Alimentos Funcionais - O que são e quais são eles - Aliados da Saúde


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alimento funcional é “aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido, como parte da dieta habitual, produz efeitos benéficos à saúde”.

Está chegando o verão, a preocupação em iniciar uma alimentação balanceada e refrescante aumenta. 

Além disso, a busca por uma melhor forma física e a alteração dos hábitos alimentares são mais comuns durante a estação. 

É ainda nesta época que grande parte da população se sente menos confortável para comer devido ao calor. 


Essa indisposição pode surgir por meio de uma alimentação inadequada, ou seja, ficar sem comer por muitas horas, pular o café da manhã, ingerir alimentos pesados e gordurosos e por causa do clima mais quente, o organismo pede um consumo maior de líquidos e de alimentos ricos em nutrientes para compensar as perdas de água e sais minerais decorrentes da transpiração.

Para isso, os alimentos funcionais podem ajudar a repor as vitaminas e minerais. 
Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), alimento funcional é “aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido, como parte da dieta habitual, produz efeitos benéficos à saúde”.
Confira as principais vitaminas e minerais que devem estar presentes na rotina dos brasileiros e em quais alimentos são facilmente encontrados no verão:
Vitamina A 
Proporciona diversos benefícios ao organismo, já que atua na visão, no crescimento, e desenvolvimento do esqueleto, entre outros. O nutriente possui função antioxidante, que combate envelhecimento e câncer, e previne doenças crônicas, como catarata, artrite e doenças cardiovasculares. O betacaroteno, seu precursor, quando transformado em vitamina A pelo organismo, auxilia na formação de melanina, pigmento responsável por proteger a pele dos raios UVA e UVB e dar cor à pele.

Alimentos funcionais com vitamina A: óleo de fígado de peixe, peixes de água salgada, fígado, cenoura crua, manga, mamão, beterraba, entre outros.


Vitaminas do complexo B (B1, B2, B5, B6, B7 ou H, B12, PP ou B3)
Os benefícios das vitaminas do complexo B são muito diversificados. Elas auxiliam, de forma geral, a regular o funcionamento do organismo, equilibrando o consumo energético. Como estão envolvidas nos processos de crescimento celular e na formação de células sanguíneas, o consumo dessas vitaminas auxilia a regular o apetite, além de manter a saúde da pele e do cabelo. 
Alimentos funcionais com vitamina B: banana, carnes, miúdos como fígado ou rim, vegetais verdes folhosos, cereais e os ovos, batata doce e abacate.


Vitamina C
Tem função antioxidante que combate os radicais livres, reduzindo os sinais de envelhecimento, além de contribuir para a proteção da pele, participando do processo de produção de colágeno. Ela é essencial em todos os aspectos, pois age no bom funcionamento da pele (incluindo crescimento, manutenção e reparo, protegendo-a contra os danos causados pelos radicais livres) e auxilia na produção de glóbulos vermelhos, importante no processo de cicatrização de feridas. 

Alimentos funcionais com vitamina C: laranja, tangerina, abacaxi, acerola, goiaba e caju. E em verduras, hortaliças e tubérculos, a exemplo de cenoura, pimentão, tomate, alface, mandioca e batata.
Vitamina D 
 O nutriente é produzido pelo corpo quando a pele está exposta à luz solar (raios ultravioletas), sendo responsável por 80% a 90% da vitamina que o corpo recebe, porém também pode ser encontrado em alguns alimentos de origem animal. Seus benefícios estão relacionados com a saúde dos ossos e dentes. A falta da vitamina D favorece o risco de raquitismo (anormalidades ósseas) em crianças e osteomalácia (falha na produção óssea, resultando em ossos fracos, sensíveis à pressão, fraqueza nos músculos próximos e frequência de fraturas aumentada) em adultos. Em mulheres na pós-menopausa a menor absorção de cálcio pode levar à osteoporose.

Alimentos funcionais com vitamina D: óleo de fígado de bacalhau, atum, sardinha, salmão, ostras cruas, ovos e alimentos derivados do leite, como manteiga e queijos gordurosos. 
Cálcio 
O mineral é um dos mais importantes na boa alimentação e o mais abundante no organismo humano. Além de seu papel na formação dos ossos, é essencial também para a coagulação sanguínea, formação dos dentes, transmissão dos impulsos neurais, ativação de enzimas. A exposição solar estimula a produção de vitamina D pelo organismo, que ajuda a fixar o cálcio nos ossos. 

Alimentos funcionais com cálcio: hortaliças de folhas verde-escuras como couve e , salmão e sardinhas, moluscos e ostras. Outras fontes bastante conhecidas são os leites e derivados como iogurtes e queijos. E não podemos nos esquecer do coco e sua água.
Quando não há a ingestão adequada das necessidades diárias de vitaminas e minerais, é importante incrementar a dieta com um suplemento alimentar, com indicação médica. A medida tem como objetivo manter o aporte ideal de nutrientes essenciais e, consequentemente, garantir o bom funcionamento do organismo.


Fonte: Ministério da Saúde


Osteoporose - Dicas que você precisa saber sobre osteoporose

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Osteoporose - Dicas que você precisa saber sobre osteoporose

A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição de massa óssea, com o desenvolvimento de ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, tornando-os mais sujeitos a fraturas.

O osso, além de promover sustentação ao nosso organismo, é a fonte de cálcio, necessária para a execução de diversas funções como os batimentos cardíacos e a força muscular. É uma estrutura viva que está sendo sempre renovada. Essa remodelação acontece diariamente em todo o esqueleto, durante a vida inteira. 

Confira, então, as 10 coisas que você precisa saber sobre osteoporose:


1 - A osteoporose é uma doença silenciosa, isto é,  raramente apresenta sintomas antes que aconteça sua consequência mais grave, isto é, uma fratura óssea. O ideal é que sejam feitos exames preventivos, para que ela seja diagnosticada a tempo de se evitar as fraturas.

2 - Os nossos ossos recebem forte influência do estrogênio, um hormônio feminino, mas que também está presente nos homens, só que em menor quantidade. Esta hormônio ajuda a manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea.  Por este motivo, as mulheres são as mais atingidas pela doença, uma vez que, na menopausa, os níveis de estrogênio caem bruscamente. Com esta queda, os ossos passam a se descalcificar e se tornam mais frágeis. De acordo com estatísticas, a osteoporose afeta um homem para  cada quatro mulheres.

3 - 10 milhões de brasileiros sofrem de osteoporose. Uma a cada quatro mulheres com mais de 50 anos desenvolve a doença. No Brasil, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose. 200 mil pessoas morrem todos os anos no país em decorrência destas fraturas. Mas, mesmo após uma fratura osteoporótica, o diagnóstico de osteoporose acaba não sendo feito e o paciente não é encaminhado para tratamento.

4 - Os locais mais comuns atingidos pela osteoporose são a espinha (vértebras), o bacia (fêmur), o punho (rádio) e braço (úmero). Destas, a fratura mais perigosa é a do colo do fêmur. Um quarto dos pacientes que sofrem esta fratura morrem dentro de 6 meses.

5 - Muita dor nas costas e diminuição de estatura podem representar fraturas vertebrais da osteoporose. Preste atenção!


6 - O diagnóstico precoce da osteoporose é feito pela medida da Densitometria Óssea. Possuem maior risco para desenvolver osteoporose as mulheres, indivíduos de raça branca, pessoas miúdas (magrinhas e pequenas), que tiveram menopausa precoce e não fizeram reposição hormonal, os fumantes, que possuem história de fraturas na família, que possuem doenças graves ou que utilizam corticoides por longo tempo,  e aquelas que ja tiveram fraturas na idade adulta.

7 - Uma medida de Densitometria Óssea esta indicada para todas as mulheres a partir de 65 anos e para todos homens com 70 anos ou mais. Além disto, todas mulheres menopausadas e todos homens com mais de 50 anos que possuam um dos fatores de risco descritos acima devem realizar o exame para confirmar a presença da osteoporose.

8 - A prevenção da osteoporose deve se iniciar na infância, através de uma alimentação saudável, com boa quantidade de alimentos ricos em cálcio (especialmente presente nos laticínios e, em menor quantidade, nas verduras escuras, no gergelim, no feijão branco e no tofu). Além disto, deve-se proporcionar para a criança e o adolescente a possibilidade de  brincadeiras e atividades ao ar livre. Isto nao somente vai estimular o exercício físico  que fortalece o esqueleto em crescimento, mas também possibilitar a exposição ao sol para que ocorra a produção Vitamina D na pele.

9 - A Vitamina D é fundamental para nossa saúde, em especial para o fortalecimento ósseo. Como ela não esta presente na maioria dos alimentos, temos que obtê-la através  da exposição ao sol ou, quando isto não for possível, através de suplementos vitamínicos.

10 - O risco de desenvolver a Osteoporose pode ser reduzido, se medidas como uma alimentação rica em cálcio, manutenção de uma atividade física e aporte adequado de Vitamina D foram proporcionados ao longo da vida. Entretanto, é importante salientar que, mesmo com todos estes cuidados, uma parte dos indivíduos vai ter osteoporose, pois a herança genética ainda não pode ser modificada. Mas a boa notícia é que existem tratamentos eficazes, caso você ja tenha a doença.

Procure um endocrinologista, que poderá conduzir seu tratamento de maneira adequada e tranquila.

Fonte: SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia)
endocrino.org


Arritmia Cardíaca - Sintomas - Tipos

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Arritmia Cardíaca - Fique atento aos sinais

Também conhecida como disritmia ou "palpitação", a Arritmia Cardíaca é uma alteração nos batimentos do coração. 

Se ele bater muito rápido, é chamado de taquicardia. Caso for muito lento, o nome dado é bradicardia. Normalmente, um coração sadio e descansado tem de 60 a 100 batidas por minuto.

Quem tem esse problema de saúde pode sentir um desconforto com a mudança na cadência ou ter a sensação de falta ou interrupção desses batimentos. A arritmia pode ser sentida no tórax, na garganta ou no pescoço.

As arritmias podem ser benignas, que causam apenas desconforto, ou malignas, com alto risco de morte súbita. A doença pode fazer com que o coração não consiga bombear sangue suficiente para suprir as necessidades do corpo, o que pode causar infarto.

A arritmia mais comum é a fibrilação atrial. Ela ocorre devido ao ritmo irregular proveniente dos átrios, que mandam estímulos de forma desorganizada e rápida. Como resultado, há um ritmo irregular, que pode fazer com que o sangue não circule como deveria podendo gerar a formação de um trombo. O problema de saúde aumenta com o avançar a idade.

Fonte: Instituto Lado a Lado Pela Vida


Dicas para viver mais - Alimente-se bem!

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Os bons hábitos alimentares associados à prática regular de atividade física são uma estratégia fundamental para a redução do risco de doenças crônicas, se forem adotados ao longo dos anos.

O estado nutricional é um bom indicador de qualidade de vida e promove uma vida mais saudável, levando ao bem estar. 

Os alimentos que ajudam a manter a pele saudável são os antioxidantes presentes nos vegetais como: frutas, verduras e legumes. 

Para os ossos, o cálcio é um mineral importante, principalmente na infância e também na fase adulta podendo prevenir a osteoporose, sem esquecer que a vitamina D também participa deste processo.

Para o coração, o importante é evitar alimentos gordurosos e com muito sal, presentes nas frituras, embutidos, produtos industrializados, carnes com gordura aparente. 

para o cérebro desde a gestação, o ácido graxo é um nutriente importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê, neurológico e cognitivo, o que deve fazer parte da alimentação e também em outras fases da vida adulta, pois auxilia na prevenção e controle de doenças cardiovasculares, aterosclerose, hipertensão e também por ser importante para a constituição celular.

Alguns alimentos podem ajudar os homens como: tomate, melancia e pimentão, pois possuem uma substância chamada licopeno que é antioxidante e combate os radicais livres, prevenindo contra o câncer de próstata, pulmão e estômago.

Para as mulheres, o ferro é um mineral importante, principalmente na fase reprodutiva, já que após a menopausa a recomendação diminui. Vegetais como: hortaliças, frutas, legumes também estão aliados à redução de risco de câncer de mama e colo de útero.

A longevidade é uma conquista para o campo da saúde. O processo de envelhecimento altera os processos biológicos ao longo do tempo, levando à modificações estruturais e funcionais nos tecidos do organismo e a diminuição da capacidade de reprodução celular, gerando modificações nos órgãos. Assim, o envelhecimento pode estar acompanhado por diversos tipos de doenças crônicas.

Fonte: Hospital Albert Einstein




Dor de cabeça - Dicas para alivio mais rápido


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Dor de cabeça - Dicas para alivio mais rápido

Não tem jeito: quase todo mundo sofre com dor de cabeça de vez em quando

Geralmente é assim: a dor vem chegando devagarzinho e quase sempre não damos bola – grande erro! 

Porque quando ela se instala, a pressão na cabeça se intensifica e tudo incomoda: o barulho da rua, a luz da sala ou mesmo a luminosidade da televisão.

Nessa hora parece não haver outra solução senão recorrer aos analgésicos de venda livre.

É por causa dessa “evolução certa da dor” que muitas pessoas nem esperam a dor se instalar e já apelam para comprimidos analgésicos. Mas existem alguns truques capazes de aliviar a dor de cabeça logo que ela começa. Vale a pena experimentar!!

Beba água: 
Muitos casos de dor de cabeça e enxaqueca são causados por desidratação.

Tome um banho quente: 
Deixe a água cair no pescoço e na nuca – isso ajuda a relaxar os músculos tensos que podem estar por trás da enxaqueca. Aplicar uma toalha de rosto aquecida na testa também proporciona o alívio da dor de cabeça.

Pingue gotas de óleo essencial de lavanda, ou de alecrim, num lenço e sinta o aroma: 
Isso ajuda a relaxar, e assim evitar compressões no cérebro que ativam a dor.

Tome um cafezinho:
A cafeína promove a constrição dos vasos sanguíneos e pode contribuir para o alívio da dor de cabeça. Refrigerantes do tipo cola e chás que contêm cafeína também podem ajudar.
Mais cuidado, para algumas pessoas isto funciona exatamente ao contrário. Procure entender se funciona com você.

Como último recurso, tome um comprimido, mas cuidado com o uso exagerado de remédios.

Leia atentamente a bula e use a dosagem recomendada, e se a dor persistir, procure imediatamente um médico!


Refrigerantes - 5 Motivos para não consumir



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Companheiro fiel das batatas fritas e hambúrgueres, o refrigerante só piora a equação entre a alta quantidade de calorias e o baixo valor nutricional.

Mesmo em versões diet, é fácil elencar cinco motivos para tira-lo da dieta.

1) Um dos componentes dos refrigerantes tipo cola é o ácido fosfórico ou fósforo, que elimina o  cálcio dos ossos, deixando-os mais fracos. Isso leva a um maior o risco de osteoporose, principalmente em mulheres.

2) O consumo em excesso de bebidas adoçadas leva à obesidade que, por sua vez, aumenta os riscos de outras doenças, como diabetes, câncer e problemas cardíacos. No caso dos refrigerantes o agravante é que são calorias vazias, sem valor nutricional.

3) O organismo gasta nutrientes para conseguir eliminar a ingestão da química presente no refrigerante do corpo, sendo a versão diet ainda pior pela grande quantidade de adoçante artificial.

4) Quando consumido junto às refeições, o refrigerante dificulta a absorção de fósforo, ferro e cálcio contidos nos alimentos.

5) Todos os refrigerantes, diet ou normais, possuem grande concentração de sódio, que pode provocar um aumento da pressão arterial.



Atitude positiva - 8 dicas para manter uma atitude positiva

8 dicas para manter uma atitude positiva

Quem quer alcançar algum objetivo na vida, seja passar no vestibular, ou iniciar uma dieta sabe o quanto é difícil mantê-la por um tempo prolongado. 

Muitos nem imaginam mas o fator psicológico é importantíssimo para dar continuidade no que você se propôs a iniciar.

Para chegarmos onde pretendemos, precisamos manter uma atitude positiva e determinada, ir além da zona de conforto, utilizarmos dos benefícios de um ambiente de apoio que proporcione recursos para realizar o que parece impossível.

Confira 8 orientações que podem ajudar a manter uma atitude positiva:


1. Supere-se:
O processo de superação envolve flexibilidade, otimismo e ousadia;

2. Busque o equilíbrio:
Tente equilibrar: razão x emoção, disciplina x prazer, privação x excesso, ser x ter;

3. Mude quando for necessário:
A mudança é algo que surge no percurso de um conjunto de alterações, provocadas pela ruptura com valores ou pressupostos que se passam a considerar insuficientes ou inadequados, para fazer valer os novos desafios no sentido de concretizar metas;

4. Estimule sua autoconfiança:
É a convicção que uma pessoa tem, de ser capaz de fazer ou realizar alguma coisa;

5. Busque uma assertividade: 
Assertividade é a habilidade social de fazer afirmação dos próprios direitos e expressar pensamentos, sentimentos e crenças de maneira direta, clara, honesta;

6. Estabeleça metas:
As metas são as unidades básicas de qualquer projeto e para alcançá-las é necessário motivação e paciência. Para estabelecê-las, liste-as a partir de prioridades e com prazos definidos;

7. Utilize estratégias:
É o modo como os recursos são alocados para se atingir determinado objetivo;

8. Procure uma rede de apoio:
Busque auxílio na família, amigos e profissionais especializados.

Vale lembrar que essas dicas valem não apenas para quem está começando um regime mas, também, para quem pretende atingir algum objetivo importante. Coloque estas dicas em prática para realizar seus projetos.

Fonte: Unimed Fortaleza


Respeitem os Idosos

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Alimentação para portadores de Diabetes

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Nova Roda dos Alimentos


A Diabetes é uma doença crônica multifatorial, cujo tratamento depende da conjugação de três fatores: 

Alimentação, atividade física e medicação.



Em geral, a alimentação dos diabéticos deve ser tão equilibrada, variada e completa como a alimentação de qualquer indivíduo saudável.

À luz do conhecimento atual, não se justifica encorajar as pessoas diabéticas a não comer carboidratos. De fato, é importante que incluam na alimentação diária o consumo de hortícolas, frutos, cereais de grão inteiro e leguminosas, todos ricos em carboidratos, mas igualmente ricos em fibra alimentar, vitaminas, minerais, antioxidantes e outras substâncias protetoras.
Apesar dos diabéticos não estarem absolutamente proibidos de ingerir açúcar ou alimentos açucarados, convém lembrar que estes alimentos, além de contribuírem para uma rápida subida da glicemia (açúcar no sangue), apresentam, normalmente, uma elevada densidade calórica, e, simultaneamente, défices de fibras, vitaminas e minerais. Por isso, não acrescentam qualquer valor a uma alimentação que se pretende saudável, além de contribuírem para o aumento de peso.
obesidade e a diabetes estão fortemente associadas. Os excessos alimentares conduzem a uma maior formação de tecido adiposo, que influencia a sensibilidade celular à insulina, causando insulinorresistência. A persistência desta situação conduz à diabetes tipo 2.
VANTAGENS DE UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA:
  • Manter um peso adequado
  • Normalizar as glicemias (açúcar no sangue)
  • Ajudar a controlar comorbilidades (tensão arterial, níveis de colesterol)
  • Diminuir o risco de complicações associadas à diabetes (por ex.: doença  cardíaca e enfarte)
Toda a pessoa com diabetes deve ter um plano alimentar individualizado, adaptado às suas condições de vida e equilibrado, quer em quantidade, quer em qualidade, em função do seu peso de referência, sexo e idade.
objetivo nutricional será evitar ou minimizar as flutuações extremas de glicemia, atingir um perfil lipídico que reduza o risco de doença cardiovascular, contribuir para níveis de pressão arterial normais e ajudar a reduzir a evolução de certas complicações microvasculares, as renais em particular.
Deve então optar por uma Alimentação Saudável que lhe permita obter prazer nas suas refeições, sem necessidade de excluir qualquer alimento! Não é necessário passar fome, apenas alimentar-se com o que qualquer pessoa poderia (e deveria) comer.
Basta para isso seguir a nova Roda dos Alimentos…
A nova Roda dos Alimentos e a Diabetes
O QUE NOS ENSINA?
De uma forma simples, a Roda dos Alimentos é um símbolo do que se pretende como uma alimentação equilibrada. Cada grupo de alimentos ocupa um espaço correspondente à proporção em que deve estar presente na alimentação diária. Transmite assim as orientações para uma Alimentação Saudável, isto é, uma alimentação:
  • Completa
    Comer alimentos de todos os grupos e beber água diariamente;
  • Equilibrada
    Comer em maior quantidade os alimentos representados nas fatias de maior tamanho e menor quantidade dos que se encontram nas fatias de menor dimensão, de forma a ingerir o número de porções recomendado;
  • Variada
    Comer alimentos diferentes dentro de cada grupo variando diariamente, semanalmente e nas diferentes épocas do ano.
A água, representada bem ao centro, faz parte da constituição de todos os alimentos. Sendo a água imprescindível à vida, é fundamental que se beba em abundância diariamente (as necessidades diárias variam entre 1,5 a 3 litros por dia).

6 dicas para preservar vitaminas no cozimento de legumes e verduras

6 dicas para preservar vitaminas no cozimento de legumes e verduras

O consumo frequente de vitaminas e antioxidantes ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e de vários tumores.

Prova disso é a longevidade associada à dieta mediterrânea, rica nesses nutrientes, presentes em verduras e legumes.

No entanto, as qualidades desses vegetais podem se perder na água quando são cozidos na panela.

Um estudo espanhol divulgado pela publicação científica Journal of Food Science concluiu que colocar as verduras para ferver – uma das formas mais comuns de se prepará-las – faz com que elas percam uma quantidade significativa de vitaminas e outros antioxidantes.

"A maioria das verduras são consumidas cozidas, então de um ponto de vista prático, era uma preocupação para nós saber se depois de submetê-las a procedimentos domésticos habituais, seus nutrientes eram mantidos, ou se só estaríamos consumindo calorias", explicou María Antonia Murcia, da Universidade de Nutrição e Bromatologia de Múrcia, uma das autoras da pesquisa.

A conclusão principal do trabalho foi que a água "não é a melhor amiga da cozinha" quando se trata de preparar verduras e hortaliças.

O calor e outras condições relacionadas com o cozimento podem acabar com os nutrientes das verduras.

Nutrientes
Segundo um estudo da Universidade de Akron, nos Estados Unidos, a vitamina K é resistente ao calor. As fontes alimentícias da vitamina K incluem hortaliças de cor verde, como couve, espinafre, nabo, acelga, folhas de mostarda, salsa, alface romana e alface de folha verde, além de verduras como couve-de-bruxelas, brócolis, couve-flor e repolho.

No entanto, muitas outras vitaminas, incluindo A, C, B-1, B-2 e o ácido fólico – que estão em vegetais de folhas verdes - são sensíveis ao calor e podem se perder ao cozinhar e ferver a verdura no vapor.

Por outro lado, outras vitaminas e nutrientes podem ficar intactas, mas acabam ficando na água. Neste caso, pode-se utilizar a água do cozimento para temperar o prato ou simplesmente beber o caldo onde estão todos os antioxidantes.

Fonte: BBC Brasil

3 razões porque você está de dieta e não perde peso

3 razões porque você está de dieta e não perde peso

Em um ano típico, milhares de novas dietas, principalmente as de modas, inundam o mercado, e 2015 não é exceção.

Algumas estiveram no topo durante algum tempo — Atkins, Mediterrânea, vigilantes do peso, só para citar algumas. Este ano estamos testemunhando um novo lote de novas dietas — desintoxicação alimentar, dieta 3-1-2-1 e outras estão ganhando popularidade este ano.

Talvez você esteja participando de um programa de dieta e está se esforçando, mas ainda não está perdendo peso. Então, o que há?  Por que você não vê resultados? Várias razões podem ser responsáveis; 



Algumas podem estar fora de seu controle e podem vir de fontes inesperadas. Tudo, desde sua idade à genética, até mesmo bloqueios mentais, podem ser culpados. Aqui, nós exploramos três razões comuns que as pessoas têm dificuldade em perder peso e algumas soluções.

1. Fator emocional 
Autor e médico de família aposentado, psiquiatra e especialista, autor do livro "comer consciente", Dr. Michelle Maio, é citado dizendo, "Comida tornou-se nosso foco em vez de ser o combustível para uma vida plena."

Com efeito, comida é o combustível que nossos corpos precisam para se manter, em muito parecido com a gasolina que um carro necessita para operar. No entanto, há vezes que nossos hábitos alimentares se tornam influenciados por nossas emoções e humores, em vez de pelas necessidades dos nossos corpos. Nesses casos, alimentos potenciam o que é muito angustiante, é como colocar gasolina em um incêndio.

Para evitar comer emocionalmente, é essencial que você aprenda maneiras de canalizar seus estressores em atividades alternativas, meditação, hobbies, ou exercício físico. Fazer alguma atividade saudável, pode atuar como um substituto para o alimento.

Exercício alivia o stress pela liberação de endorfinas naturais no cérebro — esses neurotransmissores do "sentir bem" podem ajudar a alterar a sua atitude, colocá-lo em um melhor estado de espírito e ajudar a esquecer de comer. Não vamos esquecer que o exercício pode ajudá-lo a perder peso.

Se você ainda sente um impulso irresistível de comer, tente algo saudável, satisfazendo-se com petiscos saudáveis, cenouras podem ajudá-lo quando você sente a necessidade de mastigar, ao mesmo tempo dar-lhe vitaminas essenciais e minerais. Não gosta de comer cenouras? Tente a castanha de caju, ou qualquer tipo de semente. Nozes são cheias de várias vitaminas; castanha de caju, amêndoas e pistache, em particular, são ricos em zinco, um mineral não armazenado pelo organismo.

Se você sente que você pode ter qualquer tipo de distúrbio alimentar, fale com seu médico e deixe ele encaminhá-lo para um especialista que pode ajudar você a se reconectar a uma mentalidade saudável em relação a comida. Você não precisa ser anoréxica ou bulímica ter atitudes insalubres para comida e comer!

2. Genética e gênero
Parte do problema pode ser algumas coisas completamente fora do seu controle: genética e seu sexo.
A quantidade de músculo de seu corpo tem determina como queimar gordura e, uma vez que os homens têm mais músculo, eles queimam gordura mais rapidamente. De acordo com o Conselho americano no exercício (ACE), homens queimam calorias mais rápido do que as mulheres, porque eles têm mais massa muscular (músculo queimam mais calorias do que a gordura) e o peso diferencial entre homens e mulheres também contribui para a queimar mais calorias do que as mulheres de homens.

Se seus pais são/eram obesos, você mais do que provável pode ter herdado o "gene gordo", de acordo com Jill Comess, M.S., R.D., num artigo sobre estilo de vida. Com o "gene gordo", se um dos pais é obeso, você tem 50% de chance de herdar o "gene". Se ambos forem, você tem uma probabilidade de 80%, de acordo com o centro médico da Universidade da Califórnia em São Francisco, do mesmo artigo.

Mas não se preocupe: você está não condenado por seus genes! Um estudo de 2011 publicado no Public Library of Science, diz que apenas cerca de dois quilos de peso corporal podem ser atribuídos ao "genes gordos", e mesmo se você está propenso a estar acima do peso, exercício físico regular deve cuidar dos seus problemas de ganho de peso genética em até 27%.

3. idade
Mais nós sabemos que, à medida que envelhecemos, nosso metabolismo fica mais lento para um rastreamento. Diminui a taxa metabólica de uma pessoa enquanto ao resto (a taxa metabólica basal) de 1 a 2% por década, (cerca de 150 calorias queimadas por dia), e nossos estilos de vida sedentários, moderno fazer piorar muito. O resultado final é mais perda de músculo do que a perda de gordura, mas, isto também pode ser desfeito.

A solução? Você já ouviu isso muitas e muitas vezes, mudar sua dieta! Aumentar sua atividade física e aumentar a ingestão de água. Se você tem alguma esperança de perder peso, você deve seguir um regime rigoroso de exercícios, dieta saudável, beber muita água e ter uma atitude positiva, especialmente se você tiver qualquer das predisposições acima. 

Ninguém nunca perdeu peso comendo tudo o que eles desejava, seguindo cada desejo e não movendo um músculo. Esforço extra, tendo em conta a realização que você pode ter obstáculos fora do seu controle, devem ser tomados em conta, sua rotina deve mudar, se você está a sonhar com o êxito do corpo dos seus sonhos!

Fonte: www.fitnessrepublic.com



Diabetes - má alimentação, sedentarismo e obesidade podem provocar



Diabetes - má alimentação, sedentarismo e obesidade podem provocar

Em 2013, um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde ouviu 53 mil pessoas, entre homens e mulheres. Desse total, cerca de sete por cento dessas pessoas disseram que foram diagnosticadas com diabetes, doença crônica causada pela falha na ação ou na produção alta de glicose no sangue.


De acordo com a coordenadora-geral de atenção às pessoas com doenças crônicas, Patrícia Chueiri, a alimentação inadequada, sedentarismo e obesidade são fatores de risco para desenvolver o diabetes. 
"Uma pessoa que tem uma má alimentação, ou é uma pessoa sedentária ou tem obesidade, tem uma série de recomendações. Que vão desde a prática da atividade física, pelo menos 30 minutos, 5 vezes na semana, controle da alimentação, alimentar várias vezes por dia, não fazer grandes períodos de jejum, balancear a alimentação dentro de carboidratos, proteínas, gordura, ampliar a ingesta de verduras e legumes, são algumas delas".
O estudante de medicina, Ronaldo Pineda, sabe bem disso. Ele conta que controla o diabetes com hábitos saudáveis. "Eu tive que ter alimentação saudável. Ao invés de você precisar restringir alimentos, você sabe o momento e a quantidade de consumir cada um. Eu tinha muita sede, muita fome e comecei a perder peso. Depois de algumas semanas eu acabei entrando em coma diabético, fui trazido para a Santa Casa de São Paulo e ali mesmo me diagnosticaram com diabetes. Hoje eu uso análogo de insulina que é disponibilizado pela Secretária de Saúde e faço também a contagem de carboidratos.
A coordenadora-geral de atenção às pessoas com doenças crônicas, Patrícia Chueiri, cita algumas complicações que podem aparecer em decorrência do diabetes. 
"Os principais riscos do diabetes são as doenças cardiovasculares. Ela é um fator de risco para ter infarto, para ter o acidente vascular cerebral, mais conhecido como derrame. Além disso, você pode ter alteração na retina que podem prejudicar a visão e alterações renais, se você não controlar a pressão e o diabetes da pessoa diabética, você pode ter a insuficiência renal ao longo do tempo". 
Fonte: Karina Chagas/ Agência Saúde

11 dicas para promover a educação alimentar para o seu filho!

dicas para promover a educação alimentar para o seu filho!

1.   Capriche na apresentação do prato 
As crianças comem, sim, com os olhos. Um prato bem decorado, colorido e criativo faz toda a diferença.

2. Invista em alimentos pequenos
Alimentos picadinhos ou bem pequenos podem ser um aliado  para a criança que tem dificuldade de comer, pois ela passa a achar que aquele alimento pequeno foi feito só para ela, além disso, por ser menor ela acha que vai comer menos.




3. Evite bebidas durante a refeição 
Diminua o volume de líquidos durante as refeições e evite as bebidas gasosas. Os líquidos dão a sensação de saciedade, o que pode prejudicar a alimentação.

4. Ofereça primeiro o que seu filho (a) menos gosta
O melhor para a criança que não come verduras é tê-las à vista antes dos outros pratos da refeição. Assim, como a criança vai estar com fome, poderá consumir estes alimentos com mais facilidade.

5. Mantenha os alimentos saudáveis em lugares acessíveis 
Mantenha as frutas já lavadas e expostas na cozinha em uma fruteira à altura das crianças. Na geladeira, prefira manter as frutas já picadinhas e descascadas, prontas para serem alvos de uma criança faminta. A fórmula também pode funcionar para legumes, como cenouras e pepinos.

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6. Cozinhe com seu filho
Estimular a criança acolocar a mão na massa pode fazê-la se alimentar melhor. Sem dúvida é uma das melhores estratégias para alcançar as crianças, afinal, ir para a cozinha produzir o que se vai comer faz com que elas criem intimidade com os alimentos e desenvolvam o interesse por experimentar.

7. Envolva a criança na escolha do cardápio da semana
Estimule a criança a ir para a cozinha e faça com que esses momentos sejam divertidos.  Peça a ajuda dela para montar o cardápio da semana, ou para escolher os pratos. Quando você for a um restaurante, deixe que ela escolha seu prato e você o dela, é uma maneira divertida e diferente de estimular e dar o exemplo. Sem ameaças, a pior coisa que pode ser feita é obrigar a criança a comer.

8. Fique tranquilo com a sujeira
Inicialmente deixe que eles coloquem as mãos e sintam a textura, mesmo que façam sujeira. O mais importante é que eles sintam curiosidade em conhecer mais o alimento e associar o ato de comer com algo muito divertido. Estimule as crianças a comerem sozinhos, mesmo que suje no início.

9. Leve seu filho ao mercado ou faça uma hortinha em casa 
Levar as crianças para as compras do mês também pode ser uma ótima ideia para envolvê-los com a alimentação, mas evite levá-los ao mercado com fome. Leve-os a feiras livres, peça para experimentar alguns alimentos. Outra alternativa é fazer uma pequena horta em casa, ou mesmo cultivar pequenos vasos de tempero. Além de facilitar o preparo, ampliam o repertório de alimentos.

10. Transforme o ato de comer em uma brincadeira 
Por menor que pareça, o uso da imaginação empolga – e muito – as crianças. Usar como referencia os pratos prediletos de alguns personagens como o espinafre do Popeye, sopa da Barbie (com beterraba, que fica rosa), dentre outros.

11. Varie os formatos 
Use cortadores diferentes para fazer formatos divertidos de pães e frutas. Use forminhas para a preparação de bolinhos individuais. Use e abuse da criatividade.


As informações são da nutricionista Adriana Lúcia Ferreira, do Instituto Masan, parceiro do Instituto Lado a Lado.                                                                                                                                                                                                                                                                                            



Dez Passos para uma Alimentação Saudável

o poder medicinal das ervas, plantas e frutas

1. Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação.

2. Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias.

3. Limitar o consumo de alimentos processados
Os  ingredientes  e  métodos  usados  na  fabricação  de  alimentos  processados  – como conservas de legumes, compotas de frutas, queijos e pães – alteram de modo desfavorável a composição nutricional dos alimentos dos quais derivam.


4. Evitar o consumo de alimentos ultra-processados.
Devido  a  seus  ingredientes,  alimentos  ultra-processados  -  como  biscoitos recheados, ‘salgadinhos de pacote’, refrigerantes e ‘macarrão instantâneo’ - são nutricionalmente desbalanceados. Por conta de sua formulação e apresentação, tendem  a  ser  consumidos  em  excesso  e  a  substituir  alimentos  in  natura  ou minimamente  processados.  Suas  formas  de  produção,  distribuição, comercialização  e  consumo  afetam  de  modo  desfavorável  a  cultura,  a  vida social e o meio ambiente.

5. Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, acompanhado.

6. Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados.

7. Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias saudáveis.

8.Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece. Nada de dividir o horário da alimentação com a TV, ou outra modalidade de diversão.


9. Dar preferência, quando comer fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora, dando prioridade a alimentos frescos, ao invés de frituras.

10. Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais (cuidado com os alimentos que já vem prontos e basta esquentar 1 minuto).


Doença Cardiovascular na Mulher

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Obesidade - Cintura larga (barriga) duplica risco de morte




Ter uma cintura larga (barriga no popular) praticamente duplica o risco de morte prematura.

Isto acontece mesmo que o índice de massa corporal esteja dentro dos limites “normais”, de acordo com um novo estudo realizado em mais de 350.000 pessoas em toda a Europa, e publicado no “New England Journal of Medicine”.

O estudo fornece fortes evidências que armazenar excesso de gordura ao redor da cintura representa um significativo risco para a saúde, mesmo em pessoas que não sejam consideradas obesas ou sequer com excesso de peso. Sugere que os médicos deverão avaliar um paciente da cintura aos quadris, assim como o índice de massa corporal, de acordo com os pesquisadores do Colégio Imperial de Londres, o Instituto Alemão de Nutrição Humana, e outras instituições em toda a Europa.


Quando comparados indivíduos com o mesmo índice de massa corporal, o risco de morte prematura aumenta de forma linear à medida que o volume da cintura aumenta. O risco de morte prematura foi de cerca de duas vezes maior nos indivíduos com uma cintura de maior dimensão (mais de 120 centímetros para homens e 100 centímetros para mulheres) comparativamente aos indivíduos com cinturas menores (menos de 80 centímetros para homens e inferior a 65 centímetros para mulheres. O índice de massa corporal é usado, de forma geral, para avaliar se o peso de uma pessoa está dentro do normal.

Cada 5 cm de aumento na circunferência da cintura representa um risco de mortalidade acrescido em 17% nos homens e 13% nas mulheres.

A proporção de cintura para quadril também se tem revelado como um importante indicador de saúde no estudo, já que quocientes de cintura quadril mais baixos indicam que a cintura é comparativamente pequena em relação aos quadris. Este quociente é calculado dividindo a medida da cintura pela do quadril.


A relação cintura quadril varia de forma bastante equitativa nas populações em estudo da União Europeia. Em 98% da população em estudo, a relação cintura quadril variou entre os 0,78 e 1,10 nos homens e entre 0,66 e 0,98 nas mulheres. Dentro destes limites, cada 0,1 aumento no quociente cintura quadril ficou relacionada com um risco acrescido em 34% nos homens e 24% nas mulheres.

Este aumento no risco de mortalidade poderá estar principalmente relacionado com o armazenamento de gordura ao redor da cintura, já que o tecido gordo nesta área segrega citocinas, hormonas e compostos metabolicamente ativos que contribuem para o desenvolvimento de doenças crônicas, especialmente doenças cardiovasculares e cânceres, sugerem os autores.

Embora a principal descoberta deste novo estudo seja que o tamanho da cintura faz aumentar o risco de morte prematura independentemente do índice de massa corporal (IMC), o estudo apoia pesquisas anteriores que o índice de massa corporal está relacionado com a mortalidade. O menor risco de morte foi em IMC’s de aproximadamente 25,3 nos homens e 24, 3 nas mulheres.

O Professor Elio Riboli, coordenador europeu do estudo do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública do Colégio Imperial de Londres, afirmou: “Embora pequenos estudos tenham sugerido uma ligação entre mortalidade e tamanho da cintura, formos surpreendidos ao verificar que o tamanho da cintura tem um efeito tão poderoso na saúde das pessoas e na morte prematura. O nosso estudo demonstra que a acumulação excessiva de gordura na cintura e zona média do corpo pode colocar a sua saúde em risco mesmo que o peso seja normal baseado no índice de massa corpórea. Não existem muitas características pessoais que possam aumentar o risco de morte prematura a esta grandeza, independentemente de fumar ou beber.”

O Dr. Tobias Pischon , autor principal do estudo do Instituto Alemão para a Nutrição Humana afirma: “O resultado mais importante do nosso estudo é a constatação de que não apenas a gordura, mas a forma como essa gordura se distribui, afeta o risco de morte prematura de cada indivíduo. A gordura abdominal não é apenas um mero depósito de energia, mas também liberta substâncias que contribuem para o desenvolvimento de doenças crônicas. Este pode ser o motivo da ligação observada.”

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A nova pesquisa não revela porque razão algumas pessoas têm uma cintura maior que outras, mas os pesquisadores acreditam que a vida sedentária, má alimentação e predisposição genética são provavelmente fatores chave.

O Professor Riboli acrescenta ainda: “ A boa notícia é que não precisa de realizar um exame médico dispendioso esperar eternidades para conferir este aspecto da sua saúde – custa virtualmente nada medir a sua cintura e os quadris. Médicos e enfermeiros conseguem facilmente monitorar pacientes que necessitam ter especiais cuidados com a saúde ao medir estes aspectos do corpo. Se tiver uma cintura larga, provavelmente precisa adquirir hábitos de exercícios físicos diários, evitar consumo excessivo de álcool e melhorar a alimentação. Estas medidas podem fazer uma grande diferença para reduzir o risco de morte prematura.”


O estudo analisou 350,387 participantes de 9 países europeus. A média de idades dos participantes foi de 51,5 anos e 65,4% eram mulheres. Durante o período de acompanhamento, que durou 9,7 anos, 14,723 participantes acabaram por falecer. Os participantes com elevado índice de massa corporal, comparados com índices normalizados, faleceram frequentemente de doenças cardiovasculares e câncer. 

Participantes com baixo índice de massa corporal faleceram mais frequentemente de doenças respiratórias.


Fonte: ScienceDaily

8 sinais de que você pode estar com depressão


8 sinais de que você pode estar com depressão

Depressão - Doença, que atinge cerca de 10% dos brasileiros, é caracterizada por conjunto de sintomas que vão desde tristeza duradoura até problemas para dormir.

A depressão afeta 350 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e é mais prevalente entre mulheres. No Brasil, cerca de uma em cada dez pessoas sofre com o problema. 

Embora seja uma doença comum, a moléstia carrega estigmas que dificultam seu diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento adequado.



O primeiro deles está no fato de a depressão ser um transtorno mental.
"Percebemos que o preconceito com as doenças mentais faz com que muitos pacientes, principalmente os homens, demorem a aceitar que têm o problema e a procurar um médico, atrasando o tratamento", diz Rodrigo Martins Leite, psiquiatra e coordenador dos ambulatórios do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP.

Vejam abaixo 8 sinais que indicam que você pode estar sofrendo de depressão:

Alteração do humor
O principal sintoma da depressão é o humor deprimido, que pode envolver sentimentos como tristeza, indiferença e desânimo. Todos esses sentimentos são naturais do ser humano e nem sempre são sinônimo de depressão, mas, se somados a outros sintomas da doença e persistirem na maior parte do dia por ao menos duas semanas, podem configurar um quadro de depressão clínica. “O humor deprimido faz com que a pessoa passe a enxergar o mundo e a si mesma de forma negativa e infeliz. Mesmo se acontece algo de bom em sua vida, ela vai dar mais atenção ao aspecto ruim do evento. Com isso, o paciente tende a se sentir incapaz e sua autoestima diminui”, diz o psiquiatra Rodrigo Leite, do Instituto de Psiquiatria da USP.



Desinteresse por coisas prazerosas
Perder o interesse por atividades que antes eram prazerosas é outro sintoma importante da depressão. O desinteresse pode acontecer em diferentes aspectos da vida do indivíduo, como no âmbito familiar, profissional e sexual, além de atividades de lazer, por exemplo. “O paciente também pode abrir mão de projetos por achar que eles já não valem mais o esforço, deixar de conquistar novos objetivos ou de aproveitar oportunidades que podem surgir em sua vida”, diz o psiquiatra Rodrigo Leite.

Problemas relacionados ao sono
Pessoas com depressão podem passar a dormir durante mais ou menos tempo do que o de costume. É comum que apresentem problemas como acordar no meio da noite e ter dificuldade para voltar a dormir ou sonolência excessiva durante a noite ou o dia.

Mudanças no apetite
Pessoas com depressão podem apresentar uma perda ou aumento do apetite — passando a consumir muito açúcar ou carboidrato, por exemplo. Segundo o psiquiatra Rodrigo Leite, não está claro o motivo pelo qual isso acontece, mas sabe-se que, somado a outros sintomas da doença, a alteração do apetite que persiste por no mínimo duas semanas aumenta as chances de um paciente ser diagnosticado com depressão.

Perda ou ganho de peso
Mudanças significativas de peso podem ser uma consequência da alteração do apetite provocada pela depressão — por isso, são consideradas como um dos sintomas da doença.

Falta de concentração
Em muitos casos, a depressão também pode prejudicar a capacidade de concentração, raciocínio e tomada de decisões. Com isso, o indivíduo perde o rendimento no trabalho ou nos estudos. Segundo a psiquiatra Mara Maranhão, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a depressão pode impedir que o paciente trabalhe ou estude, ou então faz com que ele precise se esforçar muito para conseguir concluir determinada atividade.

Cansaço
Diminuição de energia, cansaço frequente e fadiga são comuns em pessoas com depressão, mesmo quando elas não realizaram esforço físico. "O indivíduo pode queixar-se, por exemplo, de que se lavar e se vestir pela manhã é algo exaustivo e pode levar o dobro do tempo habitual", segundo o capítulo sobre depressão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), feito pela Associação Americana de Psiquiatria.

Pensamentos recorrentes sobre morte
Em casos mais graves, pessoas com depressão podem apresentar pensamentos recorrentes sobre morte, ideação suicida ou até tentativas de suicídio. A frequência e intensidade dessas ideias podem mudar de acordo com cada paciente. "As motivações para o suicídio podem incluir desejo de desistir diante de um obstáculo tido como insuperável ou intenso desejo de acabar com um estado emocional muito doloroso", de acordo com o DSM-5.

Fonte: veja.abril.com.br

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