Proteja sua saúde comendo menos sal

Se houvesse uma disputa para definir o vilão da dieta atualmente, certamente o sal desbancaria fortes concorrentes – como o açúcar e a gordura – e abocanharia o primeiro lugar.

Por estar relacionado a uma série de complicações, especialmente a hipertensão arterial, o condimento, formado por uma mistura de cloro e sódio (daí o nome cloreto de sódio), entrou na mira dos profissionais de saúde do mundo inteiro.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou esta semana no Diário Oficial da União novas regras para a propaganda de alimentos e bebidas pobres em nutrientes. As empresas fabricantes, que já estão contestando a determinação, terão seis meses para se adaptar às normas.

Nos Estados Unidos – em abril deste ano, o FDA (Food and Drug Administration) manifestou sua intenção de reduzir o consumo de sal entre a população – espera-se que os primeiros passos sejam dados pela indústria, já que uma boa parte da quantidade ingerida vem justamente dos alimentos empacotados.

Preocupadas com a incidência cada vez maior de pressão alta (e de derrames e infartos decorrentes dessa situação), algumas cidades americanas já partiram para a briga, como é o caso de Nova York, que estabeleceu uma meta de redução da ingestão de sal em 25% nos próximos 25 anos.

Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, invista na sua educação.

Na saúde
Vale dizer que a má fama do condimento é um tanto quanto injusta. De acordo com Ricardo Botticini Peres, endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein, “o sal desempenha funções superimportantes no organismo, como equilibrar o volume de líquidos dentro dos vasos sanguíneos e garantir o bom funcionamento do cérebro”. O perigo está, lembra o especialista, no uso excessivo de pitadas para agradar o nosso paladar.

Todos os dias o brasileiro consome, em média, 14 gramas de sal, um valor alarmante, visto que o limite considerado saudável pela Organização Mundial de Saúde (OMS) não passa de seis gramas – o que corresponde a aproximadamente dois gramas de sódio.

“A longo prazo, o consumo excessivo de sal pode levar ao aumento do volume de sangue, causando pressão sobre os vasos. Com isso, crescem as chances de desenvolver hipertensão arterial”, descreve Carolina Duarte, nutricionista da clínica Nutrício, de Belo Horizonte (MG).

Esse quadro, caracterizado pela pressão elevada, atrapalha o pleno funcionamento do organismo. Isso porque as artérias (responsáveis pela irrigação de vários órgãos) são lesadas, abrindo caminho para o surgimento de uma série de complicações, tais como derrame, cegueira, insuficiência renal, complicações cardiovasculares, entre outras. “É justamente por esse poder de desencadear o surgimento de várias outras doenças que consideramos a hipertensão tão perigosa”, explica a nutricionista mineira.

Caça ao inimigo
Para a nutricionista Tatiane Lima, do Hospital Sírio Libanês, de São Paulo (SP), uma das primeiras medidas que se deve tomar a fim de reduzir a quantidade ingerida de sal é dar um sumiço no saleiro. “Quando ele está sobre a mesa a tendência é colocar umas pitadas extras na comida, mesmo que o alimento já esteja temperado”, comenta.

Evitar ao máximo os alimentos empacotados também é uma boa, já que “pesquisas mostram que cerca de 60 a 75% do sal que consumimos é proveniente de itens industrializados”, observa a nutricionista Gertrudes dos Reis Teixeira Ladeira, da Nutrício. Mas se a tentação for maior, é importante prestar atenção nos rótulos, pois eles não registram a quantidade de sal no alimento, e sim de sódio – que não pode ser maior do que dois gramas por dia, segundo a OMS.

Para quem já tem hipertensão, um aviso: a ingestão deve ser ainda mais controlada. Segundo a nutricionista do Sírio Libanês, muitos pacientes são estimulados a usar dois gramas de sal na comida: um no almoço e outro no jantar. “É preciso lembrar que os alimentos prontos já contêm sal em sua composição”, diz.

Por outro lado, é válido salientar: mesmo quem costuma apresentar pressão baixa não está livre de preocupações. “Quando a pressão está abaixo de 12 por oito, valor considerado normal, não significa que a pessoa pode abusar do sal na comida. Afinal, nada impede que essa pessoa apresente hipertensão no futuro”, frisa Botticini.

Fonte: Hospital Albert Einstein

Frio pode aumentar casos de infarto


Frio pode aumentar casos de infarto

Nos dias mais frios, os índices de infarto podem aumentar em até 30%, principalmente quando a temperatura está abaixo dos 14 graus, segundo o Instituto Nacional de Cardiologia (INC).

Pacientes com idade entre 75 e 84 anos e aqueles com doença coronariana prévia são mais vulneráveis aos efeitos da baixa temperatura.

O médico do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) Felipe Pittella explica que a exposição ao frio faz aumentar a viscosidade sanguínea, a pressão arterial e as concentrações de fibrinogênio, ou seja, fatores trombogênicos que favorecem a oclusão das artérias coronárias levando ao infarto agudo do miocárdio.

“As pessoas com fatores de risco, como colesterol elevado, tabagismo e obesidade, devem evitar mudanças bruscas da temperatura, principalmente do quente para o frio, pois essa mudança súbita pode agravar sintomas de angina, e aumentar o risco de infarto e acidente vascular cerebral.”         
Apesar de nem todas as regiões do Brasil registrarem baixas temperaturas durante o inverno, o cardiologista alerta que é necessário manter o corpo aquecido.

“O frio prejudica principalmente aqueles que já têm alguma doença cardíaca, mas pode afetar aqueles que não têm ou que ainda não sabem que possuem alguma enfermidade no coração. Por isso é importante que as pessoas, principalmente as mais idosas, vistam roupas adequadas às temperaturas mais reduzidas ou mantenham suas residências aquecidas.”

Hipertensos e diabéticos correm mais riscos

As pessoas que sofrem de hipertensão e de diabetes correm mais riscos durante o inverno. Segundo o médico, “as doenças que atingem a circulação sanguínea ficam mais intensas com a chegada do frio e os pacientes com problemas circulatórios dos membros inferiores podem sentir maior desconforto nas pernas devido à diminuição da circulação”, explica Pittella.

Fonte: Instituto Nacional de Cardiologia (INC)


Combatendo o stress com hábitos saudáveis


o poder medicinal das ervas, plantas e frutas
Combatendo o stress com hábitos saudáveis

Hábitos saudáveis ​​podem ajudar a protegê-la(o) dos efeitos nocivos do estresse. 

Aqui estão 10 hábitos saudáveis ​​positivos que você pode desenvolver.

Converse com a família e amigos
Uma dose diária de amizade é um grande remédio. Ligue para os amigos e familiares para compartilhar seus sentimentos, esperanças e alegrias e faça com que eles compartilhem deste momento com você.

Pratique uma atividade física
Uma atividade física diária e regular, pode aliviar a tensão física e mental. Fisicamente os adultos ativos têm menor risco de depressão e perda do funcionamento mental. A atividade física pode ser uma grande fonte de prazer, também. Tente caminhar, nadar, andar de bicicleta ou dançar todos os dias.


Abrace as coisas que você é capaz de mudar
Embora possamos não ser capaz de fazer algumas das coisas que apreciamos uma vez, nunca é tarde demais para aprender uma nova habilidade, trabalhar em direção a um objetivo, ou ajudar os outros.

Lembre-se de rir
O riso nos faz sentir bem. Não tenha medo de rir em voz alta de uma piada, um filme engraçado ou uma história em quadrinhos, mesmo quando estamos sozinhos.

Controle os "maus hábitos"
O excesso de álcool, cigarros ou cafeína pode aumentar a pressão arterial. Se você fuma, decida por parar de fumar agora. Se você beber álcool, faça-o com moderação.

Desacelere
Tente "ritmo" em vez de "raça". Planeje com antecedência e dê tempo suficiente para obter as coisas mais importantes realizadas, sem precisar se apressar.

Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, invista na sua educação.

Durma o suficiente
Tentar obter de seis a oito horas de sono por noite. Se você não consegue dormir, tomar medidas para ajudar a reduzir o stress e/ou a depressão (que são as outras citadas aqui).

Organize-se
Faça uma lista do tipo "para fazer", para ajudar você a se concentrar em suas tarefas mais importantes. Defina as grandes tarefas e realize uma de cada vez. Por exemplo, começar a organizar apenas uma parte de sua casa por vez - quarto, closet, armário ou gaveta.

Pratique a solidariedade (É dando que se recebe)
Doar seu tempo ou gastar tempo ajudando um amigo, ou outras pessoas. Ajudar aos outros te ajuda.

Tente não se preocupar demais
O mundo não vai acabar se sua grama não foi cortada ou sua varanda não está limpa. Você pode precisar fazer essas coisas, mas agora pode não ser o momento certo.



Alimentação para quem sofre de transtorno alimentar

alimentação para transtornos alimentares

Uma boa alimentação é essencial a todos e especialmente às pessoas em recuperação de um transtorno alimentar.

Primeiro, certifique-se de que a pessoa com o transtorno foi avaliada por um médico qualificado e que se encontra num plano de tratamento. 

Uma terapia nutricional de um dietista credenciado, aliada a psicoterapia e farmacologia ou formas variadas de medicina alternativa, pode ajudar uma pessoa em recuperação de um transtorno alimentar.

Parte de um plano de tratamento eficaz consiste em ajudar a pessoa a regressar a um padrão de alimentação saudável.


O corpo de uma pessoa que tem passado fome está num estado terrível e precisa de alimentos nutritivos para recuperar energia, restabelecer o equilíbrio químico e melhorar a clareza mental.

Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, invista na sua educação.

Os seguintes alimentos podem ajudar na recuperação de um transtorno alimentar:

Alimentos integrais concedem nutrientes que revitalizam o corpo. O pão de centeio integral, arroz integral, fruta e legumes frescos e carnes magras darão aos corpos desgastados um aumento de energia. As comidas processadas oferecem açúcar, xarope de milho com alto teor de frutose, gordura, cereais refinados e muito pouco no que diz respeito a nutrientes;

● O cálcio presente em produtos lácteos magros e vegetais folhados ajudam a fortalecer os ossos e os dentes. As dietas excessivas roubam cálcio aos ossos, tornando-os frágeis. As jovens que sofrem devido a um transtorno alimentar mostraram ter uma massa óssea semelhante à de mulheres idosas. Além do mais, vomitar em excesso destrói o esmalte dos dentes;
alimentação para transtornos alimentares

● Carnes magras, legumes e peixe proporcionam as proteínas necessárias das quais um corpo mal nutrido precisa;

● Os ácidos graxos do Ômega 3 encontrado no peixe, ovos e nozes, estimulam o coração. Quem sofre de anorexia corre o risco de ter problemas cardíacos e arritmia cardíaca pois o corpo não tem gordura suficiente para sustentar o funcionamento cardíaco;

● Os líquidos e sódio da água e bebidas desportivas são necessários para restabelecer o desequilíbrio de eletrólitos e restituir a perda de água devido à desidratação provocada por vomitar em excesso, ou pelo uso de laxantes e de diuréticos.

Os atletas que sofrem de transtornos alimentares precisam de aconselhamento nutricional especializado.  Esportes como a luta livre, corrida, ballet e ginástica, que dão ênfase a corpos magros e tonificados, apresentam um número excepcionalmente elevado de praticantes com transtornos alimentares. Estes atletas restringem a comida, têm um índice de massa corporal muito baixo, abusam de bebidas proteicas e suplementos e tentam perder o peso da água com diuréticos e saunas.

Os atletas devem concentrar-se numa alimentação baseada em alimentos em vez de suplementos, carbonatos e gorduras para a energia, proteínas para os músculos, fluidos e eletrólitos adequados, e vitaminas e eletrólitos para manter a performance e o equilíbrio nutricional.

Fonte: Alimentacao Saudavel.org


Alimentos que te deixam mais jovem

Alimentos que te deixam mais jovem

Quem nunca ouviu falar que somos aquilo que comemos? A boa alimentação tem reflexo no nosso corpo. 

Cada nutriente tem papel importante para o bom funcionamento do organismo e alguns deles agem inclusive contra o envelhecimento: são os chamados alimentos antioxidantes.

Como o próprio nome diz, esse grupo de alimentos (frutas, legumes e verduras) protege o organismo combatendo a ação danosa dos radicais livres – os quais, em grande quantidade, acabam por danificar as células, promovendo o envelhecimento.



Os radicais livres são o resultado dos raios solares, radioterapia, tabagismo, consumo excessivo de álcool, atividades físicas intensas, uso de medicamentos ou drogas, estresse emocional e desequilíbrio nutricional, entre outros fatores.

Aposte em vitaminas

É fundamental que em todas as refeições estejam presentes alimentos ricos em vitaminas C e E, betacaroteno e zinco, entre outras.

Confira onde encontrar esses “ingredientes” que ajudam o seu organismo a ficar jovem por mais tempo:

Vitamina C
Encontrada em frutas cítricas, vegetais folhosos crus e legumes.
Os fumantes perdem esses nutrientes consideravelmente; caso não consigam parar de fumar, é necessário consumi-los em maior quantidade.

Vitamina E
Encontrada nos óleos vegetais como milho, soja e girassol; no gérmen de trigo; aspargos, abacate, frutas vermelhas, vegetais de folhas verde-escuras, legumes, semente de linhaça, nozes e castanhas em geral.

Betacaroteno
Encontrado em frutas e vegetais amarelo-alaranjados, vegetais folhosos verde-escuros.

Flavonoides
Berinjela, beterraba, morango, uva, ameixa, cereja e soja contêm o nutriente.

Selênio
Presente na castanha do Pará, atum, gérmen de trigo, farelo de trigo, brócolis e couve.

Zinco
Frutos do mar, peixes, carne vermelha, cereais integrais, leguminosas, milho e ostras são as principais fontes.

Licopeno
Encontrado nas frutas vermelhas como melancia, tomate, goiaba.

Cobre
Encontrado nas nozes, leguminosas, cereais integrais, frutas secas, aves, ostras e mariscos.

Fonte: Hospital Albert Einstein



Envelhecer com saúde - Doenças que chegam com a idade

aliados da saúde
Envelhecer com saúde - Doenças que chegam com a idade

Dores nos joelhos, na coluna e limitações de movimentos são exemplos de doenças que chegam com a idade.

Com o passar dos anos, esses são alguns dos sintomas causados pelo desgaste das articulações. 

Embora o predomínio seja em pessoas com mais de 60 anos, crianças, jovens, atletas e adultos não estão livres de desenvolvê-las. "Entre as mais comuns na população, estão a artrite reumatoide e a artrose", diz o dr. Reynaldo Jesus-Garcia, ortopedista e médico coordenador do Programa Integrado de Ortopedia e Reumatologia do Hospital Israelita Albert Einstein.



Apesar do nome parecido, artrite e artrose são doenças diferentes.

A artrite é uma inflamação da articulação que destrói a cartilagem. Dessa forma, o atrito das extremidades dos ossos aumenta e gera irritação no local. A mais comum entre as artrites é a reumatoide. Esse quadro ainda tem causa desconhecida, entretanto é a mais grave das inflamações. "É uma doença autoimune, devido a uma reação de anticorpo do próprio organismo contra a cartilagem, que acaba desencadeando uma resposta inflamatória", explica o dr. Reynaldo.
"É uma doença autoimune, devido a uma reação de anticorpo do próprio organismo contra a cartilagem, que acaba desencadeando uma resposta inflamatória"
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a artrite reumatoide ocorre com frequência duas vezes e meia maior em mulheres do que em homens. Os sintomas são rigidez, inchaço e vermelhidão nas mãos, limitação de movimentos e dor intensa. Ao longo dos anos, as articulações vão apresentando deformidades que limitam intensamente o movimento das articulações.

Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, invista na sua educação.

A artrose é uma doença degenerativa, ou seja, um desgaste natural das articulações. As principais causas são sedentarismo, má postura, traumas frequentes – ocasionados por pancadas e lesões -, além do excesso de peso. Dores que aparecem com o movimento ou em repouso, mais comuns pela manhã, são os principais sintomas. A boa notícia é que a artrose pode ser prevenida.

Cuide de seus movimentos
A melhor maneira de evitar essas doenças é controlar o peso, fortalecer a musculatura e adotar hábitos alimentares saudáveis, pois o envelhecimento do organismo torna-se mais lento. Mas quando esses problemas aparecem, é inevitável realizar um tratamento à base de medicamentos para amenizar a dor e preservar a função da articulação acometida, além das alternativas para estimular a regeneração da cartilagem.

Em casos mais graves, pode ser feita uma cirurgia, realizada nos ossos e não na própria articulação, para corrigir a postura e mudar a posição do eixo do osso que está limitando o movimento da pessoa. Há ainda a alternativa de cirurgia para retirar os tecidos que estão inflamados, por meio da artroscopia. Caso a doença progrida, pode ser feito um implante de cartilagem, em que fragmentos de cartilagem saudáveis são retirados para serem colocados em locais desgastados. Nos casos avançados, pode ser necessária a resseção da cartilagem da articulação e a substituição por uma prótese metálica no lugar da cartilagem destruída.

Fonte: Hospital Israelita Albert Einstein 


Soja - Alimento e remédio ao mesmo tempo

aliados da saúde

Além de ser rica em proteínas, lipídeos, fibras e alguns minerais e vitaminas, a soja também pode auxiliar na prevenção de algumas doenças.

Alimento conhecido há séculos, a soja é cultivada em larga escala em vários países, sendo o Brasil o segundo maior produtor no mundo, com 50 milhões de toneladas ao ano.

A cada dia novas pesquisas atribuem mais qualidades à soja. Recentes estudos apontam os benefícios da leguminosa para a saúde da mulher, principalmente durante a menopausa. Isso porque a soja apresenta isoflavona em sua composição. Essa substância é considerada, por alguns pesquisadores, como um fito-hormônio, que tem ação semelhante à do estrógeno, o hormônio feminino.

"O consumo diário do alimento pode ajudar a amenizar os efeitos da menopausa, como calor, sudorese noturna, insônia, irritabilidade e depressão"

Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já! Contra a recessão, invista na sua educação.

Pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comprova os benefícios da isoflavona. A substância foi testada em um grupo de 80 mulheres na menopausa com o objetivo de amenizar os sintomas: 50% delas recebeu um comprimido placebo (sem efeito); as demais tomaram 100 mg de isoflavona por dia.

Os sintomas das mulheres tratadas com o fito-hormônio diminuíram em 80%, enquanto as tratadas com placebo tiveram melhora de 12,5%. Os níveis de colesterol ruim (LDL) também diminuíram no grupo de mulheres que receberam a isoflavona.

Esses efeitos são igualmente percebidos quando se comparam as mulheres do Oriente com as do Ocidente. Como o consumo da soja é parte da dieta básica das orientais, seja na forma de tofu, molho ou pasta de soja, constatou-se que os sintomas da menopausa em japonesas e chinesas são de cinco a oito vezes menores do que nas mulheres ocidentais.

Fonte: Hospital Albert Einstein

Obesidade - Gordura os 4 tipos existentes





A Gordura nos Alimentos



o poder medicinal dar ervas, plantas e frutas
As gorduras presentes nos alimentos são formadas essencialmente (entre 96% e 98%) por triglicerídios, um tipo de lípido simples formado por ácidos graxos e glicerina. A qualidade e propriedades das gorduras dependem fortemente do tipo de ácidos graxos que contêm.

Na sua grande generalidade, os alimentos de origem vegetal possuem poucas gorduras, com exceção dos frutos secos oleaginosos. Este tipo de gordura de origem vegetal tem vantagens sobre as de origem animal, já que predominam o tipo de ácidos graxos insaturados (um tipo de ácido que reduz o colesterol no sangue) e contém várias substâncias que são benéficas para o organismo, como a lecitina, os fitosteróis ou a vitamina E.

Os produtos de origem animal são todos ricos em gordura, excetuando o leite e produtos lácteos desnatados, o peixe branco e a carne muito magra. A gordura animal, com uma elevada proporção e ácidos graxos saturados, apresenta vários inconvenientes, como aumentar a produção de colesterol no organismo e no sangue.

Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, invista na sua educação.

A Gordura e a Saúde

Serve como reserva e fonte de energia, e no intestino, as gorduras veiculam e facilitam a absorção das vitaminas lipossolúveis, como as A, D, E e K.

Como o organismo consegue produzir as suas próprias gorduras a partir de hidratos de carbono e proteínas, as gorduras são nutrientes que não apresentam problemas em caso de carência. Existem apenas três tipos de ácidos graxos que o organismo não consegue sintetizar, e que por isso necessitam de ser absorvidos através dos alimentos, o ácido graxo linoleico, o linolênico e o araquidônico (muito abundantes nos frutos secos).

Vale reforçar que o excesso provoca obesidade e colesterol e que as gorduras de origem animal são particularmente nocivas para a saúde.


Infarto - Cresce o número de vítimas entre os jovens




Má alimentação, estresse e sedentarismo são os vilões. Mudança nos hábitos pode ajudar na prevenção da doença

O Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) apontou um aumento de 13% no número de internações de jovens por infarto no último ano. O dado preocupa, pois, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença é a maior causa de mortes no mundo, chegando a 17 milhões de vítimas no ano. 

O cardiologista Dr. Marcelo Rodrigues, da Life Clínica, afirma que maus hábitos alimentares e estresse são algumas das causas do infarto e orienta sobre a prevenção da doença. "Muitos jovens, além de não se alimentarem direito, ficam muito estressados com a rotina de trabalho e estudo, além de não praticar exercícios físicos regularmente", aponta.


As drogas também influenciam diretamente nas complicações do quadro. "Energéticos, bebidas alcoólicas, anabolizantes e outras substâncias estimulantes trazem um risco grande. Elas aumentam a frequência cardíaca e a pressão arterial", explica o cardiologista.


Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, invista na sua educação.


Mudar os hábitos faz bem para o coração


Algumas mudanças nos hábitos podem contribuir para a melhora da qualidade de vida, além de minimizar os riscos do infarto. "Parar de fumar, alimentar-se corretamente e controlar doenças como hipertensão e diabetes é fundamental", recomenda.


Apesar do risco em qualquer idade, o médico explica que os adultos mais velhos desenvolvem mecanismos de defesa. Por isso, a mortalidade entre os jovens é ainda maior. "As veias são como canos e ocorre a vasodilatação, que é o aumento do diâmetro delas. O corpo do jovem ainda não tem essa capacidade de aumentar o diâmetro do vaso ou de abrir passagens colaterais", exemplifica o clínico.


Alguns dos sintomas mais conhecidos são a dor no peito, dificuldade de respiração, fraqueza e tontura. Em caso de suspeita, o médico orienta como deve proceder aos primeiros socorros. "É preciso manter a vítima deitada, afrouxar as suas roupas e não dar nenhum medicamento, água ou alimento, pois ela pode vomitar. Feito isso, o resgate precisa ser chamado com urgência". O socorro precisa ser rápido. "Quanto mais cedo a vítima for atendida, maiores as chances de recuperação", alerta.



O infarto ocorre quando o fluxo de sangue para uma parte do coração é bloqueado por um tempo prolongado, podendo o músculo sofrer danos ou morrer.

Fonte: Instituto Lado a Lado Pela Vida

Prática de exercícios físicos e doenças cardíacas


Prática de exercícios físicos e doenças cardíacas

Treinamento físico pode trazer diversos benefícios para pessoas com diferentes tipos de problemas cardíacos.

Praticar atividade física com regularidade é fundamental para manter a saúde o bem-estar, e a qualidade de vida.

Mas em casos específicos, alguns cuidados são necessários, como a avaliação constante de um cardiologista ou clínico-geral. 


Durante a mesa-redonda “Esportes em Cardiologia”, realizada no XXXVI Congresso da SOCESP, especialistas discutiram como o treinamento físico pode trazer diversos benefícios para pessoas com diferentes tipos de problemas cardíacos.


Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, invista na sua educação.


A cardiologista Katia de Angelis destacou os impactos do treinamento físico em mulheres com doenças cardiovasculares. “Várias pesquisas realizadas em ratos de laboratório comprovaram que a atividade física, juntamente com o tratamento farmacológico, reduz a pressão arterial, o estresse e melhora a frequência cardíaca. Quanto mais cedo ocorre a menopausa, maior o risco de morte por doença cardiovascular”, relata.
Já para pessoas que colocaram marca-passo, os especialistas recomendam evitar esportes de colisão ou exercícios intensos que possam levar às arritmias. “Cada caso é único, o médico não deve proibir a atividade física sem antes fazer uma análise minuciosa da frequência cardíaca do paciente”, disse a cardiologista Silvana Odório.
Pessoas com doenças congênitas também podem se exercitar. Mas para isso, também é necessária a indicação do médico. “É dever do médico promover a educação e esclarecer dúvidas dos seus pacientes.
Muitos cardiopatas não realizam atividade física com medo de morrer ao se exercitar, o que pode levar a obesidade e outros problemas de saúde”, declara a fisioterapeuta Aida Torquato. Para finalizar, o cardiologista Germano Souza destacou os benefícios da atividade física para pacientes que realizam transplantes: “melhora a qualidade de vida, evita doenças secundárias ao sedentarismo, promove a reinserção social e previne a depressão e a osteoporose”.



Compulsão Alimentar


o poder medicinal das ervas, plantas e frutas

A compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, em que um indivíduo consome regularmente uma grande quantidade de comida de uma vez só, ou "depenica" constantemente, mesmo quando não tem fome ou se sente fisicamente desconfortável por comer tanto.



 Ao contrário dos bulímicos, quem come compulsivamente não "elimina" a comida depois de comer em excesso, nem pratica com frequência exercício em excesso na tentativa de queimar calorias. 

A compulsão alimentar pode ocorrer em pessoas de qualquer sexo, raça, idade ou extrato socioeconômico e, como quem sofre do transtorno de compulsão alimentar aumenta com frequência de peso ou se torna clinicamente obeso, torna-se passível de contrair uma grande variedade de doenças. Infelizmente, não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva, mas existe uma variedade de opções de tratamento que podem ser exploradas quando o transtorno é diagnosticado.

Sinais de Compulsão Alimentar

Quem sofre do transtorno de compulsão alimentar consome grandes quantidades de comida de uma só vez ou come constantemente durante um determinado período (por exemplo, durante uma festa de aniversário, ) mas não purga ou se liberta da comida depois. O transtorno de compulsão alimentar é habitualmente reconhecido por outros devido aos hábitos alimentares de um indivíduo, tais como:

● Ingerir uma quantidade excessiva de comida, mesmo quando não tem fome;

● Comer até se sentir desconfortavelmente cheio ou mesmo agoniado;

● Esconder hábitos alimentares devido a vergonha ou embaraço;

● Esconder comida para episódios de voracidade;

● Esconder embalagens vazias ou caixas de alimentos e gerar lixo em excesso;

● «Depenicar» ou comer constantemente enquanto houver comida disponível;

● Comer quando está sob pressão ou se sente psicologicamente diminuído/a;

● Sentir-se subjugado/a, envergonhado/a e/ou culpado/a durante e/ou depois de um episódio de voracidade;

● Exprimir repugnância em relação a hábitos alimentares, peso, corpo ou aparência;

● Expressar descontentamento com a aparência, peso ou auto-estima.

Diagnóstico de Compulsão Alimentar

O transtorno de compulsão alimentar deve ser diagnosticado por um profissional qualificado, de acordo com os critérios de saúde mental reconhecidos. Estes critérios de diagnóstico incluem episódios cíclicos de alimentação em excesso e sensação de perda de controle durante os episódios, bem como episódios de compulsão alimentar com pelo menos três das seguintes características: comer depressa, comer até atingir mal-estar físico, comer quando não se tem fome, comer sozinho ou ter sentimentos de vergonha e culpa em relação à alimentação.


Outros critérios incluem expressão de ansiedade ou angústia em relação à ingestão compulsiva, episódios de voracidade que ocorrem pelo menos duas vezes por semana durante um período mínimo de seis meses e compulsão alimentar sem recurso posterior a um método de purga (vômito auto-induzido, exercício excessivo, etc).

Obter Ajuda e Tratamento

Não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva. Posto isto, há uma variedade de opções de tratamento que podem ser combinadas de acordo com as necessidades específicas do paciente. As opções de tratamento para o transtorno de compulsão alimentar incluem aconselhamento/terapia, aconselhamento ou terapia familiar, terapia cognitivo-comportamental (para alterar os comportamentos alimentares), frequência de grupos de apoio ou terapia de grupo e aconselhamento e planeamento nutricional.

Habitualmente, não são usados medicamentos para tratar o transtorno de ingestão compulsiva, apesar de poderem ser usados supressores de apetite com controle médico e alguns medicamentos, como anti-depressivos, para o tratamento de condições associadas.

O transtorno de compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, embora muitas vezes mal compreendido. Qualquer informação adicional sobre o transtorno de compulsão alimentar deve ser procurada junto de um médico, um especialista em transtornos alimentares ou outros terapeutas relacionados com este tipo de condição de saúde.


Alimentação Saudável para Idosos

aliadosdasaude.com.br

O grupo de pessoas com mais de 50 anos pode ser dividido em 3 grandes grupos: acima da meia idade (de 50 a 65); os jovens idosos (65 a 74) e os idosos (acima de 75).

Os jovens idosos podem ainda ter cerca de 20 anos ativos à sua frente, por isso manter-se em forma e saudável é o objetivo principal na alimentação.


Os idosos são mais susceptíveis de desenvolverem doenças crônicas, o que significará um maior apoio. Este grupo é o que apresenta uma maior taxa de crescimento na sociedade e tem necessidades nutricionais muito específicas.

Contudo, os conselhos nutricionais devem ser baseados nas características individuais do idoso, e não na sua idade cronológica.

Necessidades Nutricionais

Os requisitos energéticos do organismo diminuem com a idade, particularmente se a atividade física é limitada. Contudo, o corpo continua a precisar das mesmas quantidades de proteínas, vitaminas e minerais, por isso é fundamental que os alimentos sejam densos e ricos do ponto de vista nutricional.

Gordura

Restringir a ingestão de gorduras, em especial gorduras saturadas (gorduras de origem animal) de modo a manter a saúde cardiovascular, continua a ser um excelente conselho para idosos que estão bem e em forma. Acima dos 75 anos de idade, a restrição de gorduras não é aconselhada da mesma forma. A restrição de gorduras não é definitivamente aconselhada para aqueles que são frágeis, sofreram uma quebra de peso, ou têm fraco apetite. De fato, nestas situações, gordura adicional pode ser usada para aumentar as calorias nas refeições de modo a ganhar algum peso.

Fibras

Muitos idosos sofrem de obstipação e outros problemas intestinais. Para ajudar a minimizar estes problemas, o consumo de cereais, frutas e legumes deve ser encorajado, mas a ingestão exagerada de fibras não é a resposta, já que podem interferir com a absorção de outros nutrientes essenciais. Para ajudar os intestinos a funcionarem normalmente, é também muito importante beber bastante líquido, aproximadamente 6 copos por dia.

Fonte: Hospital Albert Einstein


Câncer - Taxa de mortes por câncer aumentam no país


aliados da saude


O Instituto Nacional de Câncer (INCA) divulgou os números do índice de câncer no Brasil, e o resultado não é nada animador. Ele revela que as mortes por câncer estão aumentando no país.

Novos números do Atlas de Mortalidade por câncer no Brasil revelam um aumento nas taxas de mortes entre 2011 e 2012 em consequência de diferentes carcinomas no país. Segundo o levantamento, a taxa bruta de mortes a cada 100 mil homens subiu de 100,47 para 103,2.


Enquanto o índice de óbitos a cada 100 mil mulheres cresceu de 83,99 para 86,92. Em números absolutos, no período avaliado, considerado o mais recente, a quantidade de mortes entre homens pela doença subiu de 94.649 para 98.033, e de 82.455 para 86.040, no caso das mulheres.
O levantamento é feito pelo Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (Inca), ligado ao Ministério da Saúde. Uma versão online do atlas foi lançada no dia 28 de novembro com dados históricos de óbitos registrados pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM).
Tipos de carcinomas avaliados

Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, invista na sua educação.
De acordo com a ferramenta, dos cinco tipos de cânceres que mais acometem os homens, houve diminuição da mortalidade em apenas um deles. No caso das mulheres, o índice de óbitos aumentou em todos os cinco tipos de tumores malignos mais detectados no país. O câncer de pulmão é o que mais mata entre o sexo masculino. A taxa de mortalidade para cada grupo de 100 mil homens subiu de 15,01, em 2011, para 15,54, em 2012.
O índice de óbitos por tumores na próstata, o segundo que mais mata, aumentou de 13,50 para 13,65. Apenas no caso de cânceres no esôfago é que houve uma leve redução na taxa, de 6,54, em 2011, para 6,53, em 2012. Os outros dois tipos que mais provocam óbitos são os de esôfago e no fígado.
Já na avaliação do sexo feminino, o câncer de mama é o mais letal. A taxa de mortes para cada 100 mil mulheres aumentou de 11,88 para 12,10 no período avaliado. Em seguida vem o carcinoma nos brônquios e pulmões, que subiu de 7,81 para 8,18. Os outros três tipos com mortalidade elevada são o de colo do útero, estômago e cólon.
Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.

No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estádios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente. Estatísticas indicam aumento de sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes. 

Estimativa de novos casos: 57.120 (2014 - INCA)

Número de mortes: 13.345, sendo 120 homens e 13.225 mulheres
No Brasil, a taxa de mortalidade de outro tipo de câncer que é comum no país, o melanoma maligno da pele, subiu apenas entre os homens. O índice saltou de 0,9 para 0,94 mortes a cada 100 mil pessoas. Para o grupo de mulheres, a taxa permaneceu estável, em 0,64 óbitos. O padrão mundial é de 0,94 mortes entre os homens e 0,53 entre as mulheres.
Estimativa de casos
Estudo divulgado pelo Ministério da Saúde estima que haverá 576.580 novos casos de câncer diagnosticados no país em 2014. Entre os que devem ter maior incidência, estão os de pele, próstata e mama, segundo a pasta. A previsão, de acordo com o governo, é que o tumor de pele não melanoma, considerado o mais frequente na população feminina e masculina, atinja 182 mil pessoas este ano.
Entre os homens, segundo a previsão do ministério, são esperados 69 mil novos casos de câncer de próstata. Em relação às mulheres, o câncer de mama deve atingir mais de 57 mil.
Segundo o levantamento, "com exceção do câncer de pele, a ocorrência de novos casos da doença no próximo ano será de 394.450, sendo 52% em homens e 48% em mulheres”.
As previsões de novos casos de câncer, divulgadas a cada dois anos, servem de base para a elaboração de políticas públicas na área de oncologia. No documento, elaborado pelo , estão relacionados os 19 tipos de cânceres mais frequentes no Brasil.

Fonte: INCA

Hipertensão - Novas diretrizes para quem tem pressão alta


American Medical Association sugere novos parâmetros para tratamento de hipertensão

O ano de 2015 já começou com polêmicas na área médica. Uma delas foi levantada por uma matéria publicada no "The Journal of the American Medical Association" (Jama), que sugere novas diretrizes para o tratamento da hipertensão.

Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, invista na sua educação.

Levando ao pé da letra essas novas considerações, milhões de pessoas mundo afora devem reduzir a quantidade de remédio para controlar a pressão alta. Se antes o valor considerado normal era 12/8, agora, pessoas com mais de 60 anos podem atingir 15 como limite de pressão sistólica (máxima), antes de iniciar um tratamento para reduzi-la. Já o limite para a diastólica (mínima) permanece 9.


As novas regras levaram cinco anos para ser elaboradas e consideraram como evidências os limites rigorosos de tratamento, as metas e medicamentos usados para tratar a hipertensão em adultos.

De acordo com os 17 especialistas envolvidos na produção do artigo, estudos clínicos mostraram que critérios mais rígidos não se revertiam em vantagens para os pacientes, pois não foi constatada a redução da pressão arterial para menos de 15 em pessoas acima de 60 anos.



É provável que os novos limites sejam adotados no Brasil, pois atualmente o País já se baseia pelas diretrizes norte-americanas. Mesmo se a regra passar a valer, não significa que o acompanhamento médico deva ser abandonado. Uma vez hipertenso, é necessário sempre contar com o apoio de um especialista.


O que fazer para envelhecer com saúde

O que devemos fazer para envelhecer com saúde e aproveitar a maturidade com corpo e mente sãos?

Como você quer estar aos 70 anos?”. O cardiologista Fábio Gazelato de Mello Franco, coordenador médico da Unidade Vila Mariana do Einstein, gosta de fazer essa pergunta aos pacientes. “As pessoas costumam planejar muitas coisas na vida, mas quase nunca se preparam para um envelhecimento saudável”, afirma. 


Segundo ele, é preciso cuidar-se sempre, ao longo do tempo. “A doença não surge de um dia para o outro. Ninguém fica diabético, hipertenso, com colesterol ou triglicérides altos de repente”, diz. Os problemas se instalam aos poucos e, em geral, de maneira bem sorrateira, sem sintomas. 
Na maioria das vezes, eles só são descobertos em uma consulta médica de rotina, por meio de uma avaliação física e de um exame de sangue. A partir daí, o melhor caminho é tratar. 

A hipertensão ou o diabetes não têm cura, apenas controle. E, quando não controlados, podem causar um estrago danado no organismo e até mesmo minar a saúde – talvez não hoje, mas lá na frente. “O problema não é ter a doença, mas como ela está sendo tratada”, resume o médico.

Para a geriatra Theodora Karnakis, do Hospital Israelita Albert Einstein, as escolhas que fazemos ao longo da vida também são importantes para uma maturidade mais plena. “Minhas atitudes no trabalho e com relação às demais realizações pessoais também estão relacionadas ao idoso que serei. Está claro que esse é o maior desafio da sociedade atual”, diz. Segundo ela, um estilo de vida saudável, equilibrado e feliz reduz não apenas os riscos de doenças cardiovasculares, mas também o desenvolvimento do câncer. A médica recomenda, ainda, a ida a um geriatra, já a partir dos 60 ou 65 anos, para um melhor controle das doenças mais comuns nessa fase.

Aprenda a cuidar melhor da sua saúde - curso online de nutrição - conheça aqui e comece já!  Contra a recessão, Invista no seu futuro.

Estima-se que até 80% das pessoas têm duas ou mais doenças na maturidade. Isso acontece porque, conforme o tempo passa, o organismo também envelhece, a memória começa a falhar, os movimentos vão ficando mais lentos.


Além dos males crônicos, é comum que o homem ou a mulher tenham problemas osteoarticulares, osteoporose ou doenças degenerativas. Até a depressão pode dar as caras mais facilmente: de 10% a 15% das pessoas desenvolvem o problema. “E a depressão, ou mesmo outras alterações cognitivas, tem um impacto grande nas doenças crônicas. Ao se sentir tão fragilizada, a pessoa adere menos ao tratamento, não quer ou esquece de tomar as medicações e cuida menos de si mesma – não se alimenta direito, não se exercita”, conta o médico Fábio Gazelato. É aí que a família precisa estar atenta, incentivando e encorajando.

Um passeio na praça perto de casa pode ser revigorante, assim como uma ida ao restaurante favorito ou uma reunião com os netos. Até mesmo rever os álbuns da família pode ser uma boa pedida. Ao folhear as páginas, revisitamos nossa história e reconstruímos os fios da vida. E assim tudo parece fazer mais sentido.​​

Fonte: einstein.br


10 Efeitos que você não sabia que as drogas comuns causam no seu cerébro

Diferentes drogas podem causar diversos efeitos no corpo humano e seus efeitos posteriores são, muitas vezes, longe de ser agradáveis como os resultados imediatos que elas produzem.

Então, o que exatamente estas drogas fazem em seu cérebro?


1. Maconha

Quando o ingrediente ativo da maconha, o tetrahidrocanabinol (THC), atinge o cérebro, faz com que as células presentes liberem dopamina, causando o bem-estar. A dopamina é uma parte do sistema de recompensa do cérebro, a mesma substância química que nos faz sentir bem quando fazemos coisas prazerosas, como comer e sexo.

Quando ele sofre um excesso de prazer por drogas, o sistema de recompensa cria sentimentos de euforia. É também por isso, em alguns casos raros, que o uso excessivo pode ser um problema: Quanto mais vezes você acionar aquela euforia, menos você poderá sentir-se empolgado em outras experiências.

2. Cogumelos alucinógenos

Um estudo recente mostrou que o principal ingrediente psicoativo de cogumelos alucinógenos, a psilocibina, aparece para acalmar a atividade cerebral tradicional e, em vez de impulsionar, inicia novas conexões entre diferentes áreas do cérebro.

Essas novas conexões podem fazer com que os usuários ouçam ‘coisas’ ou enxerguem ‘cores diferente’. Cogumelos também oferecem riscos para a saúde, podendo incluir alucinações desagradáveis ​​e aumento da ansiedade.

3. Álcool

Assim como outras drogas, as bebidas alcóolicas afetam a química do cérebro, alterando os níveis de neurotransmissores, mensageiros químicos que passam os sinais que controlam nosso pensamento e comportamento.

O álcool retarda o nosso pensamento, respiração e batimentos cardíacos por travar nossos mensageiros ‘excitatórios’, que normalmente aumentam nossos níveis de energia. Mas ele amplifica nossos mensageiros 'inibidores', aqueles que costumam trabalhar para acalmar as coisas. Ele também aumenta os níveis de dopamina, que faz o cérebro se sentir bem.


4. Heroína

O cérebro converte heroína em morfina, que se liga às moléculas das células no cérebro e no corpo, chamados receptores opioides, que afetam o modo como percebemos a dor e as recompensas. Isso explica a euforia que muitas pessoas sentem quando injetam a droga.

Como também temos receptores opioides no nosso tronco cerebral, principal centro de controle do corpo, uma overdose de heroína pode retardar e até mesmo parar a respiração, levando a danos cerebrais, coma ou morte.

5. Prescrição de analgésicos opiáceos (narcóticos)

Pesquisas recentes mostram uma potencial ligação preocupante entre heroína e opiáceos analgésicos, como Vicodin e OxyContin. Um relatório divulgado em julho descobriu que as pessoas que abusaram de opiáceos foram 40 vezes mais propensas a abusar de heroína. Uma das razões é que ambas as drogas agem de forma semelhante no cérebro.


6. Cafeína

A cafeína é a droga psicoativa mais utilizada no mundo. Estimulante do sistema nervoso central, a cafeína pode nos dar um impulso temporário de estado de espírito. Mas isso também pode bombear nossos níveis de adrenalina, importante nos exercícios, mas que pode nos deixar mais irritados e ansiosos.

A cafeína também nos mantém alertas, imitando uma molécula chamada adenosina no cérebro e utilizando um aspecto processual complexo que nossos cérebros usam para nos fazer dormir.

7. LSD

Assim como os cogumelos mágicos, o LSD é um alucinógeno. Alucinógenos afetam principalmente a área do cérebro responsável por regular nosso humor, pensamentos e percepção, mas também influenciam outras regiões que controlam o modo com o qual reagimos ao estresse. Alguns usuários têm descrito extensas “viagens” ao utilizar estas drogas, incluindo flutuar e ver suas próprias mortes.

Os efeitos a curto prazo do LSD podem incluir impulsividade, mudanças bruscas de emoções - que vão da euforia à tristeza -, tontura e aumento da frequência cardíaca.

8. Flakka

Como o Flakka é uma droga nova, os investigadores não tem certeza exatamente como ela afeta o cérebro ou como é viciante. Por enquanto, os cientistas usam seus parentes químicos, incluindo cocaína e as anfetaminas, para as provas.

Estas drogas possuem dois produtos químicos: a dopamina, substância química do prazer, e norepinefrina, que aumenta a nossa frequência cardíaca e nos mantém alerta. Como a maioria das drogas, Flakka vem com um revés. Esta sensação muitas vezes resulta em usuários que retornam à droga para se livrar do sentimento negativo, iniciando um ciclo de uso que pode levar a abusos e vício. O uso excessivo tem sido associado com sentimentos de ansiedade extrema, paranoia, alucinações e comportamento violento.

9. Ecstasy

Ecstasy baseia-se na atividade de pelo menos três neurotransmissores diferentes, incluindo dopamina, noradrenalina e serotonina, que desempenham um papel crítico na manutenção do nosso humor. Os níveis de serotonina aumentados podem explicar a melhora de humor que ocorre em muitos usuários de êxtase.

A pesquisa sugere que o uso crônico da droga (dois comprimidos por semana durante anos) é ruim para o cérebro. Dois estudos recentes que compararam usuários crônicos com aqueles que raramente ou nunca usaram, descobriram que os usuários crônicos obtiveram as menores pontuações em testes de memória e de aprendizagem. Um desses estudos também descobriu atividade reduzida nas regiões cerebrais.

10. Cocaína

Aspirada, fumada ou injetada, a cocaína entra na corrente sanguínea e penetra o cérebro em questão de segundos. Uma vez lá, ela provoca uma intensa sensação de euforia, por conta da infestação de dopamina. A sensação de prazer é tão poderosa que alguns animais de laboratório, quando podem escolher, vão optar pela cocaína ao invés de alimentos, até que morram de fome.


As partes do cérebro mais afetadas pela cocaína inclui importantes centros de memória, o que pode explicar parcialmente algumas de suas propriedades viciantes. Nos ratos que foram dosados ​​repetidamente com cocaína, uma série de mudanças ocorreram nas células do cérebro em uma região que contribui com a tomada de decisão e inibição. Quanto mais eles receberem a droga, mais eles vão escolhê-la quando possível.

Fonte: Jornal Ciência

Topo