Hipertensão - Novas diretrizes para quem tem pressão alta


American Medical Association sugere novos parâmetros para tratamento de hipertensão

O ano de 2015 já começou com polêmicas na área médica. Uma delas foi levantada por uma matéria publicada no "The Journal of the American Medical Association" (Jama), que sugere novas diretrizes para o tratamento da hipertensão.

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Levando ao pé da letra essas novas considerações, milhões de pessoas mundo afora devem reduzir a quantidade de remédio para controlar a pressão alta. Se antes o valor considerado normal era 12/8, agora, pessoas com mais de 60 anos podem atingir 15 como limite de pressão sistólica (máxima), antes de iniciar um tratamento para reduzi-la. Já o limite para a diastólica (mínima) permanece 9.


As novas regras levaram cinco anos para ser elaboradas e consideraram como evidências os limites rigorosos de tratamento, as metas e medicamentos usados para tratar a hipertensão em adultos.

De acordo com os 17 especialistas envolvidos na produção do artigo, estudos clínicos mostraram que critérios mais rígidos não se revertiam em vantagens para os pacientes, pois não foi constatada a redução da pressão arterial para menos de 15 em pessoas acima de 60 anos.



É provável que os novos limites sejam adotados no Brasil, pois atualmente o País já se baseia pelas diretrizes norte-americanas. Mesmo se a regra passar a valer, não significa que o acompanhamento médico deva ser abandonado. Uma vez hipertenso, é necessário sempre contar com o apoio de um especialista.


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