Pular refeições é uma boa forma de diminuir calorias
FALSO. Pular refeições leva a jejuns prolongados, responsáveis pelo aumento da sensação de fome na próxima refeição. Além disso, há uma redução reativa na queima calórica por escassez de alimentos, estimulando a produção de substratos energéticos compensatórios pelo fígado. Todo esse processo dificulta a perda de peso e até predispõe seu ganho

Tomar água durante as refeições engorda
FALSO. Tomar água durante a refeição pode até dificultar o processo digestivo pela diluição do suco gástrico, mas jamais é causa de ganho de peso. Ao contrário, os grandes vilões do grupo líquidos são os refrigerantes e sucos de frutas, que agregam sempre uma grande quantidade calórica às refeições

Comer carboidrato à noite engorda
FALSO. O que engorda é comer muito à noite ou em qualquer período do dia. Quando a ingestão alimentar diária não ultrapassa o gasto calórico, não há ganho de peso, mesmo que ocorra um aumento do consumo alimentar à noite. Não se gasta menos calorias à noite, pois esse processo se prolonga ao longo do dia, ainda que nos exercitemos pela manhã. E mais, conforme o tipo de atividade física, o aumento do gasto calórico pode durar por mais de 24 horas

Alimentos light emagrecem
FALSO. Conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Avisa), alimento light é aquele que apresenta redução mínima de 25% de determinado nutriente ou calorias, comparado ao alimento convencional. A redução de calorias se dá pela diminuição de algum nutriente energético (carboidrato, gordura ou proteína), mas é preciso ficar atento ao rótulo do produto, pois mesmo com essa redução ele pode continuar sendo muito calórico. Como se trata de um alimento processado, açúcar, farinha ou espessantes de amido podem ser utilizados para melhorar o sabor após a remoção da gordura, por exemplo. Assim, não é porque um alimento é rotulado como light que permite maior consumo. O que acontece com frequência é que as pessoas ingerem o dobro do habitual por que um alimento é diet ou light, mas dificilmente haverá redução de 50% das calorias nesses alimentos

Cerveja engorda
PARCIALMENTE VERDADEIRO. A bebida não é tão vilã como se pensa, pois se situa entre as que contém menos calorias (cerca de 140 kcal/lata). Alguns especialistas afirmam que a cerveja não engorda e quem a consome com moderação (duas doses ao dia), tende a beliscar menos entre as refeições, sentindo menos necessidade de ingerir doces. A maior prova dessa tese são os japoneses, maiores consumidores de cerveja do que os alemães, e são prevalentemente mais magros. Entretanto, se a bebida for consumida em excesso, pode causar obesidade. Isso porque a cerveja eleva os níveis de triglicerídeos no sangue, favorecendo a formação de gordura visceral, isto é, aumenta a barriga. Além disso, quem gosta de cerveja não dispensa salgadinhos e outros tira-gostos, normalmente muito calóricos. A conclusão a que se chega é : o consumo excessivo de calorias, somado à falta de atividade física, é a causa de sobrepeso e obesidade, e não a cerveja em si

Fonte: Uol - Dieta e Boa Forma


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