Fumar ainda está entre as principais causas de morte no mundo

Fumar ainda está entre as principais causas de morte no mundo

Até o final do século XX, a maior parte dos óbitos ocorria em função de doenças infectocontagiosas. 

Hoje em dia, porém, o quadro é bem diferente. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), desde o início do século XXI, mais de 60% das mortes foram causadas pelas chamadas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs).

Cada vez mais presentes no estilo de vida moderno, enfermidades desse tipo são provocadas, basicamente, pela má alimentação e por hábitos prejudiciais, como o alcoolismo e, principalmente, o tabagismo.


“Embora o cigarro tenha sido bastante combatido nos últimos anos, ele ainda está entre as principais causas das DCNTs. Por isso, podemos afirmar que ele contribui ativamente com a taxa de mortalidade gerada em função do problema que abrange também hipertensão, diabetes, obesidade e câncer de diferentes tipos”, afirma a psicóloga Silvia Cury, coordenadora do Programa de Controle do Fumo do HCor (Hospital do Coração).

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Causas

De acordo com o último levantamento realizado por órgãos ligados ao Ministério da Saúde, o cigarro é consumido com frequência por cerca de 11% da população brasileira e causa mais de 200 mil mortes por ano no país, matando aproximadamente 23 pessoas por hora. “Além de ser incentivado por fatores socioculturais, o tabagista geralmente tem um perfil permeado por ansiedade, depressão, estresse, emoções negativas e positivas. Por isso, é importante junto ao tratamento medicamentoso associar o acompanhamento psicológico”, explica a psicóloga.
Consequências
Como resultado do tabagismo, surgem uma série de  doenças. “Entre as doenças estão infarto agudo do miocárdio, derrame, trombose, bronquite, enfisema, além de câncer no pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, entre outras regiões. Isso sem contar efeitos colaterais, como impotência sexual nos homens, complicações na gravidez, aneurismas arteriais, úlcera do aparelho digestivo e infecções respiratórias das mais diversas”, complementa a psicóloga.

Fonte: HCor



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